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Archive for março \31\UTC 2009

O adversário era outro e a nossa squadra era formada por jogadores incrivelmente habilidosos. Mesmo assim, é mais ou menos isso o que eu quero ver hoje:

Que o espírito de 1996 esteja em campo.

Hoje nós vamos lavar a alma.

Siamo Palestra!!!

Elton Reale

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Hoje tem Verdão, palestrinos! E em mais um horário incrivelmente pensado pela Federação Marco Polo Del Nero de Futebol, 19:30h.

Vou ser curto e grosso: o time do Oeste é ruim, o camisa 10 deles é o Dias (que foi dispensado pela Portuguesa) e nada menos que uma vitória hoje nos deixará satisfeitos. Além do mais, com 3 pontinhos hoje já seremos os primeiros na tabela.

Domingo tem o Botafoguinho, no Parque, e devemos mandar a campo um reservão. Quarta tem Sport lá, amigos, e aí sim o bicho pega.

Hoje é dia de Lenny e K9. Forzza, Verdão!

Time provável: Marcos; Sandro Silva, Maurício Ramos, Danilo e Armero; Pierre, Jumar, Cleiton Xavier e Diego Souza; Lenny e Keirrison.

POSTADO POR ROJAS.

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Sociedade Esportiva Palmeiras, 1988.

Sociedade Esportiva Palmeiras, 1988.

Veja a foto de novo. Percebeu alguma coisa diferente?

Muitos não sabem, mas o Zetti chegou a vestir o nosso manto sagrado antes de se engraçar com o pessoal do Jd. Leonor. Sim, o Zetti teve a oportunidade de fazer história em um time de verdade e ser ovacionado por uma torcida que sabe cantar e vibrar. Porém, não a aproveitou.

O resto dessa história você já conhece. O que você provavelmente não sabe é que, em 1992, já do outro lado, o arqueiro bambi foi humilhado por um pequeno palestrino de apenas 7 anos. Um palestrino de verdade.

No dia 8 de março de 1992, Palmeiras e São Paulo se enfrentaram pela primeira fase do Campeonato Brasileiro. A partida foi disputada na casa delas e nós ganhamos: 4 a 0. 2 do Evair, 1 do Edu Marangon e 1 do Andrei, em bela cobrança de falta.

A essa altura, você deve estar se perguntando: “O que tudo isso tem a ver com o título do post?” Explico…

Eu tive o prazer de presenciar ao vivo esse massacre. Eu, meu irmão caçula, meu pai, um ex-bandeirinha e as filhas dele – nós morávamos na mesma rua. Após o término do jogo, por causa do tal bandeirinha, nós tivemos a oportunidade de visitar o vestiário do Palmeiras

Peguei o autógrafo de todos os jogadores da nossa esquadra e fiquei especialmente realizado por ter visto o Evair de perto. Ele foi, de longe, o melhor jogador que eu vi atuar com a 9 do Palmeiras.

No entanto, um pouco antes de irmos embora, nos deparamos com o Zetti, que estava visivelmente abatido. O ex-bandeirinha o abordou para conversar e ele foi muito atencioso. Tanto é que o meu irmão e as filhas do ex-bandeirinha até pediram-lhe um autógrafo.

Já com um semblante mais tranqüilo e o ego massageado, o goleiro também tentou assinar a minha camisa. Porém, eu o interrompi:

– Não quero um autógrafo!

– Por que não? Eu já joguei pelo Palmeiras.

Sem hesitar, eu desferi o golpe final:

– Jogou. Não joga mais.

E foi assim, de um jeito curto e grosso, que eu encerrei o assunto.

Com apenas 7 anos, eu já era fanático. Nunca tive vergonha de assumir isso pra ninguém.

Quando se ama incondicionalmente, não existe vergonha, medo, meio termo, razão ou qualquer reação previsível.

E é assim que eu amo o meu Palmeiras.

Siamo Palestra!!!

Elton Reale

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choque-rei-sp

Lembranças são o que não me falta ao lembrar de Palmeiras x São Paulo. Admito que o sentimento é bem diferente de jogar contra o Corinthians (nesses dias fico ansioso, mal durmo, eles são “os rivais”), mas pelo momento do time da Vila Sônia a rivalidade anda em alta.

Por isso vou colocar aqui algumas coisas que lembro do Choque Rei.

O INESQUECÍVEL
Palmeiras 2×0 São Paulo, Brasileirão 1993. Eu estava no Morumbi. Eu vi o gol do Edmundo. E vi o SPFC massacrar-nos na segunda etapa. Eles iam empatar. Preocupado e tenso, fui ao banheiro. De repente ouço gritos de gol. Era nosso! E um golaço do Sampaio, amigos… e eu não vi.

Vejam aqui.

O GOLAÇO
Eu adorava o Torneio Rio-São Paulo. Era demais bater nos times daqui e ainda humilhar os cariocas. Pena que acabou. Mas antes de acabar, em 2004, nosso gênio cabeçudo Alex fez um gol incrível. Não tem como não lembrar. Eu fiquei a noite toda revendo o lance.

Vejam e vibrem aqui.

GOSTINHO ESPECIAL
Esse é bem recente, mas é muito especial. Primeiro porque nos levou a final do Paulistão do ano passado e nós ganhamos. Segundo porque era contra o time encardido do Muricy. Terceiro porque foi do Mago Valdivia… e que gol! E que hora pra ele sair…

Vejam aqui o chororô do Ceni.

Enfim, é claro que já ganhamos umas e perdemos outras, mas o jogo de hoje é especial. Nem vale tanto para a classificação, mas é clássico. Eu aposto em uma formaçã ofensiva, no 4-4-2, bola centralizada no K9.

É hoje Verdão. Pra cima delas!

ROJAS.

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O que passa pela cabeça de um torcedor que, aos 40′ do segundo tempo, jogando em casa, percebe que seu time precisa marcar mais dois gols para se classificar? Nao sei na cabeça dos outros, mas, na minha, passava desânimo.

Afinal, já eram trinta e oito do tempo final no Palestra Itália, o Palmeiras empatava em 2 a 2 com o Flamengo e a vaga nas semi-finais da Copa do Brasil estava indo pro espaço. Sem forças, sucumbi e sentei na arquibancada.

Meu pai e meu irmão não me repreenderam; apenas silenciaram. Ao sentar, no entanto, um homem que eu nunca havia visto bateu em meu ombro e disse (com um inigualável sotaque baiano):

– Mininu, desanime não. O Vérdão vai é virar essa budega!

Eu, mais por corporativismo do que por ânimo, levantei. E mal fiquei em pé, Euller meteu a cabeça na bola e fez o 3º. Loucura total na arquibancada. Joguei minha blusa longe. Meu pai jogou seu boné longe. Meu irmão se jogou longe. Os degrais vibravam no ritmo do time.

Mas aos 46′ a coisa atingiu o ápice: em mais um bate-rebate daqueles na área, o mesmo Euller dividiu de costas e mandou a bola pras redes rubro-negras. Viramos, cazzo! 4×2… em cinco reles minutos!

Foi quando me lembrei do amigo baiano.

E juro que o procurei por cada canto do nosso templo sagrado daquele instante até a saída do estádio. Mal vi o Pimentel (lembra dele?) meter uma na trave e quase melar nossa festa. Não o achei mesmo. O cara sumiu.

Mal sabia eu, no auge dos meus então 14 anos, que aquele não era só um “baiano”. Era um anjo. Um anjo baiano.

ROJAS.

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Surge aqui um blog dedicado 100% à Sociedade Esportiva Palmeiras.

Um blog que tem como tema uma paixão. E exatamente por isso não tem um tema específico. Tudo o que lembra Palmeiras será colocado em pauta. De histórias a fotos, de histórico a fatos.

Sejam bem-vindos.

Siamo Palestra!

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