Feeds:
Posts
Comentários

Archive for 19 de junho de 2009

Fora Luxa?

luxa2

A discussão está no ar.

É impossível não comentar o assunto.

O xingam nas arquibancadas, picham muros pedindo sua saída, já o agrediram no aeroporto e, agora, até um site fizeram para pedir sua saída.

Eu também sou torcedor, eu também critico algumas de suas pedidas (Jéci, Capixaba, Jefferson, Evandro, Mozart, dispensa do Gustavo), esbravejo contra algumas mexidas, mas não peço sua saída.

Isso mesmo: eu apóio a permanência de Luxemburgo.

E por quê? Eis algumas razões:

  • O argumento de que ele só ganha porque tem grandes times é falho. Na verdade, ele só tem grandes times porque ganha. Isso veio com tempo e títulos. Ninguém gasta dinheiro e entrega o time nas mãos do Márcio Araújo.
  • O cara tem 4 Brasileiros e uma série de Paulistas. Nunca ganhou a Libertadores, é fato, mas isso não diminui sua competência.
  • Sem ele, o Palmeiras certamente não teria a Traffic. Isso é claro nas entrevistas de Jota Hawilla. E sem a Traffic, teríamos um time só de Capixabas.
  • E o mais importante: se sair o Luxemburgo hoje, quem vem? Nelsinho, Picerni, Lula Pereira, Renato Gaúcho?! Esqueçam Felipão: ele é e sempre será o melhor, mas está fora do Brasil (e lá ficará).

Enfim, estes são alguns argumentos. Acho que mais do que gastar energias querendo afastá-lo, agora devemos apoiar o time, a Sociedade Esportiva Palmeiras – que é nossa real paixão.

O Brasileiro está aí. E nós podemos ganhá-lo.

Capicce?

Siamo Palestra!

ROJAS.

Anúncios

Read Full Post »

sampaioxsp

Aproveitando a humilhação sofrida ontem pelo time do Jardim Leonor, em pleno Panettone, gostaria de contar para vocês mais uma dessas minhas histórias inesquecíveis de estádio.

Na verdade, essa foi bastante esquecível.

Era dia 04 de dezembro de 1993, o Morumbi estava lotado e lá estavámos eu (com meus 8 anos), meu pai e meu irmão nas numeradas mistas da Bambineira. O jogo estava muito parelho, com os dois times atacando bastante.

Eis que Edmundo, sempre endiabrado contra elas, abre o marcador para o Verdão. Festa total. Os são paulinos sentavam e se escondiam enquanto nós batíamos no peito, orgulhosos. Só que, a partir do gol, o time de Telê veio pra cima.

E foi uma pressão quase insustentável.

Tanto que, lá pelas tantas da segunda etapa, depois de eu pedir pela milésima vez para alguém me levar ao banheiro, meu irmão pegou na minha mão e disse: “vamos que a coisa tá feia”. Assim, corremos até o banheiro.

E lá, enquanto urinávamos no banheiro vazio, ouvimos o tradicional grito de gol. Gol? Só podia ter sido contra o Palestra… a pressão estava demais. Mas corremos, ainda esperançosos, com as calças nas mãos. E quando apontamos lá em cima dos degrais, vimos nosso pai pulando feito um canguru.

Meu Deus, era gol do Palmeiras!!!

Só o fato de termos perdido o gol já seria ruim. Mas então, ao chegar do lado do meu pai, o velho me chacoalhou e gritou: “E que golaaaaaaaaaço!!!”. Pronto… eu havia perdido um golaço.

E do Sampaio! Driblando todo mundo!

O jogo foi 2 a 0, fomos campeões brasileiros e foi o domingo em que eu mais assisti mesas redondas na minha vida.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »