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Archive for novembro \30\UTC 2009

Me faltam palavras para descrever o que foi este gol, Palestrinos.

Já vi chapéu duplo do Alex contra os bâmbis, já vi também conta a bicharada César Sampaio driblar meio time e guardar no Zetti, já vi gol de falta do meio da rua do Roberto Carlos, mas o que presenciei ontem no Palestra foi extraordinário.

Nunca mais acontecerá. E eu e mais 26 mil palmeirenses vimos ao vivo.

Segundo meu irmão “Só um cara completamente louco que nem o Diego Souza poderia fazer um gol desse. Talvez o Edmundo também tentasse, mas, fora eles dois, qualquer cara dominaria a bola”. Eu assino embaixo.

E deixo também uma nova dica de xaveco para vocês usarem na balada: “Pô, você é mais linda que o gol do Diego Souza!”

Obrigado, Dieguito. Sou eternamente grato.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vontade, Palestrinos, V-O-N-T-A-D-E.

Simples assim: sete letrinhas que fazem toda a diferença. Ontem, atuando com gana e querendo sair de campo com a vitória, o Palmeiras venceu e convenceu metendo 3 a 1 nas galinhas mineiras. Isso sem falar no gol maravilhoso de Diego Souza. Agora estamos a um empate da Libertadores e a um milagre do título.

O JOGO
Com muita velocidade e (finalmente) tocando a bola, o Verdão não precisou nem de 60 segundos para abrir o placar. Cruzamento perfeito de Deyvid Sacconi, carrinho preciso de Cleiton Xavier (aliás, incrível a diferença que CX10 faz) e 1 a 0 no placar. O empate, no entanto, veio logo em seguida: Love perdeu uma bola estúpida no meio e Tardelli ficou sozinho para marcar.

Aí, meus amigos, aí aconteceu o gol do ano. Ou da década, como preferirem. Diego Souza pegou de primeira um chutão do goleiro e, DO MEIO CAMPO, fez um golazzo inacreditável. Um verdadeiro presente para a massa que, mesmo desacreditada, lotou o Palestra na tarde de ontem.

E com 2 a 1 no placar, o Palmeiras se defendeu e tocou a bola da melhor maneira possível. Foi assim, aliás, que nasceu o 3º gol: troca rápida de passes, linda assistência de Sacconi, e gol de Vágner “Baladeiro” Love.

Intervalo de jogo, final de jogo. Afinal, o segundo tempo foi apenas simbólico: Marcos fez grandes defesas, Love e Ortigoza poderiam ter feito o quarto, mas a orelha no rádio era mais importante. Goiás 4×2 Bâmbis… chupa!!!

O MELHOR
Duas assistências incríveis e muita correria: Deyvid Sacconi foi o cara.

O PIOR
Difícil achar um pior ontem, mas Sandro Silva ficou abaixo do time.

PARABÉNS PRA MASSA!
Simplesmente um show da nostra torcida ontem no estádio. Todos pareciam ter o discurso ensaiado: torcer cobrando. E foi assim que só gritamos o nome de Marcos e Muricy, e foi assim que entoamos o hino por diversas vezes durante a partida.

FALHA FEIA
Em uma rodada como essa, é simplesmente inadmissível que o placar eletrônico do Palestra tenha ficado fora de operação. Aliás, que tal se fizessem um novo? Olha mais uma reforma aí, Belluzzinho…

E AGORA?
Agora tem mais uma final domingo, no Rio. O Botafogo desesperado para sair do calabouço e nós a um empate da Libertadores. Vai ser bem difícil, mas se o time atuar assim novamente e aproveitar o afobamento dos cariocas, dá pra sair de campo com a vitória (e, quem sabe, com o título).

"Aqui é Palestra, meu filho!"

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Amanhã tem mais uma final, Palestrinos.

E por mais que insistentemente nossa subconsciência (e a matemática) queira nos fazer acreditar que o título é possível, o jogo diante das galinhas mineiras vale nostro ano de 2010. Afinal de contas, é preciso vencer e garantir presença na Libertadores para não ver um ano tão sofrido se tornar perdido.

Forzza, Palmeiras!

O VERDÃO
Deve jogar no 4-4-2, com Wendel na esquerda, Cleiton Xavier de volta ao meio para ajudar na armação e Ortigoza fazendo dupla com Vágner Love lá na frente.

Mas, pra ser sincero, pouco me importa o esquema tático e os jogadores que vão entrar em campo. O que nós queremos é bem simples: vontade. Que o time jogue com raça, respeitando a massa que mais uma vez vai lotar o Palestra Itália e mostrando quem realmente quer continuar no elenco no ano que vem.

AS GALINHAS
O Atlético vem com o tradicional time de sempre.

Do meio pra trás é fraco, do meio pra frente é perigoso. Todo cuidado é pouco com Tardelli, Ricardinho e Éder Luís. Marcando bem o meia ex-gambá e bâmbi certamente o jogo ficará mais fácil. Pierre Souza nele!

MAIS BELLUZZO
O último post foi só sobre ele, mas faço questão de reiterar: vida longa ao nostro presidente! Ao saber que será julgado mais uma vez por aquele tribunal fétido do STJD sobre suas declarações na festa da Mancha, ele disse que não vai mudar: “Se um presidente não puder se expressar com paixão, que vá presidir um time de críquete”.

Perfecto, Bello!

PALPITES?
O meu é 2×0, com gols de Coalhada e Danilo. E o seu?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Agora eu perdi a paciência, Palestrinos.

Ontem, absolutamente todas as mídias do país atacaram o vídeo veiculado de nostro presidente em uma festa na Mancha, pouco mais de um mês atrás. No referido vídeo, todos condenam Belluzzo ao ele dizer que teríamos que “matar os bâmbis”.

Só tem um probleminha: esses repórteres tão bem formados e informados simplesmente ignoram o restante do discurso, onde Luiz Gonzaga Belluzzo defende a união de diretoria e torcida, uma proximidade e transparência maior – algo louvável. Apenas o Lance! trouxe mais declarações dadas na mesma noite.

E convenhamos que falar isso numa festa de torcida está bem longe de incitar a violência. É uma festa, é torcida, é figura de linguagem… Mas preferem pegar uma frase solta e condená-lo. Vende mais.

A verdade é que o Brasil e a impren$a estão cada dia mais chatos. Não é possível! Parece que de uns anos pra cá o futebol virou um mundo puro e ingênuo, que tem que ser exemplo para as criancinhas do mundo inteiro. Chega a ser revoltante.

E outra coisa: aproveito o momento para declarar que apóio Belluzzo em quase tudo que ele fez até agora a frente do Palmeiras. Ele trouxe patrocinadores sérios, chacoalhou o marketing do clube, ergueu de verdade um projeto de reforma do Palestra, investiu no time da menira que pode, defendeu a equipe publicamente e muito mais.

Só critico a demora em lançar um plano de sócio-torcedor decente e o excesso de “polidez” que teve em alguns momentos críticos (faltou pressionar STJD, treinador e equipe).

Saio 100% em defesa do nostro presidente. E espero que ele fique por mais quantos mandatos forem necessários. Forzza, Belluzzo!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A informação saiu ontem, Palestrinos.

No programa Estádio 97 (Rádio Energia 97), Benjamin Back – que também escreve para o Diário LANCE! – revelou ter uma fonte que afirma que há um racha no grupo do Palmeiras. Não deu maiores detalhes sobre o assunto, mas revelou que ao final do campeonato todos vão saber da verdade.

Embora seja gambá e isso não passe de um boato por enquanto, acompanho o trabalho do Benja já há algum tempo e ele não costuma errar nestes assuntos de bastidores. Foi através dele, aliás, que soubemos da contratação de Obina e tantos outros furos.

Fiquei pensando então o que poderia ter ocasionado este possível “racha”. E só duas coisas vem em minha mente: pouco comprometimento ou salários.

O pouco comprometimento poderia ter irritado atletas como Marcos, Danilo e outros que realmente desejavam conquistar o título. Já foram dadas declarações públicas, inclusive, sobre o assunto. Mas não creio nesta hipótese, até porque este atletas sabem que isso atrapalharia.

Já a segunda, que envolve grana, é mais plausível. Afinal, no meio do ano o Verdão segurou atletas como Maurício Ramos, Pierre, Cleiton Xavier e Diego Souza aumentando seus salários. Os dois primeiros se lesionaram seriamente; já os dois últimos simplesmente desapareceram.

Conhecendo jogadores de futebol e sua vaidade, não seria de todo o estranho saber que parte do grupo tenha ficado irritada com a pouca vontade e responsabilidade dos meias. E, por mais que pareça ridículo – já que ninguém ganha mal no Palmeiras -, isso poderia ter ocasionado sim uma crise.

E isso revelaria tão somente uma coisa, que se chama falta de comando. De Muricy, da diretoria e do próprio grupo.

De novo: prefiro não acreditar nisso, afinal são boatos. Mas com isso martelando em minha mente desde ontem a noite, não duvido que seja verdade. Nossa queda de rendimento foi notória até demais. E dinheiro, infelizmente, é o que 99% dos atletas querem.

O que vocês pensam disso?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Sem ilusões, Palestrinos.

Eu sempre fui o primeiro a defender que enquanto há matemática há esperança, mas não posso “vender” uma ilusão gigantesca como essa. Domingo, às 17h, no Palestra Itália, iremos jogar com as galinhas mineiras a vaga na Libertadores de 2010.

E por mais que isso pareça esmola para quem teve a taça na mão, a classificação para o torneio sul americano vale muito. Vale para manter dinheiro de patrocinadores e parceiros, vale para manter o trabalho planejado, a diretoria e tudo o mais.

(incluo neste “tudo o mais” Muricy Ramalho que, pessoalmente, acho que merece a chance de iniciar a próxima temporada e ser veementemente cobrado pelos resultados.)

Infelizmente, nostro 2010 já começou bem antes do final de 2009. Domingo é Libertadores.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Isso sempre acontece, Palestrinos.

Após grandes tragédias, grande parte das pessoas tende a escolher um culpado. E conosco, claro, não foi diferente. Muitos foram em cima de Maurício, outros de Obina, uns em Muricy, alguns na CBF, alguns outros em Belluzzo, imprensa, Simon…

A grande verdade é que todos esses são culpados. Mais uns, menos outros, mas todos são. E por mais que se queira achar o “maior” de todos, não existe um. Porque, se não, vejamos:

  • Maurício não jogava há anos, entrou numa partida dificílima diante do Inter, foi bem e conquistou seu lugar. Sem o xará Ramos e com Paulo Miranda no banco, teve que amadurecer jogando – e não conseguiu.
  • Obina inegavelmente se dedicou. Emagreceu, mostrou garra, fez 12 gols (3 nos gambás) e só esbarrou na própria limitação – tanto técnica quanto intelectual.
  • Muricy foi a melhor contratação que poderíamos ter para o banco. Como não querer um tricampeão brasileiro, com perfil totalmente oposto ao do mercenário WL? Errou, mas errou porque ele é assim – queiramos nós ou não.
  • Já Belluzzo é o ar novo que o clube precisava. Trouxe novas pessoas, profissionalismo, dinheiro, confiança… só que, num episódio isolado, foi torcedor-presidente. Se é que isso foi erro (eu não considero).
  • Diego Souza e Cleiton Xavier fizeram um 1º turno incrível, mas caíram no segundo. Vágner Love foi recebido de braços abertos por todos, mas não correspondeu.
  • A arbitragem e a CBF também agiram, nós sabemos. Mas isso é um câncer no futebol brasileiro, e acontece com todos os clubes uma hora ou outra.

E da mesma forma que não existe um culpado, não existe também um único mártir. Claro que Marcos, Pierre, Danilo, o próprio Belluzzo e outros saíram por toda essa campanha de maneira ilesa. Foram profissionais, mostraram caráter, deram a cara à tapa.

Mas todos também erraram durante o ano. Sem excessão. Um frango, uma bola perdida, uma decisão mal tomada… acontece, é humano.

De todas as coisas que martela em nostra cabeça desde a noite de ontem, essa é uma das poucas certeza que tenho: não tem um culpado, nem existe um mártir.

Fique puto, xingue, faça greve de fome, mas entenda isso.

Siamo Palestra (sempre)!

ROJAS.

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