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Archive for 12 de novembro de 2009

torcida1

Só posso pedir uma coisa a vocês, Paletrinos: acreditem!

Sei que o time está decepcionando muito.
Sei que nossa defesa voltou a ser uma peneira.
Sei que os principais nomes do elenco têm deixado a desejar.
Sei que conquistar 6 pontos em 24 disputados beira o ridículo.
Sei que este era o campeonato mais fácil de ganhar na história.

Mas, por favor, acreditem.

Não façam como fez surpreendentemente a Mancha no intervalo do jogo de ontem, ao chamar – sem dar nome aos bois – alguns jogadores de pipoqueiros. É errado. Intervalo de jogo também é jogo, é o que precede os últimos 45 minutos da partida. Isso é coisa de torcida fraca (lembram da despedida do Love, 2×0 no Pacaembú, com a bambizada vestida de amarelo?).

Em um campeonato tão disputado e doido como este, nostro sucesso ainda é possível. E só não será mais no dia em que a matemática deixar de permitir.

Aeeeê, Palmeiras minha vida é você!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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palxspo_1111

Será que eu vi um compacto, Palestrinos?

Ou será que mais uma vez entramos em campo desconcentrados, saímos atrás do placar e tivemos que suar sangue pra conseguir um empate? Foi exatamente assim contra havaianos e gambás. E parece que ainda nçao aprendemos… no entanto, nada perdido ainda.

O JOGO
O 3-5-2 se mostrou despropositado logo no início do jogo. Com apenas um jogador pernambucano fixo na frente, nossos 3 zagueiros (Edmílson, incluso, pois jogou de líbero) ficavam sem marcar ninguém e nós ainda perdemos o meio. Receita mais do que ideal para tomar dois gols seguidos.

Dois passes mal feitos, duas descidas em velocidade. Virou moda.

Enquanto isso, lá na frente, o Palmeiras atuava no mais tradicional estilo inglês da década de 80: chuveirinho. Dezenas de cruzamentos errados e sem alvo. Ao final dos 45 minutos, só uma cabeçada e um chute de Ortigoza na trave haviam levado perigo.

Pra segunda etapa, Muricy sacou os dois volantes (Souza e Sandro Silva), colocando Pierre e Deyvid. E com Deyvid em campo, o Verdão resolveu tocar a bola. Em um escanteio, Edmílson chegou 1 segundo atrasado. E aos 26, Sacconi recebeu lindo passe de Ortigol para fazer o primeiro.

Insandecido e mais ofensivo – finalmente Muricy sacou o camisa 3, apesar de ter entrado (o nulo) Marquinhos -, o Palmeiras foi pro abafa. E o empate saiu aos 30 minutos, após Danilo ter sido perfeito na conclusão: 2×2.

A virada poderia ter saído, mas o time, sem nenhuma inspiração, não conseguiria. Valeu a raça do segundo tempo, valeu por ver Pierre de novo jogando e valeu por ter vindo um ponto.

Mas que foi muito pouco, foi. Muito pouco.

O MELHOR
Ortigoza. Incrível como ele contagia nosso ataque com sua raça e voluntariedade em todo e qualquer lance.

O PIOR
Sempre que jogar, Edmílson terá este lugar cativo (ou ao menos o disputará com Marcão).

NULO
Diego Souza me fez criar uma nova categoria: o nulo.

ARBITRAGEM
Vamos ao fato: no gol de empate, o juiz – assustadíssimo – apitou antes de ter olhado pro bandeira, que acertadamente deixou o lance correr. Um estúpido acéfalo de apito na boca, é claro. Mas se apitou e validou o gol, errou.

Um erro não justifica o outro e a culpa, mais uma vez, é da CBF. Mais um árbitro fraco a ir para a geladeira neste verão.

O QUE FAZER AGORA?
Acreditar! É só isso que podemos fazer. Em um campeonato tão maluco que nem esse, nada impede que todo mundo perca pontos. A coisa está feia, mas ainda tem jeito.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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