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Archive for dezembro \29\UTC 2009

Agora peço licença para falar do blog, Palestrinos.

Se 2009 foi um ano para o Palmeiras esquecer, para este espaço – e, óbvio, para mim e para o Elton – foi um ano excepcional. No ar desde março, o Siamo Palestra! atingiu 251 posts, 542 comentários e quase 36.000 visitas. É muito pouco, se comparado a outros blogs alviverdes, mas é demais para um blog que nasceu de dois amigos durante um intervalo do Paulistão.

E mesmo sendo praticamente anônimo, o Siamo conseguiu uma parceria sensacional com o SigaSeuTime no Twitter, conquistando muitos leitores e amigos que hoje nos visitam diariamente.

São pouco mais de nove meses de vida. E após tanto escrever sobre o nostro Palestra, fico sem palavras para digitar mais do que isso: é um prazer dividir esta paixão com todos vocês!

Muito obrigado àqueles que visitam, comentam, concordam, discordam, xingam e reconhecem. 2010 vai chegar e, mais do que nunca, este espaço vai estar de olho em tudo o que acontece com a Sociedade Esportiva Palmeiras e sua massa de 15 milhões de apaixonados.

Em 2009, 2010 e sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

A única coisa que posso dizer

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Então é isso, Palestrinos.

Lá se vai 2009: um ano que já parece velho, mas que será lembrado por nós por muito tempo ainda. Afinal, este foi, mais do que nunca, o ano do “quase”. O ano da esperança que não se concretizou, da euforia que virou tristeza, do ânimo que se transformou no mais profundo desânimo.

Num breve balanço, eis a nostra campanha no ano: semi do Paulista, quartas da Libertadores, quinto no Brasileiro. Sendo bastante francos, poderíamos ter ido muito, mas muito além disso.

De momentos inesquecíveis, ressalto o gol mágico de Cleiton Xavier no Chile, mais uma santa atuação de Marcos no Recife, os 3 a 0 de Obina em cima da gambazada e o gol do meio-de-campo marcado por Diego Souza. De “esquecíveis”, a briga no Olímpico, a eliminação para um timeco na Libertadores e a atuação ridícula diante do Náutico, já no segundo turno.

As coisas são assim mesmo. E, quem sabe, em 2010 este time menos badalado nos dê mais alegrias, mais gols inesquecíveis e, claro, mais taças. Afinal, não somos os Campeões do Século XX a toa. E nem somos palestrinos por escolha da natureza.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não é nenhuma analogia ao ano, Palestrinos.

Mas no futebol, muitas vezes, é preciso perder para ganhar. E nessa tradicional reformulação de final de ano, é mais do que necessário saber abrir mão de quem não ajudou em 2009 – para ajudar mais emo elenco a melhorar em 2010.

Alguns dos jogadores com esse perfil já tinham ido embora. Os brigões Maurício e Obina (que ajudou, é verdade, mas precisava sair depois do ocorrido no Olímpico), os inoperantes Jefferson, Paulo Miranda e Jumar, e agora chegou a vez de mais dois: Marcão e Vágner Love.

Vocês devem imaginar minha alegria quando li as declarações de Belluzzo de que o pseudo-zagueiro estava çiberado para procurar outro clube. Eu acho Marcão ruim mesmo… raçudo, mas muito ruim.

Já Vágner Love, sustento, tem que sair. E, antes de qualquer coisa, tem que sair porque quer. Todo dia ele dá uma nova declaração ridícula, fala de segurança, fala de jogar no Maracanã… que vá e não volte nunca mais!

E, claro, é hora também de trazer bons jogadores. Mantendo o elenco que temos hoje, ainda precisamos de um lateral-esquerdo e, ao meu ver, uns dois atacantes. Mas, sem dúvidas, começar a se desfazer de quem não serve já é um grande passo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Natal é época de ganhar presentes, Palestrinos.

Este ano, no entanto, estamos ganhando presentes um tanto quanto comuns – tipo aquele par de meias que você ganha da sua tia-avó. Claro que a contratação em definitivo de Danilo, a vinda de Leo e o “fico” de Diego Souza e Cleiton Xavier são importantes, não duvide disso. Mas, tal qual o par de meias, é algo que não enche os olhos.

Ao que tudo indica, na segunda-feira deve ser anunciado mais um presente comum: Marcio Araújo, 25 anos, volante/meia que estava no Atlético-MG. Me lembro de algumas partidas dele, joga pela direita, é bom jogador. Contudo, não passa de outro par de meias.

O que a diretoria ainda não entendeu é que precisamos de reforços para o ataque. Aquele homem-gol. Aquele cara de presença, que chega pra marcar território. E, convenhamos, Robert não é esse cara. (Vágner Love poderia ser, mas continua dando declarações de quem quer sair do time.)

Sabemos que não é fácil. Sabemos que não é barato. E sabemos que será quase impossível ver a chegada de alguém deste calibre. Mas quando se pede um Playstation e se ganha meia de algodão, fica aquele clima esquisito no ar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Parece que ele está mesmo indo embora, Palestrinos.

Após uma passagem bem rápida pelo Verdão, tudo indica que Love está de saída. O que ajuda todo este processo, obviamente, foi o ato odioso de alguns bandidos que tentaram agredí-lo semanas atrás. E eu digo “o que ajuda”, porque está bem claro que ele já queria ir pro Flamengo faz algum tempo.

O camisa 9 nunca escondeu que é flamenguista. Nem que quer voltar para a Seleção. E disputar uma Libertadores pelo Fla seria a combinação ideal para um cara que, acima de tudo, está pensando nele.

Não sou da turma que condena Vágner Love. Ele nasceu no Palmeiras, foi extremamente importante na Série B e chegou a ir muito bem na elite em 2004. Foi vendido – a preço de banana, sabemos -, para fazer caixa da administração falida do sapo gordo. E sua volta foi comemorada com razão, já que é inegável o faro que ele tem para fazer gols.

No entanto, sua segunda passagem (ainda) não vingou. Marcou poucos gols, pareceu desentrosado, desconfortável e, acima de tudo, deslumbrado com a volta ao país. Não raro foi visto em baladas. Não raro foi criticado. E ainda que em campo fosse possível ver aplicação, ele simplesmente não convenceu.

Aquele personagem nascido na Copa São Paulo, quando marcou gols e ficou célebre por levar uma mulher para a concentração dos juniores, simplesmente cresceu. Inflou. Seu ego, hoje, é maior que o Palmeiras. É maior que qualquer time do mundo. Sem precisar mais de dinheiro, ele simplesmente decidiu fazer o que quiser.

E, infelizmente, ele está fazendo o que quer com a nostra diretoria. Por culpa do próprio comando do time, da direção, da torcida e dele mesmo.

No que depender de mim, espero que ele saia. Pode parecer contraditório, já que defendo um time forte em 2010 e tenho certeza do quanto iremos perder em qualidade. Contudo, mais vale um jogador mediano que esteja contente no grupo, do que um talentoso que simplesmente não quer mais jogar.

É melhor este personagem sair de cena no teatro Palestra Itália.

Siamo Palestra.

ROJAS.

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“Time forte em 2010”

Essa é a promessa que temos ouvido, Palestrinos.

Tanto Belluzzo, quanto Cipullo e a Traffic prometem que teremos um belo time para 2010. E alguns passos já foram dados neste caminho. Mas é bom ficarmos espertos com essas declarações…

Se por um lado Danilo ficou e Léo foi contratado – mantendo uma defesa forte -, por outro estamos vendo nostro ataque simplesmente ir embora. Obina já havia sido dispensado; Ortigoza não será comprado em definitivo; e agora Vágner Love está forçando a barra para sair.

A diretoria já anunciou que está tentando manter Robert. Agora, sinceridade: vocês realmente acham que Robert, Lenny, Willians e Lovinho é um grupo de respeito?

E mais: sem peças de reposição, ficará quase certo que Muricy usará Diego Souza de atacante. Isso iria sobrecarregar Cleiton, transformar Diego num simples trombador, além de não sabermos se Sacconi fica (está tirando passaporte italiano e a Fiorentina tem interesse).

Falam em Conca, Macnelly Torres, Valdivia, Kléber… mas até agora, nada.

Se o Palmeiras quer mesmo ter um time forte, é bom se mexer. Porque, por enquanto, este esqudrão está bem longe de nossas vistas.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Marcão voa e pára Vampeta

Nostalgia, Palestrinos, nostalgia.

Ontem um amigo me enviou vídeos da famigerada final do Mundial Interclubes de 1999 e não pude deixar de entrar neste clima de lembranças. Afinal, aquele não foi apenas o dia em que perdemos para o Manchester; aquele foi o dia em que eu aprendi que heróis também erram.

Para mim, Marcos é – e sempre foi – espetacular. Meu maior ídolo. Mas naquela época, então com meus 14 anos, São Marcos era um super herói. Melhor que os dos gibis, muito mais poderoso que os gols dos atacantes, bem maior que as traves.

Afinal, 99 foi o ano em que ele resolveu começar a fechar o gol descaradamente. Nas quartas da Libertadores, quando perdemos por 2 a 0 para o gambás e nos classificamos nos pênaltis, ele não só pegou a cobrança do Vampeta como fechou o gol de maneira impressionante.

Depois ainda pegou tudo contra o Vasco, contra o River, contra o Cáli.

E de repente, aos 34 minutos, quando Giggs cruzou uma bola desprentenciosa da esquerda, meu herói errou. Passou da bola. Deu um passo a frente. Uma criptonita inglesa o encontrou. E nós perdemos.

Pouco importava se tínhamos jogado melhor, se Asprilla e Oséas haviam perdido gols incríveis, se Alex tinha tido um gol extremamente mal anulado. Nós tínhamos perdido o Mundial e todos apontavam para Marcos.

Eu não admitia, xingava Júnior Baiano, mas sabia que ele tinha errado. Logo ele. O camisa 12 de capa verde nas costas.

No entanto, após o jogo, ainda com os olhos inchados de chorar, vi sua entrevista no Globo Esporte. E bastaram poucas frases para o meu herói dar a volta por cima. Assumiu o erro, disse que acontece, que ia trabalhar mais, que ia errar menos nas próximas.

Dito e feito. São Marcos fez mais misérias na Libertadores de 2000 (nem preciso citar o pênalti do Anti-Cristo), foi campeão mundial em 2002 e até hoje nos dá alegria. Mas muito mais do que isso, Marcos me ensinou uma coisa: que todos erram. E que todos podem acertar mesmo errando.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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