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Archive for fevereiro \26\UTC 2010

O que foi a partida de ontem, Palestrinos?

Contra um verdadeiro time de churrasco, o Palmeiras não fez mais que a obrigação e mandou quatro pra cima dos piauienses ruins de bola. E olha que poderiam ser 7 ou 8 se, principalemente, Deyvid e Robert não fossem tão errôneos na hora de finalizar. No final das contas, missão cumprida.

O JOGO
Com Edinho no lugar de Marcio Araújo, Figueroa no lugar de Wendel, Sacconi substituindo CleitonX e Marquinhos na vada de Lenny, o Palmeiras manteve o 4-4-2 e entrou em campo disposto a matar logo a partida. Tanto que em menos de três minutos, Robert já havia feito 1 a 0 de pênalti, e antes dos 35 já estava 3 a 0 – o segundo de Leo e o terceiro novamente de Robert.

No segundo tempo o ritmo caiu, Kojac mexeu no time (William mais uma vez foi nulo, mas Ivo mostrou que pode ajudar) e os 45 minutos finais só serviram para Edinho Shrek mandar um golazzo de voleio. Noves fora a fragilidade do time adversário, o Verdão foi bem.

O MELHOR
Pelos dois gols e mesmo com os tantos gols perdidos, Robert.

O PIOR
É praticamente impossível apontar um pior ontem, mas achei que Diego Souza ficou devendo.

JARDEL
Impossível não comentar a participação histórica de Jardel no jogo de ontem. Ele não só está ridiculamente gordo e com lordose, como conseguiu se lesionar no aquecimento. E pensar que ele já foi Chuteiro da Ouro da Europa num passado nem tão distante…

E AGORA?
Agora vamos enfrentar o Paysandu pela 2ª fase da Copa do Brasil. E domingo agora tem jogo contra o Rio Claro, fora de casa, pelo Paulistão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Hoje tem Copa do Brasil, Palestrinos.

E já que nostra incompetência nos obrigou a fazer o jogo de volta, que o façamos da melhor maneira possível: sem sustos, se impondo e jogando bola. Entendam que a questão não é nem golear, é jogar bem. Contra um adversário bastante frágil, o mínimo que se espera é um bom futebol.

Antônio Carlos deve poupar alguns jogadores (Wendel, Marcio Araújo e Cleiton Xavier) e faz bem. Com a grande seqüência de jogos e uma partida razoavelmente simples, seria até mais prudente poupar mais gente e fazer uns testes. O Paulistão certamente tem adversários mais fortes que o Flamenguinho piauiense do temido atacante-baleia Jardel.

Por isso, caro Kojac e jogadores, hoje é dia de jogar bola no Palestra Itália. Só assim a equipe vai ganhando confiança e engrenando rumo a vôos mais altos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ainda falta muita coisa

 

Nem tão ao céu e nem tão a Terra, Palestrinos.

A grande verdade é que o Palmeiras não é o time ridículo que tomou 4 do São Caetano e também não é uma máquina de jogar bola e fechar espaços como foi no segundo tempo diante dos bâmbis. O Palmeiras, hoje, é exatamente a intersecção dessas duas equipes.

Não vou ser Emerson Leão e dizer que o time é nota 5, porque é mais. Temos um goleiro santo, três bons zagueiros, três bons volantes e três bons meias (quando Lincoln puder jogar, quatro). Nos falta, claro, mais laterais com qualidade (os nossos 4 quebram o galho) e atacantes (Ewerthon chegou, mas ainda não chegou).

Tendo um padrão tático bem definido – e isso o nostro querido Kojac quer fazer com o 4-4-2 -, podemos pensar em alçar vôos mais longos. Usando um português bem claro, ao estilo do também Palestrino Ratinho: “tá ruim, mas tão bão”.

Ainda falta muita coisa. Mas tem jeito.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Prazer, Ivo.

Chegaram mais dois reforços, Palestrinos.

Um deles já era bastante esperado e responde pelo nome de Ewerthon, 28 anos, atacante, ex-gambá e com muito anos de experiência na Europa. O outro foi surpresa total: Ivo, 23 anos, meia ex-Juventude, que chegou de graça e foi indicado por Antônio Carlos.

Fiquei intrigrado com o garoto e fui procurar referências. Eis-la:

Pelas imagens e pela referência que ele contou ter (ninguém menos que Alex Cabeção), pode ser uma bela opção de banco junto com Deyvid Sacconi. Bem vindo, Ivo. E não se esqueça que aqui é Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi um jogo brilhante, Palestrinos?

Claro que não. Na verdade, foi mais um Palmeiras e SPFW modorrento, cheio de erros e a ponto de deixar qualquer torcedor implorando pelo final do 1º tempo. Mas a postura que o Verdão demonstrou em campo já me deixou bastante animado. Espero que essa raça continue e que o time finalmente engrene rumo a algo maior.

O JOGO
O primeiro tempo do jogo de ontem deveria ser apagado da história do futebol. Foi simplesmente bizarro, exceto por dois ou três lances. No entanto, o Palmeiras teve muito mais volume de jogo e a surpresa de Antônio Carlos – vulgo Eduardo – estava bastante voluntarioso pela esquerda (toma essa, Armero!).

Daí, mal  começou a segunda etapa, o tal de Xandão foi corretamente expulso e o Verdão resolveu tomar conta do jogo. Com dois balaços de cabeça de Robert (mais uma assistência de Cleiton e outra, quem diria, de Marquinhos), nostro Alviverde fez 2 a 0, não deu a menor chance pra bambizada e podia até ter feito o 3º em lindo lance de CleitonX.

Robert definitivamente queimou minha língua. E ganhou moral para o seguimento do ano.

O MELHOR
Nunca pensei que escreveria isso, mas… Robert.

O PIOR
Difícil escolher um, mas não gostei muito da afobação do Marcio Araujo.

KOJAC
Antônio Carlos mostrou excelente postura no jogo de ontem. Colocou o time no 4-4-2, estreou bem Eduardo e mostrou que até Lenny pode ser produtivo quando a equipe se esforça. Além do mais, comemorou demais os gols e passou vibração durante toda a partida.

Continuo achando que não era o cara ideal, mas ganhou respeito (a la Dunga).

E AGORA?
Agora tem Copa do Brasil, na quarta, diante do fantástico Flamengo piauiense. E, claro, esperamos uma boa vitória. O resultado de ontem não quer dizer que viramos uma máquina de jogar bola (assim como a derrota não seria o final do mundo), mas aumentou nostra expectativa.

Chegou Ewerthon, chegou um tal de Ivo (meia canhoto) e esperamos que cheguem títulos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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E lá vamos nós, Palestrinos.

Após as polêmicas saídas de Muricy e Toninho Cecílio, o Palmeiras anunciou seus “novos” comandantes: Antônio Carlos e Seraphim Del Grande. Entenderam agora porque novos está entre aspas?

Antônio Carlos Zago, 40 anos, fez sucesso como zagueiro do Verdão e depois atuando pela Roma (ITA). No mundo administrativo sua experiência é bem menor: foi diretor da gambazada por quase dois anos e depois treinou o São Caetano por um ano (7º lugar na Série B 2009 e atual 7º lugar no Paulistão 2010).

No currículo, diversas polêmicas que vão de entradas violentas, passam por racismo (no Juventude, todos se lembram) e acabam no lance capital de sua saída do curintia (levar o Ronaldo pra “balada”).

Seraphim Del Grande é uma daquelas figurinhas que estão no Palmeiras desde que eu nasci. Participou da montagem daquele time dos anos 90 (obviamente com a ajuda bastante providencial da Parmalat), foi presidente do clube e depois se exilou no conselho.

É um dos braços direitos de Belluzzo e ganhou o cargo de presente. O mais curioso é que foi ele próprio quem liderou a saída dos dois ex-integrantes da comissão (o que deixa essa história ainda mais com cara de política porcamente – sem trocadilhos – mal feita).

Enfim, eu achei as duas trocas ruins. O cargo de diretor foi uma escolha totalmente política e o de treinador foi claramente financeira. Óbvio que pesa a identificação e raça que Antônio Carlos pode passar para o grupo, mas, de verdade, é uma aposta total no escuro.

Domingo tem clássico com a bambizada. E seja o que San Genaro quiser!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É óbvio que alguma coisa precisava ser feita, Palestrinos.

Mas, mais uma vez, a nostra diretoria se mostrou fraca e pendeu para o lado mais fácil da situação: demitir o treinador. Não que eu ache que o time esteja indo bem – muito pelo contrário – e que tenha um baita padrão tático, contudo, após a reformulação de começo de ano (dispensa de uns, chegadas de outros poucos) seria natural se ter mais paciência.

Porém, Belluzzo sucumbiu. Me decepcionou. Eu, que gosto tanto dele e o defendo, me senti um idiota vendo que a pressão política histórica e ridícula do Palmeias rendeu nostro presidente. Pressão essa, aliás, advinda do conselho totalmente volátil em suas opiniões e de um diretor fraco como Cipullo.

Eu realmente acho que Muricy estava devendo e que Toninho Cecílio tinha sua parcela de culpa (é bom lembrar que Belluzzo pediu que ele reduzisse em 30% os gastos com o elenco, o que atrasou a chegada de reforços); no entanto, são duas pessoas que realmente trabalharam e se esforçaram pelo clube e que não terão substitutos à altura no momento.

Não tenho nada contra Antonio Carlos – que é identificado com o Verdão e sempre demonstrou fibra -, mas ele é inexperiente demais pra assumir nostro Palestra. Isso sem falar as papagaiadas que ele fez enquanto esteve na gambazada e no sul. Antes buscassem o Jorginho de volta ou conversassem com o Silas, que está “mal” no Grêmio.

E pior ainda é aguentar Mustafá cantando vitória e ler Lixomburgo colocar uma nota na imprensa apoiando Muricy – ao qual ele nunca gostou e sempre alfinetou…

Enfim, desculpem por essa nota verborrágica. Foi um desabafo. Eu estou simplesmente decepcionado com esta atual diretoria e já estou quase desistindo de achar que um dia nostro amado alviverde terá uma direção forte.

Seja como for, sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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