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Archive for 19 de fevereiro de 2010

E lá vamos nós, Palestrinos.

Após as polêmicas saídas de Muricy e Toninho Cecílio, o Palmeiras anunciou seus “novos” comandantes: Antônio Carlos e Seraphim Del Grande. Entenderam agora porque novos está entre aspas?

Antônio Carlos Zago, 40 anos, fez sucesso como zagueiro do Verdão e depois atuando pela Roma (ITA). No mundo administrativo sua experiência é bem menor: foi diretor da gambazada por quase dois anos e depois treinou o São Caetano por um ano (7º lugar na Série B 2009 e atual 7º lugar no Paulistão 2010).

No currículo, diversas polêmicas que vão de entradas violentas, passam por racismo (no Juventude, todos se lembram) e acabam no lance capital de sua saída do curintia (levar o Ronaldo pra “balada”).

Seraphim Del Grande é uma daquelas figurinhas que estão no Palmeiras desde que eu nasci. Participou da montagem daquele time dos anos 90 (obviamente com a ajuda bastante providencial da Parmalat), foi presidente do clube e depois se exilou no conselho.

É um dos braços direitos de Belluzzo e ganhou o cargo de presente. O mais curioso é que foi ele próprio quem liderou a saída dos dois ex-integrantes da comissão (o que deixa essa história ainda mais com cara de política porcamente – sem trocadilhos – mal feita).

Enfim, eu achei as duas trocas ruins. O cargo de diretor foi uma escolha totalmente política e o de treinador foi claramente financeira. Óbvio que pesa a identificação e raça que Antônio Carlos pode passar para o grupo, mas, de verdade, é uma aposta total no escuro.

Domingo tem clássico com a bambizada. E seja o que San Genaro quiser!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É óbvio que alguma coisa precisava ser feita, Palestrinos.

Mas, mais uma vez, a nostra diretoria se mostrou fraca e pendeu para o lado mais fácil da situação: demitir o treinador. Não que eu ache que o time esteja indo bem – muito pelo contrário – e que tenha um baita padrão tático, contudo, após a reformulação de começo de ano (dispensa de uns, chegadas de outros poucos) seria natural se ter mais paciência.

Porém, Belluzzo sucumbiu. Me decepcionou. Eu, que gosto tanto dele e o defendo, me senti um idiota vendo que a pressão política histórica e ridícula do Palmeias rendeu nostro presidente. Pressão essa, aliás, advinda do conselho totalmente volátil em suas opiniões e de um diretor fraco como Cipullo.

Eu realmente acho que Muricy estava devendo e que Toninho Cecílio tinha sua parcela de culpa (é bom lembrar que Belluzzo pediu que ele reduzisse em 30% os gastos com o elenco, o que atrasou a chegada de reforços); no entanto, são duas pessoas que realmente trabalharam e se esforçaram pelo clube e que não terão substitutos à altura no momento.

Não tenho nada contra Antonio Carlos – que é identificado com o Verdão e sempre demonstrou fibra -, mas ele é inexperiente demais pra assumir nostro Palestra. Isso sem falar as papagaiadas que ele fez enquanto esteve na gambazada e no sul. Antes buscassem o Jorginho de volta ou conversassem com o Silas, que está “mal” no Grêmio.

E pior ainda é aguentar Mustafá cantando vitória e ler Lixomburgo colocar uma nota na imprensa apoiando Muricy – ao qual ele nunca gostou e sempre alfinetou…

Enfim, desculpem por essa nota verborrágica. Foi um desabafo. Eu estou simplesmente decepcionado com esta atual diretoria e já estou quase desistindo de achar que um dia nostro amado alviverde terá uma direção forte.

Seja como for, sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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