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Archive for abril \19\UTC 2010

O final de semana de descanso já passou, Palestrinos.

Quarta-feira temos o jogo mais importante do ano e, na minha opinião, precisamos de duas coisas: pés e bola no chão. Pés porque o Palmeiras temq eu ter consciência de que joga com a vantagem; bola porque, tecnicamente, é impossível comparar as duas equipes.

Na Copa do Brasil, um gol fora de casa vale mais do que dois, vale o jogo. Por isso o time precisa entender que não basta ficar na defesa cabeceando bola para fora da área (como aconteceu em boa parte do primeiro jogo). Claro que não vamos no expor, mas é preciso pé no chão – atacar com inteligência e não a “lá Armero”.

Outro ponto é que, sem Paulo Baier, o Ventinho vai cruzar menos e tentar mais pelo chão. Aí que entra a bola no chão. Com ela dominada, nós somos imensamente melhores. Diego Souza, Figueroa, Lincoln, Ewerthon, Robert… no time deles, só Netinho tem um pouco mais de qualidade.

É por essas e outras que, mais do que raça e determinação, vamos precisar de inteligência. E torcida, muita torcida.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Robert fez o gol da vitória.

Copa do Brasil é assim, Palestrinos.

Quando se joga dentro de casa, você se preocupa em não tomar gols; quando joga fora, se preocupa em fazer um. Foi com este pensamento que o Palmeiras entrou em campo ontem, diante do fraco time do Atlético/PR, e fez a vantagem mínima. Poderia ter sido mais? Sem dúvidas. Mas ficou de bom tamanho.

O JOGO
Na base do bumba meu boi, o Verdão começou a partida forçando o jogo pela direita e tentando pressionar a brisinha curitibana. Aliás, todo o 1º tempo se desenrolou do mesmo lado do campo: o Palmeiras atacava pela direira com Figueroa e M. Araújo, enquanto que o Atlético subia pela esquerda, com Márcio Azevedo e Paulo Baier.

E foi justamente naquela faixa do campo que Robert, aos 14′, tabelou com Edinho e fez o gol da vitória. Um gol simples, usando o tradicional um-dois e que ganhou um temperinho especial com o passe cheio de marra do camisa 3.

A partir daí, amicos, os 30  minutos subsequentes se resumiram a nostros chutes de longe e aos 58 escanteios batidos pelo morfético do Paulo Baier – onde ele tomou amarelo e merecia até o vermelho (que foi dado com justiça mais tarde).

Na segunda etapa, o recado de Antonio Carlos Kojac ficou bem claro: não se expor e só subir na boa. Daí foi passe pra cá, passe pra lá, mais centenas de cruzamentos em nossa área (e só perdemos uma delas, em grande defesa de São Marcos) e nada de gols.

Poderia ter sido 2. Mas, ontem, 1 a 0 foi goleada.

O MELHOR
Nunca achei que fosse escrever isso aqui, mas foi Edinho. O nostro Shrek deu passe de calcanhar, defendeu feito um leão e chegou até a finalizar.

O PIOR
Pelo que se esperava dele no jogo, Lincoln.

O CASO DANILO
Vamos ao lance como ele foi (eu estava atrás do gol e vi do mesmo jeito que depois na TV): escanteio, fazem falta em São Marcos, o juiz bundão não marca, Danilo tomada uma cabeçada de Manoel fora do lance, dá uma cusprada de volta e fala grita com ele no chão.

Manoel merece punição pela cabeçada (e pelo posterior pisão em Danilo no final do jogo)? Sim. Danilo merece punição pela cusparada? Também. Mas Danilo agrediu verbalmente o zagueiro, chamando-o de “macaco”? Aí é palavra contra palavra.

No futebol, infelizmente, sabemos que ofensas desse tipo são comuns. Pode ter acontecido (e então Danilo mereceria, sim, mais punição). Mas por que, ao sair para o intervalo, Manoel disse que não houve nada e que havia sido coisa de jogo e depois de tomar banho quis fazer B.O.?

Está na cara que é pra colocar o Palmeiras em uma situação complicada na quarta que vem.

Mas quer saber? Vamos lá e vamos ganhar do mesmo jeito.

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Atualizando: acabo de ouvir o áudio da ESPN e Danilo realmente chamou Manoel de “macaco do caralho”. Está errado e merece punição. Pior para a gente, que vai perdê-lo por até 120 dias na Copa do Brasil e no Brasileirão, e pior para o próprio camisa 23, que vai responder processo sobre isso.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Cá estamos nós novamente, Palestrinos.

Mais um jogo decisivo no ano e mais uma vez os líderes do time pedem estádio lotado. Para o duelo de quinta, 19:30h (aliás… que horário escroto!), diante do Ventinho/PR Paranaense, Danilo, Antônio Carlos Kojac e São Marcos pediram que todos lotemos o Palestra Itália.

O problema é que, exceto pelo jogo diante dos bambis, o Palmeiras só nos decepcionou em casa este ano. Citando apenas duas das “decisões” entregues este ano, basta lembrar das partidas com Santo André e Ponte Preta. A massa foi, pagou R$30 e o time não correspondeu.

É normal que a desconfiança esteja em alta. A pergunta é: “dá pra confiar”?
E a resposta, pelo bem de todos é: “claro que dá, cazzo”!

Apesar do elenco ainda não merecer nostra confiança, nunca é demais lembrar que se trata da Sociedade Esportiva Palmeiras e do nostro futuro em 2010. Chegamos ao ponto de que ou vai na Copa do Brasil ou não vai mais a lugar nenhum. Além do mais, nostro Santo goleiro disse que o time irá jogar com raça, “ralando a bunda”.

Então, nesta quinta, apoie o Verdão de onde você estiver.
Mas, se for pra xingar, que fique em casa e nem ligue o rádio.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ontem aconteceu uma coisa triste, Palestrinos.

Quando a rodada terminou, a bola parou de rolar e o Palmeiras tomou 3 a 1 do Paulista, não me senti desapontado. Nem nervoso, nem desanimado. Fiquei simplesmente indiferente. Indiferente diante de um resultado ridículo que deveria, no mínimo, render um post com críticas e reclamações.

Um momento que deveria render um post gigantesco sobre um time que comete falhas infantis, sobre jogadores descompromissados, sobre uma diretoria que parece não se preocupar, sobre tudo e sobre todos. Deveria, mas não vai render.

E não vai render porque ontem, ao olhar a tabela e ver que perdemos mais uma vez e que terminamos um Campeonato Paulista na 11ª colocação, eu não mudei minha expressão. Como se isso fosse a rotina de um time campeão como o nostro. Uma triste rotina.

Só queria lembrar que somos apaixonados pelo Palmeiras e não por aqueles vestem a camisa. Esses passam, mas a nostra grandeza continua.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É hora de arrumar a casa, Palestrinos.

Esqueçam os testes do Paulistão, as chuvas torrenciais e as especulações de contratação, porque agora é hora de se preparar para a Copa do Brasil. Quarta que vem, dia 14/07, vamos receber o Atlético/PR em casa e temos a obrigação de vencer – sem tomar gols, é sempre bom ressaltar.

O adversário não está empolgando no Estadual, onde o Coritiba está deitando e rolando, e deve vir pra cá na tradicional retranca que busca um gol de bola parada. Já o Palmeiras deve tocar a bola e ter paciência para construir o resultado com sua aparente superioridade.

O time não deve mudar muito do que vem jogando, num 4-4-2 que tem funcionado quando os jogadores certos são escolhidos. Temos 10 dias até o dielo mais importante do 1º semestre e o foco tem que estar nele. Se quiser escalar os fraldinhas nesta quarta-feira, em Jundiaí, Kojac tem meu apoio.

ESPECULAÇÕES
Taison seria ótimo? Seria. Mas deve chegar? Difícil.

Já o desconhecido Pauo Henrique seria o ideal para o nostro ataque? Não. Mas deve chegar? Sim, afinal a Traffic já contratou o atleta do Hereveen, da Holanda.

E Diego Souza, vai mesmo sair? Não se sabe. Existe a possibilidade? Sim. Quando saberemos disso? Só quando a Traffic receber alguma proposta oficial e aceitar – ou não.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não foi uma vitória com “V” maiúsculo, Palestrinos.

Mas, considerando o atual momento, o 1 a 0 de ontem sobre o Paysandu no Palestra Itália é mais do que bem recebido. E o mais importante foi ver e ouvir os pouco mais de 7 mil presentes embalando a equipe durante toda a partida. Como eu disse em outro post, se é pra ir ao jogo, que vá para apoiar.

O JOGO
Mesmo atabalhoado e errando os tradicionais passes no meio, o Palmeiras foi melhor desde o início. Tentou, correu, brigou e foi criando algumas boas chances. Bruno Paulo, o estreante da noite, pegava a bola e ia pra cima com certa freqüência, fazendo a torcida ter uma vaga esperança de ainda ter um jogador driblador na equipe.

Só na primeira etapa, foram chances com Armero, Ivo e o próprio Bruno Paulo – todas sem sucesso. Pra melhorar, o péssimo árbitro de ontem deixou de marcar uma cortada de vôlei do zagueiro do Paysandu dentro da área e nos impediu de abrir o marcador de pênalti.

Mas aos 15′ da segunda etapa, após perder chances e mais chances lá na frente, Robert recebeu um cruzamento perfeito de Pablito Armero e meteu a cabeça na bola. O mais curioso foi que o lance começou em um chute de Diego Souza que tinha o endereço do gol e bateu nas costas de B. Paulo, sobrando pra Armerito cruzar.

Enfim, resultado feito, 1 a 0 no placar e torcida em paz.

O MELHOR
Robert fez um gol e perdeu outros, merece o destaque pela garra.

O PIOR
Ninguém foi tão mal assim e eu acho maldade crucificar Marcio Araújo, que é volante e não lateral-direito. Hoje ficamos sem pior em campo. 

REFORÇO
Parece que Ernesto Farías pode finalmente chegar ao Verdão. O Porto já aceita negociá-lo, o Palmeiras precisa de atacante e, salvo engano, acho que será um bom negócio. Me lembro dele na época de River e ele era bastante brigador.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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