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Archive for maio \31\UTC 2010

Final de semana normal, Palestrinos.

O empate sem gols diante do Alphaville/Prudente não foi nada surpreendente. Aliás, pelo contrário: o resultado foi apenas reflexo do elenco que temos hoje. Com altos e baixos na partida, o que vimos foi uma equipe que até pode ir bem, mas que ainda sofre bastante com a falta de um bom centro-avante.

Se Kléber vem ou não, Valdívia volta ou não, Felipão vem ou não, ninguém sabe. Mas o fato é que seria bom a nostra diretoria se concentrar em alvos mais ‘reais’. Assistam jogos da Série B, observem quem está encostado na Europa, vejam a molecada do Palmeiras B… façam algo.

O próprio elenco vem dizendo que o time está no limite. Isso quer dizer que a qualquer sinal de lesão ou suspensão, a coisa pode degringolar. E se até agora sofremos apenas 3 gols em 5 jogos, também é verdade que fizemos apenas 5 – sendo que quatro foram no mesmo jogo.

Ou o Palmeiras aproveita este um mês de Copa do Mundo para se mexer ou a nostra normalidade vai ser essa para o resto do ano.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O projeto é lindo, Palestrinos!

E antes que qualquer “língua preta” comece a dizer que projeto não é certeza de nada, já me adianto: isso não é uma maquete, é um vídeo muitíssimo bem produzido (e caro). Ninguém faz algo assim para um projeto que jamais vai sair do papel. Chorem gambás, bambis e imprensa marrom.

Continuo sendo um defensor ferrenho da nova Arena. O Palestra deixará saudades do jeito que é e sempre foi, mas a nostra casa precisava de uma reforma para continuar sendo uma casa orgulhosa.

PS: O post só existe por causa da indicação dela, a amiga Milena Bolognese.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não vamos nos iludir, Palestrinos.

Ontem, no Morumbi, nós não perdemos porque falhamos no 7º pênalti em 9 batidos no ano. Ontem, mais uma vez, nós perdemos para os nostros próprios erros. Simples assim. Erros de um time que teve 46 passes errados, que se virou na base do chutão, que mais uma vez dependeu de Marcos e que, de novo e de novo e de novo, saiu derrotado pela própria incompetência.

O JOGO
O Palmeiras entrou em campo com o mesmo time e proposta de sábado: fechar o meio, tocar a bola e atacar quando possível. Assim começamos num 4-4-2 que dependia muito dos apagados e bem marcados Lincoln e Cleiton Xavier, e que piorou ainda mais quando nostro camisa 10 saiu lesionado e Souza foi para o jogo. Pra resumir, o primeiro tempo foi de marcação.

E tão logo começou o segundo, Maurício Ramos cometeu o erro infantil de marcar um atacante canhoto pelo lado direito e sofremos o gol. A partir daí, foi bumba-meu-boi. Atacamos, corremos, tentamos, mas sem elenco é realmente difícil. Imaginei Parraga olhando para o banco e estudando se colocava Ivo ou Paulo Henrique, Dio mio…

Então, na última chance que tivemos, Ewerthon bateu o pênalti e perdeu. Rogério mudou de tática, não ajoelhou e pegou bem a cobrança. Não adiante crucificar o atacante. Outros já perderam, o problema é psicológico, vai passar assim que um deles balançar as redes.

Em suma, o resultado de um jogo ruim e mal jogado só poderia ter sido a derrota.

O MELHOR
Sempre ele, São Marcos – embora Vinicius mereça menção honrosa.

O PIOR
Mauricío Ramos perdeu todas pelo alto e errou no gol. Mas ganharia fácil a companhia de Marcio Araújo.

NOVO TREINADOR
Felipão não vem, é um fato. Então eu continuo com minha opinião: melhor deixar Parraga trabalhar e ganhar seu dinheirinho, ao invés de gastar milhares de reais com um Zé Mané qualquer. Sem ilusão, a melhor coisa a fazer é ter os pés no chão.

E AGORA?
Agora é seguir em frente. Sabemos qual é a nostra realidade e o jogo de sábado, “em casa”, diante do Grêmio Prudente é essencial. Precisamos vencer e continuar caminhando no torneio. Um time mediano buscará uma posição mediana. Vamos torcer.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É hoje, Palestrinos.

Gostei das declarações dadas por Parraga e pelos jogadores desde o último sábado, acho que o 3-5-2 pode ser interessante e tenho total  confiança que podemos sair com a vitória lá do Panetone hoje. Tô tenso, mas confiante. Seguem abaixo alguns vídeos que devem servir de inspiração.

Vai pra cima delas, Verdão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O Palmeiras é mesmo um clube de contrastes.

No momento em que nos despedimos do Palestra Itália por dois anos na esperança de ver uma moderna arena de pé, vemos que a diretoria do clube simplesmente ignora a palavra “modernidade” – dando um tiro no próprio pé.

Atrás de mais dinheiro, nostra direção tem recorrido a tudo e a todos para conseguir quantias satisfatórias. Na última semana, por exemplo, foi noticiado que a quebra de contrato com a Samsung está próxima de acontecer, trazendo a FIAT de volta ao clube por mais R$5 milhões anuais. Parece ótimo negócio, porém é bom saber o motivo da troca: ao entrar, a empresa sul coreana assegurou que teria a camisa toda a seu dispor (isso inclui as mangas), o que nos fez perder dinheiro. Mas não foi o presidente quem assinou o contrato e, portanto, sabia disso?!

E a saga da incompetência não pára por aí. No afã por transformar nostro manto em um abadá, nostros dirigentes esquecem de outra grande fonte de renda: a torcida. Até a nostra fornecedora de artigos esportivos já entendeu a força de nostra massa e vem nadando em vendas a cada nova coleção de camisas e artigos alviverdes lançados. Já nostros diretores… esses nos ignoram.

E isso se estende pelos sucessivos e fracassados planos de sócio-torcedor que ignoram o apelo básico de ter ingresso  fácil, além da falta de promoções e eventos ligados ao clube. Ações essas que podem ser exemplificada pelo que (não) ocorreu sábado.

Os textos perfeitos sobre o ocorrido estão aqui e aqui, mas basta dizer que falta visão. Que falta conhecimento, vontade, inteligência. Eu trabalho com propaganda e, lendo o livro “A Bola Não Entra Por Acaso” de Ferran Soriano (o homem que revitalizou o Barcelona), percebo que nem atrasados estamos: nós simplesmente não saimos do lugar. Claro que a realidade é outra, a economia é outra, mas nostras ações de marketing e captação de sócios são nulas.

A impressão real é de que o Palmeiras acha que marketing é somente patrocínio em uniforme, ignorando solenemente as ações que cativam ainda mais a paixão da torcida. Benfica e Barcelona, agremiações que lideram o ranking de clubes com mais sócios-torcedores, não são por acaso os que fazem mais ações especiais para sua torcida. O Inter mesmo (único brasileiro no Top 10 do ranking) captou milhares de torcedores com um plano ridiculamente simples.

É realmente frustrante. E aí vem a pergunta: de que adianta estádio moderno, se a mentalidade é atrasada?

Para não me alongar ainda mais no assunto, deixo apenas o vídeo de uma ação promovida pelo Benfica na temporada 2007/08. É simples e genial. Usa a história do clube, os ícones, o mascote, mobiliza um mundo de pessoas apaixonadas pelo alvirubro português. Apenas assistam (e eu espero que o Belluzzo também assista).

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi bonito, Palestrinos.

Com a arquibancada lotada e um clima de festa que começou quatro horas antes da partida, o Verdão deu ‘até logo’ ao Palestra Itália com uma grande tarde/início de noite. Os 4 a 2 pra cima do Grêmio só ajudaram a coroar um dia que já tinha começado com festa italiana e que contou com festa no chiqueiro.

O JOGO
Apesar de não ter tido mudanças táticas marcantes, o Palmeiras entrou em campo com outro espírito. Seja pelo trabalho de Parraga ou pelo orgulho ferido dos atletas, o fato é que entramos para comer grama e o resultado veio logo.

Aos 15 minutos, em boa jogada de Vinicius e Cleiton Xavier, a bola sobrou pra Ewerthon marcar o primeiro. E o segundo nem demorou: antes dos 30′, em lindo contra ataque, Vitor cruzou, Vinicius tentou e de novo Ewerthon marcou no rebote. E o jogo poderia ter sido fácil, fácil não fosse pela afobação do time que, empolgado, perdeu a bola e viu Jonas diminuir no contra ataque.

Mal começou o 2º tempo e o caldo engrossou: em cobrança de falta, Hugo meteu de cabeça e empatou. Por sorte achamos o terceiro também de cabeça, após grande subida de Maurício Ramos aos 15′. E dez minutos depois matamos o jogo em linda tabela Cleiton-Vinicius, gol do camisa 10.

Foi merecido, mas, acima de tudo, foi com vontade.

O MELHOR
Cleiton Xavier. Quando ele entra no jogo, é outra coisa.

O PIOR
Não só pela expulsão, mas Marcos Assunção errou todos os passes que tentou dar na primeita etapa.

SURPRESA
Gostei MUITO da atuação do garoto Vinicius. Se mexeu, correu, caiu, subiu de cabeça… tomara que ganhe seqüência. Afora ele, Edinho continua a substituir Pierre em grande nível, Vitor apoiou muitíssimo bem e a zaga foi segura enquanto pôde.

JUIZÃO
Mais uma vez um juiz bundão apitou no Palestra. E não só foi banana no lance de expulsão de Assunção e Douglas, como ignorou um pênalti ridiculamente claro em cima de Pablito Armero (que, por sinal, fez uma dancinha sensacional junto com Ewerthon no segundo gol).

E AGORA?
Agora é a bicharada, no Morumbi, quarta a noite. Não teremos Pierre, Armero, Leo e Assunção, mas contamos com a volta de Lincoln. Aposto em um time parecido com o deste sábado, com Maurício na zaga e Souza de volante.

Siamo Palestra! (no Pacaembu, Morumbi, Barueri, Canindé…)

ROJAS.

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O dia está chegando, Palestrinos.

Quando o relógio bater aproximadamente 20:30h do próximo sábado, um vazio vai tomar conta de todos nós e o nostro templo entrará em um período de obras. “Obras” que, é sempre bom lembrar, querem dizer “melhorias”. É este, aliás, o motivo maior deste post: não confundirmos nostalgia com atraso.

Afinal, que a saudade vai bater forte é um fato. Eu vou estar lá e sei disso. Vamos todos recordar as jornadas históricas, as goleadas, as vitórias apertadas, as dores, as tardes e as noites de alegria ou tristeza vividas no Palestra Itália. Mas é neste momento que temos que pensar que o motivo destas lembranças é nobre: o Palmeiras está crescendo.

E transformar o nostro Palestra em uma Arena é crescer. Na verdade, é como reformar a nostra casa. Ninguém reforma a sua própria casa para ficar pior; nós estamos melhorando, crescendo, nos modernizando.

É óbvio que aquele estádio, do jeitinho que conheci em 1990 e do jeitinho que eu gostaria que meu filho conhecesse, não vai mais estar lá. Contudo, vai estar um templo que traduz a nostra grandeza. Maior, mais alviverde e mais imponente.

Não que tamanho seja sinônimo de qualidade, mas ter uma casa mais bem arrumada ainda é ter uma casa. Ainda é ter orgulho. Ainda é ter Luís Pereiras, Ademires, Marcos, Rivaldos e muitos outros futuros craques. Ter um novo Palestra ainda é ter o nostro Palestra.

Que venha a Arena!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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