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Archive for julho \29\UTC 2010

 

Já estou no clima do clássico, Palestrinos.

Sei que ainda é quinta-feira, mas semana de jogo contra a gambazada me deixa extramamente inquieto. Quando a bola rolar domingão, às 16h, no Estádio da Prefeitura, tenho certeza de que o Palmeiras vai voltar a ser Palmeiras.

Primeiro porque não dá pra imaginar um jogo desses sem a entrega total dos jogadores. Segundo porque o Felipão sabe bem o valor de ganhar uma partida dessa. E terceiro, e mais importante, porque eles são e sempre serão nossos eternos fregueses. Sim, fregueses.

Vou até desconsiderar o fato de que até os números provam isso e vou falar apenas da nostra imensa vantagem em vitórias. Vou só lembrá-los da final de 93, das Libertadores de 99-2000, dos mais de 3 anos recentes de invencibilidade (caídos em um jogo do Paulistão desde ano) com direito a chororô do Mago, dos 3 do Obina… só dá Verdão.

E, hoje, olhando as escalações, tenho a sincera opinião de que os times se equilibram. O que fará toda a diferença é a motivação e a preparação da semana – e aí nem vou chegar perto de comparar Scolari com Adílson Batista.

Chega logo, domingo! Vem, freguês! Siamo Palestra!

ROJAS.

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Esse post é apenas para festejar, Palestrinos!

Ainda não sei por quanto nem como, mas  o Verdão adquiriu oficialmente 100% do passe de Jorge Luís Valdívia Toro, o Mago Valdívia, por 5 temporadas.

Ao que tudo indica, o montante foi reunido junto a empresários, que irão repartir os direitos do atleta. Ao meu ver, o chileno chega ao Palestra no seu auge, perto de fazer 27 anos e ainda tem mercado europeu se jogar bem.

Embora, sinceramente, eu espero que ele fique aqui até cansar. O Mago voltou!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se foram mais duas partidas sem vitória, Palestrinos.

Confesso que a correria da última semana permitiu apenas que eu ouvisse os empates diante de Botafogo e Ceará no rádio, mas os sintomas de ambas as partidas parecem ter sido os mesmos: uma defesa insegura e a falta de mais um meia armador.

Apesar de julgar Léo e Maurício Ramos bons zagueiros, eles têm perdido todas pelo alto e feito muitas faltas (com consequentes cartões e expulsões). Claro que a suspensão de Danilo faz diferença, mas, na minha opinião, o principal problema tem sido a proteção à zaga. Pierre definitivamente está muito mal e jogar com Edinho atrás no 4-4-2 deixa claro que ele e sempre foi um cabeça de área – não um zagueiro. Os laterais também têm marcado muito mal (algo flagrante na última quinta).

Márcio Araújo e Marcos Assunção, principalmente o segundo, têm feito bem o seu papel de marcadores que conduzem a bola para o ataque. O problema é que Lincoln tem ficado nitidamente sobrecarregado na armação, causando cansaço e perda de qualidade. Ou o Palmeiras fecha logo essa novela com Valdívia ou será necessário buscar um outro camisa 10.

A boa notícia é a semana cheia que Felipão terá para trabalhar para o clássico de domingo. Será o tempo ideal para ele decidir quem atuará no miolo de zaga (acredito que ele possa optar por um 3-5-2, com M. Ramos, Edinho e Leandro Amaro) e treinar mais as bolas paradas, coisa que tem feito diferença contra a nistra equipe. Também será tempo de olhar com mais carinho Tinga e Patrick, jovens jogadores que vêm trazendo um sopro de ousadia ao Verdão.

Nós confiamos em ti, Felipone. E confiamos em mais uma vitória sobre os eternos fregueses.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Hora de conversar

É hora de conversa na Barra Funda, Palestrinos.

Concordo que Felipão acabou de chegar, que o campeonato já está em andamento e que não há tempo (nem pontos) a perder, mas o momento parece ideal para acertar algumas coisas que têm incomodado bastante em um passado recente. Pierre, por exemplo.

Considerado por mim o melhor primeiro volante do país desde 2007, nostro volante simplesmente sumiu após sua parada no ano passado. Não sei se falta confiança em sua condição física ou é nervosismo de sobra mesmo, mas suas atuações estão irreconhecíveis. É preciso mostrar sua real importância ao time.

Outro setor que merece conversa é a zaga. Já que não temos Danilo, Léo e Maurício Ramos têm que ser a nossa dupla titular. Claro que formam um par jovem e um pouco inexperiente, mas podem se entrosar bem juntos e ainda liberar Edinho para fazer a função que sabe melhor, a de cabeça de área.

O meio precisa de velocidade. É notório que Lincoln seja o jogador mais habilidoso da equipe, mas também fica claro que a potência muscular não é seu forte. Não seria o caso de Tinga alinhar ao lado dele dese o início, unindo rapidez e técnica?

Na frente, mesmo sem um centro avante de ofício, é necessário definir quem faz a função de matador. Tanto Ewerthon quanto Kléber caem bem pelos lados do campo, mas, pelo porte físico, me parece lógico que o Gladiador tem que ficar mais fixo dentro da área. Lembrando: eu gosto muito dessa dupla de ataque, só acho que falta conversa.

E por último, mas não menos importante, falta mudar a mentalidade. Somos o Palmeiras, somos o time a ser temido, temos um bom elenco e um treinador bem acima da média. É preciso impor respeito. E isso só se consegue atacando (e conversando, é claro).

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Respirem fundo, Palestrinos: é hora de ter calma.

O jogo de ontem nos mostrou claramente que o Palmeiras está passando por mudanças e que isso levará mais do que dois ou três jogos para acontecer. Está saindo de campo aquele time medroso, que jogava para fazer o simples, e está entrando uma equipe que vai fazer jus à sua grandeza.

As ordens do banco já estão de acordo com isso; falta mesmo é a postura dos jogadores.

O JOGO
Jogando fora de casa contra um bom time, obviamente não é bom se abrir. Por isso o 4-3-1-2, com os laterais liberados para atacar e Marcos Assunção centralizado para soltar a bola com mais qualidade, quanto Pierre era o único cão de guarda (o que, na minha opinião foi um erro: hoje, prefiro Edinho de cabeça de área e Maurício Ramos na zaga).

No entanto, foi assim que fizemos 1 a 0: rebote em chute de Assunção e o livre Gabriel Silva mandou pro gol. O jogo se desenhava bem para o contra ataque. Mas, a partir daí, o time começou a chochilar e o Avaí foi chegando em velocidade. E foi assim que Caio fez um carnaval em nossa defesa e empatou.

Antes do final do 1º tempo, porém, vieram dois lances que mudaram o jogo: enquanto Kléber desperdiçou uma jogada linda, o time da casa não vacilou na finalização e virou. O gol, ao contrário do que diz Parreira, não é só um detalhe.

No segundo tempo, com um a mais em campo, Felipão fez todas as mudanças que poderia para avançar o time: Tadeu (que foi nulo), Tinga, Vinícius… mas postura não se substitui de uma hora pra outra e o time, apático, simplesmente não pressionou.

Mesmo com o gol de pênalti convertido por Kléber. Mesmo com a superioridade numérica. Mesmo que o placar da derrota tenha sido dilatado demais (4×2). É preciso mudar a cabeça para mudar o que se passa em campo.

O MELHOR
Marcos Assunção foi o respiro de técnica da equipe – além de ótima opção em cobranças de falta.

O PIOR
Tadeu jogou 45 minutos e conseguiu não fazer nada.

E AGORA?
Quinta-feira tem o Botafogo no Pacaembú. Jogo bom pra quem quer e precisa vencer em casa. Lembrem-se: sem corneta agora, vamos apoiar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ah, como é bom ver o Verdão vencendo de novo, Palestrinos!

Como todo apaixonado por futebol, eu não perdi nenhum momento da Copa do Mundo, mas nada se iguala a uma vitória do nostro Palestra. Os cantos, a festa, a raça, a gana, aquela sensação de que – ao contrário do que ocorre em jogos da Seleção – mais da metade da cidade está ouvindo nostro grito de gol caladinha. Isso é Palmeiras!

O JOGO
Na minha opinião, o 1º tempo do Palmeiras foi quase impecável. Exceto por algumas falhas da nostra defesa pelo alto (que deram dor de cabeça durante toda a partida), o time se comportou bem, teve vontade de jogar e mereceu aquele golazzo de Ewerthon logo aos 14 minutos – e a vantagem pelos primeiros 45 minutos.

Já  no segundo tempo, o Palmeiras voltou mais comedido e disposto a contra atacar. Sofreu alguns sustos (principalmente pelo alto), mas a tática deu certo assim que Tinga entrou no lugar de Lincoln e contou com o pé torto de Edu Dracena para ampliar.

As avançadas de Vitor junto com Márcio Araújo e o início de entrosamento do trio Kléber/Ewerthon e Lincoln foram animadores, embora Gabriel Silva ainda sofra bastante na marcação e saída de bola.

A partir daí, veio o recuo, vieram mais duas mudanças, sofremos um gol (adivinhem?, pelo alto), mas veio a vitória. Merecida.

O MELHOR
Pelo golazzo, a vontade e o entrosamento com os companheiros, Ewerthon.

O PIOR
Tá certo que Armero é um louco, mas quase todas as descidas do Santos foram pelo lado de Gabriel Silva.

E AGORA?
Agora tem o Avaí, neste domingo, às 16h. A única mudança no time deve ser a entrada de Maurício Ramos na vaga do suspenso Danilo (esse STJD é uma bagunça mesmo). No mais, espero ver a mesma pegada dos novos comandados de Felipão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O Brasileirão está oficialmente de volta, Palestrinos.

Hoje, às 21h, diante das Sardinhas da Vila, retomamos uma campanha que começou dentro do esperado. Sete jogos, duas vitórias, três empates e outras duas derrotas. É muito pouco para o nostro Verdão, mas era algo muito provável com a situação que tínhamos.

Vai mudar tudo agora? Claro que não. Mas as perspectivas são boas, a começar por Felipão.

Hoje, na sua apresentação, Scolari deixou bastante claro que está focado no Verdão. Que esse negócio de Seleção não existe e que ele está totalmente concentrado em nostro “projeto” (sempre entre aspas, porque nostra diretoria parece não planejar muito as coisas). No entanto, ele vai ter que se adaptar – e isso leva tempo.

A equipe que deve ir a campo hoje só terá, a rigor, 3 mudanças: Kléber em campo, Tinga no banco e Cleiton Xavier fora do clube. É claro que a situação de Valdívia está pendente e que a Traffic procura oficialmente um lateral-esquerdo e mais um atacante, mas a base do elenco se mantém.

Dos que saíram recentemente, Diego Souza já estava afastado, Marquinhos é um caso até bizarro no futebol, Figueroa não justificou uma possível compra e Cleiton Xavier, convenhamos, não irá fazer tanta falta (acho até que volta por empréstimo ao Brasil logo, logo).

A principal mudança não é e nem deve ser de elenco, mas sim de postura. E, para isso, a parceria Felipão/jogadores/Belluzzo será de extrema importância.

Não esperem por grandes mudanças a curto prazo. Mas podem esperar um futuro melhor.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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