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Archive for agosto \30\UTC 2010

Créditos eternos para o layout de Dani Groove, que é bâmbi, mas é meu amigo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Até que enfim, Palestrinos!

Após 7 jogos fora de casa e nenhuma vitória, nostro Verdão conseguiu bater o Galinho no Ipatingão e sair com os três pontos. O time ainda apresentou algumas falhas tradicionais, mas a defesa foi segura quase o jogo todo e o trio formado por Assunção, Márcio Araújo e Kléber garantiu a vitória.

O JOGO
Apesar do domínio inicial do Atlético, logo o Palmeiras começou a tocar melhor a bola e sair para o ataque. Exceto por Rivaldo, que errava tudo o que fazia, a saída pelo meio era boa e a movimentação de Valdívia e Kléber dava certo. Só haviam dois problemas: o excesso de faltas em cima dos dois jogadores e falta de finalização do nostro ataque.

O gol perdido pelo Mago, após esperar pacientemente o zagueiro chegar na entrada da área, explica bem porque o zero não saiu do placar ainda no 1º tempo. Mas, tão logo voltamos para a segunda etapa, veio o castigo: lançamento nas costas de Fabrício, 1 a 0 pro time da casa.

Felipão então fez as mudanças que está acostumado a fazer, só que dessa vez deu certo. Após uma jogada brigada pela esquerda, Kléber rolou para Luan, Fábio Costa falhou e Marcos Assunção empatou. Com domínio da partida, não demorou para a virada chegar: linda tabela entre Assunção e Gladiador, chute cruzado e 2 a 1 Verdão.

Mais uma vez, não fomos brilhantes. Mas foi na raça.

O MELHOR
Kléber brigou o jogo todo e participou de ambos os gols, mas Marcos Assunção foi o melhor em campo.

O PIOR
Alguém avisa o Felipão que esse Rivaldo é um lixo?

AJUSTES
Sou um fã assumido do futebol do Vitor, mas, após a péssima atuação na última quinta e a ótima partida de M. Araújo ontem, a ala direita prece ter o dono. Nossos principais problemas ainda são a ala esquerda, a saída de jogo quando a bola cai nos pés de Edinho ou Pierre e a forma de Valdívia.

Ajustando isso, teremos uma equipe equilibrada.

EM TEMPO
Chupa, Luxemburgo! Chupa, Diego Souza! Chupa, Fábio Costa!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Falar o quê, Palestrinos?

Que passamos vergonha, que perder pro lanterna em casa não dá, que jogadores como Rivaldo e Tadeu são ótimos para o XV de Piracicaba, mas não servem para o Palmeiras? Pra que dizer isso? Isso tudo seria chover no molhado.

A grande verdade é que, independente de ser aniversário do clube ou não, tomar 3 a 0 de uma equipe como Atlético/GO é algo inaceitável. Ainda mais por não ter sido uma fatalidade: o time foi pior o tempo todo e deixou bem claro que não é aquele da vitória gigantesca de quinta passada; o atual Palmeiras é o time fraco que vimos ontem e que já havíamos visto no domingo.

E o pior é que, na minha opinião, Felipão escalou o que tinha de melhor. Um 4-4-2 sem improvisação nas laterais, com Valdívia na armação e dois atacantes (minha única mudança seria Ewerthon no lugar de Luan). O problema é que a equipe simplesmente não entrou em campo. Errou passes, lançamentos, finalizações… tudo.

É claro que Kleber e Marcos Assunção fazem falta, mas fica difícil tentar entender como jogadores com a qualidade de Vitor e Tinga podem errar tanto – principalmente levando-se em conta o clima sem pressão e completamente favorável de ontem.

O fato é que finalmente me dei conta que os próximos quatro meses serão figurativos. Torço apenas para que tenhamos alegrias na Copa Sulamericana e nos clássicos. Porque, se San Genaro ajudar muito e iluminar as escolhas de Felipone, o Palmeiras de verdade vai entrar em campo de novo em 2011.

Em tempo: tomamos uma lavada em casa e só se fala na “falha” de Marcos. A imprensa é ridícula e os nostros rivais têm uma inveja que não caberia neste post. Habemus, São Marcos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Parabéns, Sociedade Esportiva Palmeiras!

Parabéns pelos 96 anos de vida, pela história gloriosa e por sua iminente grandeza. Parabéns pelo seu hino, pelas suas cores, pelo seu escudo, pelo seu estádio, pela sua torcida.

Parabéns por nos dar tantas alegrias, por nos fazer vibrar com tantos títulos, por nos encantar com um futebol bonito e por nos fazer andar orgulhosos tantas vezes pelas ruas. Parabéns também por ensinar que nem sempre se ganha, por nos dar lágrimas sinceras, por nos fazer ter fé cega em uma paixão e por nos mostrar que, por vezes, o mais fraco também vence.

Parabéns por seus Brasileiros, Paulistas, Torneios Rio-São Paulo, Taças Rio, Roberto Gomes Pedrosa, Mercosul, Copa do Brasil e, óbvio, a sua eternizada Libertadores.

Parabéns por nos fazer enfrentar sol e chuva para ir assisti-lo onde quer que seja, por nos fazer achar que é normal pular abraçado a um estranho, por nos dar tantos momentos memoráveis e por nos fazer sentir parte imprescidível de uma família – ainda que sejamos mais de 13 milhões de fanáticos.

Enfim, parabéns por existir.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um empate, Palestrinos.

Pra ser exato, o oitavo em 15 jogos – um nítido exagero, que está custando caro na tabela de classificação. Mas, mais do que um empate em um jogo onde poderíamos ter saído com a vitória, o que vimos ontem foi mais um jogo pertendente aos altos e baixos de 2010. Um time confuso, muito espaçado entre defesa e ataque, abusando dos erros de passe, mas tentando na correria.

Onde este time pode chegar, ainda não sabemos. A única certeza é que não somos tão fracos como fomos ontem, nem tão fortes quanto parecemos na quinta.

O JOGO
O forte calor e a falta de opções criativas para o meio, criou um primeiro tempo feio para os dois times. Enquanto o Guarani tentava na base da empolgação da torcida, mas parava na falta de qualidade de seus jogaodres, o Palmeiras continuava tentando pelas laterais, mas parava em dois laterais que não são laterais (e um ataque que não tem centroavante na área).

Com isso em vista, não é de se estranhar o zero a zero do intervalo.

Na segunda etapa, no entanto, o time da casa percebeu que o Palmeiras iria continuar no jogo de segurança e foi pra cima. Maurício Ramos falhou duas vezes, Márcio Araújo cansou, Rivaldo nem entrou em campo, Valdívia estava nitidamente fora de ritmo e, após a expulsão de Marcos Assunção, quem garantiu o resultado foram Marcos e Danilo.

E, sejamos sinceros, diante do que foi o jogo, o placar não poderia ser outro.

O MELHOR
Tinga. Se não foi brilhante como diante do Furacão, foi um dos poucos que correu e buscou jogo o tempo todo.

O PIOR
Rivaldo. Perdido no meio e nulo na lateral, está se juntando a Armero na campanha “Gabriel Silva titular, pelo amor de Deus”.

FELIPÃO
Se sentindo pressionado pelos árbitros (ontem, mais uma vez, tomou uma dura descomunal, que nenhum outro treinador tomaria), minha opinião é que Felipão ainda está conhecendo o grupo. Caso contrário, fica difícil entender como ele deixa Vitor e Gabriel Silva no banco, além de insistir com peças como Rivaldo e Patrik.

Tenho confiança total na qualidade de nostro técnico. Mas acho que ele precisa inventar um pouco menos nas improvisações e usar o que tem de melhor.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vitória em família

De fato a nostra vitória de ontem foi especial, Palestrinos.

Mas, para mim, foi ainda mais. E vou contar-lhes o porquê.

Na minha família, somos em três fanáticos (eu, meu pai e meu irmão), cada qual espalhado por um canto do país. E apesar de nos falarmos todo o domingo pós-rodada, assistir aos jogos juntos ficou cada vez mais difícil. Essa semana, no entanto, meu pai avisou que estaria em São Paulo e eu apressei em comentar do jogo para ele.

O problema foi que ele ficou doente e, impossibilitado de ir ao Pacaembú, disse que veria em casa. Ao que eu, protantemente, disse que veria também. Afinal, para mim vale mais a pena acompanhar a partida com ele do que in loco (e só quem sabe o que é ir a um jogo decisivo do Verdão pode entender o que isso representa).

Muito bem, SPORTV sintonizada, sofá preenchido, torcemos e empurramos por 88 minutos. Meu pai, mais calado por causa do mal estar; eu, muito mais agitado, por ser eu mesmo. Até que Marcos Assunção pegou a bola para bater a falta decisiva a dois minutos do fim…

Eu em pé, pulando; meu pai sentado, concentrado.

Bastaram então poucos segundos para voar um edredon pela sala e meu pai sair pulando como se estivesse na melhor das formas. Para completar, meu irmão ligou logo na seqüência do gol, insandecido com o golaço e vibrando feito criança com a classificação.

Naquele momento, olhei para os lados e vi que, de fato, não estava no Pacaembú. No entanto, estava de casa cheia.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Bem vindos de volta às vitórias Felipônicas, Palestrinos!

Desde aquele chute de Cleiton Xavier contra o Colo Colo, a mais de um ano atrás, na Libertadores 2009, que não sentíamos essa sensação. E é fantástica, incrível, indescritível! É de sair por aí gritando e pulando, ignorando qual é o torneio ou o adversário.

Afinal, mais do que um jogo, ganhamos de volta a nossa alma.

O JOGO
Apesar da posse de bola, começamos mal a partida. Diante de um Vitória completamente fechado, tivemos imensas dificuldades em armar qualquer tipo de trama ofensiva – e boa parte disso em função da nossa escalação com 3 zagueiros e 6 volantes. Márcio Araújo e Rivaldo, em especial, abusaram dos erros e nós fomos avançando na raça.

Foi na raça que saiu um chute bem defendido por Viáfara. Foi na vontade que saiu a cabeçada de Tadeu no travessão. E foi quase que na marra que o nostro camisa 20 conseguiu abrir o placar oas 47 do primeiro tempo. Ainda era pouco, mas era um começo.

Apesar de parecer ilógico manter a mesma equipe defensiva da primeira etapa, Felipão, ironicamente, só foi mexer logo após o segundo gol, quando Márcio Araújo chutou uma bola completamente errado, mas Tadeu chegou e deu bico pra fazer o segundo.

A partir daí, apesar de não ter parado, o Palmeiras cadenciou a partida. O Vitória resolveu tentar jogar e o que vimos foi muita bola presa no meio-campo, passes errados, mas, ainda assim, muita força de vontade. Foi então que veio o lance do jogo: 43 minutos, falta em Tinga, Marcos Assunção na bola…

Verdão classificado e de alma renovada.

O MELHOR
Sem dúvida nenhuma, a torcida. Cantou e vibrou os 90 minutos, como há muito tempo não se via.

Agora, quanto aos jogadores, nunca achei que escreveria isso, mas… Tadeu. Fora os dois gols decisivos e a bola no travessão, se movimentou o tempo todo.

O PIOR
Rivaldo
. No primeiro tempo foi melhor apenas do que Márcio Araújo; no segundo, foi pior que todo mundo (mas ainda assim, fez mais que Armero).

E AGORA?
Agora é ajeitar o time diante de Guarani (fora) e Atlético/GO (casa). Na minha opinião, se queremos jogar com 3 zagueiros, Vitor é a melhor opção pela direita e Kléber deve formar o ataque com Tadeu. E se tivermos um meia (Lincoln ou Valdívia), podemos manter Tinga, com Edinho e Assunção mais atrás.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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