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Archive for 9 de agosto de 2010

 

Acho que essa é a dúvida do momento, Palestrinos.

Considerando-se todas as dificuldades desde o começo do ano, o Verdão já teve inúmeras escalações. Já jogou com 3 zagueiros, 3 ou 4 volantes, 1, 2 ou 3 meias, 1 ou 2 atacantes… enfim, é compreensível pelas trocas de treinador e pela rotatividade de atletas, mas precisa ter um fim agora que Felipão assinou por mais de dois anos.

E, hoje, pensando na atual fase fraca do Palmeiras, qual seria o seu time ideal?

Com o grupo completo, sem desfalque nenhum, meu time vai no 4-4-2 básico: Marcos; Vitor, Léo, Danilo e Gabriel Silva; Edinho, Márcio Araújo, Lincoln e Valdívia; Kléber e Ewerthon. Tiro Pierre porque suas performances recentes têm ficado abaixo do Edinho e não precisamos de dois primeiros volantes.

com o que temos hoje, o time muda um pouco: Deola; Vitor, Léo, Danilo e Gabriel Silva; Edinho, Márcio Araújo, Marcos Assunção e Tinga; Kléber e Ewerthon. Isso considerando quem tem condições de jogo, sem Marcos, Valdívia e Kléber (também não considerei suspensões, óbvio).

Só deixo bem claro que não acho que o Palmeiras precise de dois volantes de contensão. Márcio Araújo marca bem e consegue apoiar sem problemas, além de termos dois laterais de muita velocidade, que podem alternar as subidas.

E no caso de não termos um meia, melhor apostar em Tinga que no Patrik. Podemos ter 3 volantes em campo, contanto que eles saiam para o jogo e apóiem o ataque.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Existem empates e empates, Palestrinos.

Alguns são justos, outros injustos, outros tem gostinho de vitória e superação, enquanto outros tem aquele amargo de uma derrota. O de ontem se encaixa em duas dessas categorias: justo e com um gosto irremediável de covardia. E eu nem preciso explicar o por quê.

O JOGO
Apesar dos dois primeiros minutos terem pressão esmeraldina, todo o restante do 1º tempo foi nostro. Ainda mais quando Ewerthon pegou aquele bonito chute de fora da área e fez 1 a 0 Verdão. Ali o time do Goiás se perdeu completamente e o Palmeiras já teve uma lição para aprender: como matar um jogo. Porque foram chances e chances jogadas fora em contra ataques e nada de segundo gol.

Então, quando veio a segunda etapa e o Goiás obviamente foi pra cima, nostra equipe recuou. Simples assim. Decidiu que ia ficar 45 minutos na defesa tirando bolas de cabeça. Felipão mexeu muito mal em todas as mudanças, a começar pela saída de Vitor e a permanência inexplicável de Armero, passando por sacar Kléber em troca de um volante e investindo na entrada de um cara que nem tinha treinado direiro (aliás, o tal de luan errou tudo o que tentou).

Aí Deola pegou uma, duas, três, quatro e o castigo veio no último minuto. Sempre de cabeça. E olha que se tivesse mais 5 minutos poderíamos ter levado a virada. Que não seria exagero, tamanha covardia do time no Serra Dourada.

O MELHOR
Ele, sempre ele, Kléber. Correu, brigou, lutou, roubou bolas e foi quase um meia diante da inoperância do menino Patrik.

O PIOR
Ele, sempre ele, Armero. É incrível que o Felipão não enxergue o quato o colombiano é sem noção… ele erra tudo, de passes laterais a corridas sem bola.

E AGORA?
Agora, sinceramente, já dá pra cobrar resultados. Não dá pra perder pontos para um time fraco como o Goiás, seja dentro ou fora de casa. Então, com Lincoln ou sem Lincoln, com Mago ou sem Mago, é hora de arrumar a casa e colocar o time pra jogar. Quarta tem Sul Americana e sábado tem a baba do Atlético/PR em casa. A vitória é obrigação.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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