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Archive for setembro \24\-03:00 2010

Chegou a merecida hora das férias, Palestrinos.

Por isso, pelas próximas duas semanas este blog ficará inativo. Durante este período teremos cinco confrontos duríssimos (Flamengo, Inter, Santos, Avaí e Botafogo) e eu acredito que continuaremos com a nostra montanha-russa de resultados. No entanto, com a volta de Lincoln e a possível volta de São Marcos, também acredito que as coisas vão melhorar.

E, quando voltar, espero poder escrever aqui neste espaço que o Verdão deu  volta por cima e está jogando de maneira decente. Estou tirando férias do trabalho e do blog, mas nunca tiro do Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Três pontos, Palestrinos, vamos encarar assim.

Esqueça que Deola teve que fazer boas defesas, pague da memória que sofremos pressão do lanterna, releve que a jogada do gol (quase perdido) tenha sido feita toda por volantes; o importante da partida de ontem foi vencer. Pelos 3 pontos na tabela, pela tranqüilidade e pelo bem de 2011.

O JOGO
Com muitos jogadores de meio e evidente deficiência técnica das duas equipes, a partida começou aos trancos e barrancos. E, um a um, os lances de perigo saíam mais em contra ataques causados por erros de passe do que por jogadas construídas. Foi assim que Deola precisou fazer duas boas defesas, foi assim que Kleber quase marcou de cabeça e foi assim que terminou o primeiro tempo.

No intervalo, Felipão percebeu o óbvio e sacou Rivaldo do time para a entreada de Gabriel Silva. Não que eu ache o garoto da base o novo Pelé, mas, sinceramente, qualquer ser vivo é melhor que o nostro camisa 11.

E por coincidência do destino ou não, logo no início da segunda etapa, em jogada de Edinho pela direita, Dinei furou e Marcio Araújo completou de esquerda para o gol. Foi chorado, mas foi gol! E nos aguentamos até o apito final, chegando a 9ª posição, com 32 pontos.

MELHOR E PIOR
Pela luta e garra de sempre, Kleber foi o melhor.
Pelos erros e insistência de sempre, Rivaldo foi o pior.

ACERTANDO O TIME
Considerando o elenco que temos hoje, o time ideal de Felipão parece jogar assim, num 4-3-1-2: Marcos; Vitor, Maurício Ramos, Danilo e Fabrício; Edinho, Pierre, Assunção e Valdívia; Kleber e Dinei. Claro que dependemos das voltas de Marcos e Valdívia, claro que temos opções como Gabriel Silva e Tinga, mas esta parece ser a cara atual. E já é melhor do que a que tínhamos faz alguns meses.

Sábado, às 18:30h, temos o Flamengo no Engenhão. E do jeito que a coisa anda, a perspectiva é melhor jogando fora de casa do que no Pacaembú. Pra cima da urubuzada, Verdão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Sem prudência

Mais uma rodada se aproxima, Palestrinos.

Como já disse no post abaixo, não verei mais os jogos com esperança de almejar algo razoavelmente descente para a nossa equipe. Depois do último domingo, só podemos torcer para que o time vá se encontrando e se preparando para 2011. No entanto, ganhar do lanterna do campeonato é obrigação – aqui, em Baruei ou em Presidente Prudente.

Por isso, caro Felipão, independentemente de termos problemas com as ausências de Tinga e Valdívia, a vitória hoje será mais do que necessária. Primeiro porque não dá pra imaginar o Verdão perdendo pra um time/franquia, segundo porque perder para o último colocado poderia matar o nosso querido e safenado Belluzzo.

Pra cima deles, Verdão! Vamos recuperar a descência.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Que jogo sofrível, Palestrinos…

Ontem, mais uma vez, o Pacaembú assistiu a um festival de erros medonhos de ambos os lados. Foi um show de horrores e de maus tratos a bola e história do “Choque Rei”. E se o tal de Lucas não resolve jogar bola, a partida estaria zero a zero até agora.

O JOGO
Com os dois times tropeçando na bola, o primeiro tempo foi de doer. A não ser por alguns lances individuais e pelo lance da expulsão de Felipão (falarei mais abaixo sobre ela), daria pra ter dormido 45 minutos e acordado no intervalo. As duas equipes conseguiram ser inoperantes ao extremo.

Na segunda etapa, o jogo voltou igualmente ruim. Mas, aos 10 minutos, um chutão de Ceni e a categoria do tal de Lucas mudaram o jogo e a bambizada abriu o placar. Felipão então resolveu escancarar corretamente o time, porém mexeu muito mal com a entrada do sempre nulo Luan. E na base dos contra ataques o SPFW fez o segundo e poderia até ter feito mais.

Já o Palmeiras… o Palmeiras continuou maltratando a bola e a massa.

O MELHOR E O PIOR
Dentre os menos piores, fico com Valdívia, que ao menos chamou o jogo. Já na lista dos piores, impossível não destacar a alta performance de Tadeu, que foi anulado por Alex Silva.

A ARBITRAGEM
É claro que o árbitro não decidiu o jogo. Mas também ficou claro que esse cara não pode apitar jogos importantes. Só um banana que nem ele deixa a barreira ficar pra frente do spray mal havia marcado a falta, expulsa Felipão por reclamar com seu time e ainda demora exatos 5 minutos pra tirá-lo de campo. Não tem jeito, o cara é ruim.

BEM-VINDO 2011
Agora é pra valer: acabou 2010, que venha 2011. Ainda temos a Copa Sulamericana, que vai rolar nesta semana, mas o ano já é nulo. Vamos torcer por menos sofrimento nos 12 meses que seguirão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Domingo é nostra última chance, Palestrinos.

Apesar de o ano já nos ter demonstrado que o melhor é pensar em 2011, a vitória no Olímpico e uma rápida olhada na tabela fizeram renascer a esperança. E assim como naquele famigerado quadro do Caldeirão do Huck, é agora ou nunca.

Afinal, a moral voltou. Vencer o Grêmio fora de casa é sempre contagiante e o triunfo de quarta-feira fez o time voltar a acreditar. Se somos capazes de vencer no sul, por que diabos não nos sentimos capazes de ganhar em casa?!

Além do mais, vencendo a bambizada (que está em momento tão infeliz quanto o nosso) vamos aos 32 pontos, nos aproximando de vez do grupo dos seis primeiros do campeonato – o que hoje, com a presença de Santos e Inter, representa estar na Libertadores do ano que vem.

Por isso, ainda que Edinho e Kléber façam muita falta, é a hora de acreditar. O jogo de domingo representará nossas últimas fichas neste Brasileirão: ou ganhamos e tentamos embalar ou qualquer outro resultado nos prenderá pra sempre no 10º lugar do campeonato.

Pra cima delas, Verdão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Atenção, Palestrinos.

Vem aí um filme revelador que, dentre outras coisas, revela porque Muricy Ramalho não vingou no Palmeiras. Só um time tão diferencido faria um trabalho tão sincero, obstinado e… diferenciado.

Em tempo: é domingão, bicharada!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Como explicar este time, Palestrinos?

Como uma equipe que faz jogos tenebrosos em casa consegue ganhar assim, no Olímpico? Na minha opinião, o veredito é simples: torcemos para um time bipolar. Uma equipe que alterna jogos horríveis e bons resultados como quem alterna os meiõe sujos. É a chamada irregularidade. Seja como for, jogamos água no chope do aniversário gremista e pegamos moral para o clássico de domingo.

O JOGO
Bastante movimentado, o jogo começou sem o domínio de ninguém. Muito embora o Grêmio tomasse a atitude, não dominava a partida, e foi num contra ataque dessas descidas gremistas desordenadas que abrimos o placar. Falta em Ewerthon, Marcos Assunção na bola e bola no ângulo. A partir daí, definitivamente, o Palmeiras resolveu sair só na boa.

Com Kléber em dia pouco inspirado, as descidas do Verdão vinham mesmo com lançamentos para nostro camisa 28 e, numa dessas, quase saiu o segundo. Deola fez duas boas defesas, na seqüência, é a primeira etapa terminou com  a nostra vitória.

No segundo tempo, o mais que esperado era o sofrido jogo de ataque contra defesa. Mas, logo aos 2 minutos, Assunção novamente colocou a bola onde quis e Ewerthon mandou pra dentro do gol. Com 2 a 0, o negócio era mesmo defender. E foi nos bicos pra frente e nas defesas de Deola que o Verdão, apesar de sofrer de um gol de Jonas, assegurou os 3 pontos.

Toma essa, Renato Gaúcho! O Olímpico é mesmo do Felipão.

O MELHOR E O PIOR
Marcos Assunção foi, novamente, peça fundamental no meio-campo.
Por outro lado, Rivaldo também foi, novamente, peça lamentável no jogo.

DOMINGO!
Domingo tem jogo diante da bambizada no Pacaembú. É, mais uma vez, a chance de tentar embalar no campeonato e deixar essa síndrome de montanha russa que tem atacado o Palmeiras. Ainda mais porque, se tudo der certo, elas vão tomar uma sabugada do Inter hoje. Pra cima delas!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Outro show de horrores, Palestrinos…

E, ao menos no mundo do futebol, o nostroo potencial deputado Tiririca não tem razão. Em mais uma atuação patética jogando em casa, o Verdão mostrou que o ruim sempre pode piorar. Com muita correria e ainda muito mais erros, Palmeiras e Vasco ficaram em um merecidíssimo zero a zero e quase conseguiram igualar a qualidade do jogo do 1º turno em São Januário.

O JOGO
Marcando a nostra saída de bola e tendo espaço para criar, o Vasco começou melhor o jogo e chegava com perigo pelas laterais. Enquanto Éder Luis deixava Vítor na saudade toda hora, Fágner atormentava Rivaldo. Para a nostra sorte, Maurício Ramos e Danilo estavam muito bem pelo alto e o jogo foi esfriando.

Foi aí que começou um festival de chutões pra frente que daria vergonha até em time de Série D. Mesmo em perigosos lances de bola parada, os times conseguiam chutar na barreira ou fazer jogadas tão mal ensaiadas que davam desgosto nas duas torcidas.

No segundo tempo, com Valdívia em campo, parecia que o Palmeiras iria conseguir recuperar o jogo no meio-de-campo. Mas em uma jornada onde o próprio Kléber errou mais que de costume, não dava pra esperar muito. E, exceto por uma tabela entre Ewerthon e o ‘Mago’ que quase resultou em gol, tivemos que ver um jogo modorrento.

É o 11º empate em 21 jogos. E só está ficando pior.

O MELHOR E O PIOR
Pela raça e precisão nos desarmes, gostei da atuação de Maurício Ramos.
E por mais um jogo extremamente fraco, Vítor fica com o pior.

‘TIME SEM VERGONHA’
Ao final do jogo, foi este o coro que se ouviu no Pacaembú. Felipão reconheceu a atuação fraca, mas rebateu a torcida dizendo que o grupo tem vergonha sim e tem consciência de que está jogando mal.

Eu, pessoalmente, não estou 100% com nenhuma das opiniões. Mas, se for tomar um partido, acho que a torcida tem muito mais razão do que Scolari. A julgar pelo nível das apresentações até aqui, se este time tem vergonha na cara, não tem futebol nenhum pra mostrar.

E AGORA?
Agora tem o Grêmio no Olímpico e os bâmbis no Pacaembú. E, sinceramente, nem sei mais o que esperar…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Se você é Palestrino de verdade, entre nessa campanha no Twitter.

É a campanha #forarivaldo.

Por um Palmeiras melhor, mais seguro e com menos erros grotescos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Deve ser um recorde, Palestrinos!

Em 20 jogos disputados até aqui no Brasileirão, conseguimos empatar metade. Acredito que nunca, na história do campeonato, um time empatou tantas vezes em tão pouco tempo.

E por mais óbvio que possa parecer a constatação de que este é o pior resultado logo após a derrota, não é. Afinal, se perdido 6 jogos e ganhado outros 4 durante este mesmo período, já teríamos dois pontos a mais na tabela de classificação.

No nostro caso, estes empates têm nome e sobrenome: medo de perder.

Quando sai na frente, o Palmeiras sempre recua. Sempre! É um tal de sair atacante e entrar volante, sair meia e entrar zagueiro, adiantar ala pra ser ponta… em mais da metade das oportunidades, o Palmeiras empata por puro medo de tentar ganhar o jogo. Se não, vejamos um a um todas as nostras igualdades…

. 0x0 Vasco (f): ainda que fora de casa, o Vasco é ridículo. Tanto que foi um dos piores jogos do ano. Dois pontos perdidos.
. 0x0 Prudente (c): empatar, em casa, com o Prudente/Alphaville é sacanagem. Mais dois pontos perdidos.
. 1×1 Inter (f): pelo jogo que foi e por ter sido no Beira-Rio, foi um ponto salvo.
. 2×2 Botafogo (c): vencíamos por 2 a 0 e tomamos o empate em dois gols de cabeça, em casa. Precisa dizer que perdemos mais dois pontos?
. 0x0 Ceará (f): empate  justo e, por ser no Castelão, digamos que foi um ponto ganho.
. 1×1 Corinthians (c): poderíamos ter ganho o jogo com um pouco mais de ousadia. Considera dois pontos perdidos.
. 1×1 Goiás (f): tomamos o empate aos 48′ do 2ºtempos. Nem vou comentar.
. 0x0 Guarani (f): aqui, pouco importa se foi fora. Perdemos dois pontos pra um time fraco.
. 1×1 Fluminense (f): sem dúvidas, um ponto ganho.
. 1×1 Vitória (f): tendo em vista o que foi o jogo, ganhamos um ponto.

Capicce? Vamos ganhar o jogo, Verdão, nós somos o time a ser temido!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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