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Archive for 18 de novembro de 2010

Graças a San Genaro, saiu tudo como previsto, Palestrinos!

Um jogo feio, amarrado, catimbado, cheio de faltas, com emoção até o fim e com o tão importante gol fora de casa. Ontem, no Serra Dourada, não só batemos o Goiás por 1 a 0 – graças ao abençoado pé de Marcos Assunção -, como estamos muito perto da finalíssima da Copa Sulamericana. Vamô, Verdão!

O JOGO
O início de jogo do Palmeiras foi perfeito. Diante de um time com três zagueiros e dois volantes, marcamos no campo de ataque e forçamos o chutão pra frente, armando uns 15 minutos de pressão. O problema foi que, mais uma vez, apenas Assunção tentava chutar e, de tanto tocar, chamamos o Goiás para o nostro campo.

Foi então que começou um show de bico pra frente e de faltas. Kléber brigava sozinho no ataque, Luan corria por ele e por Gabriel Silva, Lincoln sumia na marcação e o Palmeiras mais brigava do que jogava. Assim, as únicas chances do 1º tempo, para as duas equipes, saíram em bolas paradas.

No início da segunda etapa, no entanto, o nostro Kid Bengala acertou mais um de seus chutes incríveis do meio da rua e abriu o placar para a nostra alegria. Um golaço! Com este resultado, o ideal seria cozinhar o adversário e sair nos contra ataques. O que aconteceu, porém, foi o tradicional sufoco ‘felipônico’.

Enquanto nostra zaga sofria para tentar abafar um bombardeio aéreos, Felipão resolveu dificultar ainda mais a nostra vida: tirou Tinga e Lincoln para a entrada de Pierre e Leandro Amaro. Então não passamos mais do meio-de-campo e sofremos até o último segundo para segurar o resultado.

O MELHOR E O PIOR
Pelo gol decisivo, impossível não apontar Marcos Assunção como o melhor em campo. O destaque negativo, mais uma vez, foi Márcio Araújo, que nem atacou nem defendeu pelo lado direito.

LUAN E TINGA CRESCENDO, LINCOLN CAINDO
Se houve alguém que tentou fazer algo de criativo ontem em campo, este alguém foi Tinga. Driblou, pressionou, foi pra cima e até merecia ter ficado até o final para puxar contra ataques. Outro que continua encantando pela vontade, apesar da pouca técnica, é Luan: nostro camisa 21 não parou um segundo e mostrou que é pau pra toda obra.

Já o nostro teórico ‘maestro’, Lincoln, mais uma vez foi mal. Lento e disperso, foi anulado pela marcação do fraco Carlos Alberto e nem de longe substituiu Valdívia a atura. Se continuar assim, vamos sofrer ainda mais.

NÃO RECUA ASSIM, FELIPÃO!
Eu juro que entendo o estilo do Felipão. Entendo a desconfiança com o time, a precaução, até entendo que ele reforce a marcação quando o jogo está acabando. Mas exterminar qualquer chance de contra ataque antes dos 30 minutos do segundo tempo já é demais. Não precisa disso! Tirando nostros homens de meio, você só chamou o Goiás pra cima.

Mas é assim que é. E que continue sendo sempre. Magra ou gorda, o que importa é a vitória.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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