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Archive for 5 de janeiro de 2011

 

Histórias, Palestrinos, histórias…

Durante essa odiosa época de boatos e notícias sem valor, vou aproveitar o espaço para contar uma história deliciosa que lembrei ontem, enquanto tomava umas boas cervejas com o amigo de blog e de arquibancadas, Elton, e nostras respectivas senhoras.

O mês era abril, o ano era 2009 e a Copa Libertadores corria a trancos e barrancos para o Verdão. Faltando duas rodadas para o fim da primeira fase, precisávamos de pelo menos 4 pontos para nos classificar. Por isso o jogo daquela terça-feira, dia 29, era tão importante: recebíamos a LDU em casa e a vitória era primordial.

E a noite que já estava esquisita pelo fato de estarmos sentados no VISA (tem dias que só a internet salva o ingresso), ficou ainda pior quando liberaram a escalação. Sim, Fabinho Capixaba estava escalado como titular. Não que eu morresse de amores por Marcão, Armero e Lenny, mas o Capixaba realmente me tirava do sério.

O fato foi que o jogo começou e o Palmeiras, nervoso, pressionava, mas errava tudo. E quem errava mais, óbvio, era nostro camisa 14, o saudoso Capixaba. Naquela noite, ele não só errou todo os passes: errou até arremesso lateral! Por isso, e com o jogo modorrento, começamos a, simplesmente, persegui-lo pelo campo.

Gritamos, xingamos, achincalhamos, desejamos tudo de pior que existe no mundo. Mais: no último lance do primeiro tempo, ele acertou o primeiro chute de sua vida e quase fez o gol que seria salvador àquela altura – o que só nos fez odiá-lo ainda mais.

E quando o time voltou do intervalo, o alto falante anunciou: “Sai 14-Fabinho Capixaba, entra 11-Marquinhos”. Vá lá que o meia enganação vindo da Bahia também não fez nada e ainda foi expulso. Era o presságio da vitória (que viria, como você pode conferir no vídeo abaixo).

Pouco importa que ele não tenha nos escutado. Pouco importa, aliás, que estívessemos no lado exatamente oposto ao que estavam ele e Luxemburgo. Naquele dia, nós substituímos Fabinho Capixaba.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Feliz ano velho…

2011 começou, Palestrinos.

E olhando as notícias vazias dos jornais, a única coisa que eu consigo pensar é que este ano não será nem um pouco diferente dos últimos dez. Da década maldita. Do marasmo e fracasso que, infelizmente, rondam o nostro Palestra desde 2001.

Antes de me taxar como pessimista, no entanto, vai lá, leia as notícias. Não só voltamos com o mesmo elenco do ano passado, como ele ainda diminuiu e pode diminuir ainda mais. Contratações, zero. E quando ventilam algum nome, é um devaneio estúpido (Ronaldinho Gaúcho) ou um nome bizonho (Adriano Michael Jackson). As eleições se aproximam e os candidatos são tão fracos que nenhum é favorito.

Diante deste cenário, me diz: o que esperar do Palmeiras em 2011?!

Vacinado por todos estes anos de futebol, sei que vamos ter alguns bons triunfos, sei que Marcos e Felipão são verde-esperança, mas não consigo enxergar um ano realmente novo. Pra mim, ainda estamos em 2001. Com a diferença de que a esperança daquela época reduziu-se a quase nada.

Feliz ano velho.

E ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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