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Archive for março \30\UTC 2011

Semana sem jogo é semana de criar fantasmas, Palestrinos.

E assim, graças ao dever quase cívico de parte da imprensa de criar polêmicas dentro do Verdão e também à inércia da nostra diretoria, vamos falar das polêmicas da semana.

100 ASSUNTO
Se foi o centésimo gol ou não, se o clone do Luciano Huck é maior goleiro-artilheiro de todos os tempos ou não, se foi falta ou não, se o resultado foi merecido ou não… Nada, absolutamente nada disso tem a ver com o Palmeiras. Por isso, peço encarecidamente que os torcedores de outras equipes não falem o nome de Marcos em vão.

Goleiros, goleiros, santos milagreiros à parte.

Ô, ADRIANO, TÁ ME OUVINDO?!
Felipão disse que gostaria de contar com Adriano no elenco, mas que o lado financeiro impediu o negócio. Eu, sinceramente, concordo com ele. Nos moldes como foi redigido o contrato perante os gambás, a contratação de Adriano vale muito a pena. Chega ganhando bem menos do que estava acostumado e, a qualquer vacilo, estará na rua.

Convenhamos: acima do peso ou não, na balada ou não, ele ainda vale um contrato de risco.

70 MILHÕES
Ainda não é oficial (e nem teria como ser, já que a justiça comum ainda está julgando quem tem direito de negociar com quem), mas o possível anúncio de um contrato de R$70 mi anuais com a Globo repercurtiu mal nos bastidores. Dizem que ganhar 30 milhões a menos que o Curintia não dá, enquanto Tirone diz que é o máximo que conseguiria por enquanto.

Eu, pessoalmente, tendo a concordar mais com o nostro presidente do que com o senso comum. Afinal de contas, não me levem a mal, mas o direito de transmissão é um negócio – e negócios são feitos em cima de números. Conta o ibope, o tamanho da torcida, o número de jogos transmitidos, o interesse pelo pay-per-view, tudo.

Portanto, se confirmado, o valor não fica tão fora da normalidade.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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De olho na base

Revelações, Palestrinos, revelações!

Deola, Bruno, Gabriel Silva, Patrik, Vinícius, Miguel… nenhum deles sequer pode dizer que já é titular absoluto da equipe principal, mas são flagrantes – e surpreendentes – os novos valores criados em casa.

Depois de alguns muitos anos maltratando a base, o Palmeiras começou a se organizar há uns seis anos e os primeiros frutos estão sendo colhidos agora. Os motivos disso ocorrer são os mais variados, mas é bom perceber que alguns deles foram criados propositalmente por nostras confusas diretorias.

Primeiro com o CT da base, em Guarulhos, onde a molecada tem uma bela infraestrutura para trabalhar sossegada. Depois com a reestruturação do time B que, embora quase tenha voltado para a Série A3 do Paulistão este ano, ao menos conta somente com jogadores jovens (ao contrário do que acontecia antes, quando era um depósito de atletas parados). Já o terceiro principal motivo, obviamente, é mais emergencial do que planejado: a falta de opções.

Sem dinheiro e precisando inchar o elenco, Felipão começou a subir a molecada desde o dia em quem chegou ao Palmeiras. E, entre acertos e erros, descobriu que haviam bons valores na base. Nenhum deles é um novo Neymar, mas, para quem havia parado na revelação de Vágner Love em 2003, o saldo é positivo.

Só espero de coração que a nostra diretoria esteja de olho em “detalhes” como multa e tempo de contrato dessa molecada. Em tempos de empresários sangue-sugas, todo cuidado é pouco.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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“Vitória Felipônica”, Palestrinos!

Não que tenhamos sofrido e visto um daqueles triunfos inacreditáveis, mas com dois gols de zagueiro e um de volante, fica difícil não lembrar que Felipão ajeitou este sistema defensivo em 2011. Além do mais, tanto Thiago Heleno quanto João Vitor foram apostas do nostro comandante e acabaram selando a vitória no último sábado.

O JOGO
Mal começou a partida e o Verdão abriu o marcador: após falta sofrida por Rivaldo na intermediária, Thiago Heleno mandou uma bomba e fez o primeiro. E com mais posse de bola, poderíamos ter matado o jogo antes mesmo dos 30 minutos; o problema foi que ninguém avisou nostros atacantes, que perderam pelo menos duas boas chances de ampliar. Contudo, mesmo perdendo chances e dando alguns vacilos, o Bragantino não chegou a levar perigo a Deola e o primeiro tempo terminou quase que em ritmo de treino.

Após o intervalo Felipão se irritou com as duas laterais e mexeu em ambos os lados: no esquerdo, colocou Luan para auxiliar Rivaldo (tirando Adriano MJ), enquanto que no direito trocou Cicinho por Márcio Araújo (colocando João Vitor em campo). Pouca coisa mudou e a partida precisou se arrastar até o fim para a vitória se confirmar de maneira convincente.

Faltando dez minutos para o fim, Thiago Heleno desviou cruzamento de Lincoln para fazer o segundo. E aos 42′, após bela troca de passes no meio-campo, o garoto João Vitor bateu colocado para enterrar de vez a equipe interiorana e devolver a liderança ao Verdão.

3×0 para a nostra defesa.

TROFÉU SÃO MARCOS
Nem tinha como ser outro: o surpreendente Thiago Heleno.

TROFÉU RIVALDO
Mais uma vez Adriano Michael Jackson destoou do restante da equipe e mereceu sair.

E AGORA?
Com a classificação garantida para a fase final, temos mais três partidas até o final da 1ª fase. O único que realmente importa é o do próximo domingo, quando enfrentaremos a peixarada fora de casa, com uma grande equipe. Teste bom pra um time que cada vez melhor.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Enfim uma vitória tranqüila, Palestrinos!

Na bola, sem susto, sem erros e, o mais importante, jogando pelo chão. Com a volta de Lincoln e a noite inspirada de Patrik, o Verdão ganhou em criatividade, desistiu dos chutões e meteu 3 a 0 na Linense com facilidade. Poderia ter sido mais, mas ficou de bom tamanho pela vice-liderança.

O JOGO
Jogando mais uma vez no clássico 4-4-2, com dois volantes e dois meias, o Palmeiras demorou um pouco a se encontrar no jogo. Mas, quando achou o caminho do gol, mostrou que a qualidade no meio faz toda a diferença. Cicinho subia muito bem pela direita e Lincoln e Patrik trocavam passes rápidos, enquanto Kléber fazia o pivô.

Foi dessa maneira que o experiente dono da camisa 99 perdeu um gol dentro da pequena área. Mas foi assim também que o camisa 99 deixou de calcanhar para Patrik avançar e bater com estilo no ângulo, aos 38 minutos. E também foi tocando a bola que Adriano sofreu um pênalti inesxiste e Kléber cobrou com estilo para fazer o segundo, aos 42.

Com dois gols de vantagem, o segundo tempo foi quase um treino de ataque contra defesa. E o bom volume de jogo acabou se transformando no terceiro gol aos 15 minutos, quando uma bela troca de passes sobrou nos pés de Patrik, que bateu com estilo. Daí pra frente o ritmo diminuiu e o Verdão administrou a boa vitória.

Bom para voltar a encostar na liderança, ótimo para dar moral a Patrik e excelente para coroar um retorno forçado de Lincoln.

TROFÉU SÃO MARCOS
O menino Patrik não oscilou, fez dois e foi o melhor em campo.

TROFÉU RIVALDO
Em dia onde até o dono do nome deste troféu foi bem, fica difícil dizer quem foi mal. Vou ficar com Danilo, que errou alguns lances por desatenção.

E AGORA?
Agora temos o Bragantino fora de casa no sábado, descansamos durante a semana e pegamos a peixarada no outro domingo. Hora de recuperar o físico e se preparar para a Copa do Brasil e as finais do Paulistão.

A VOLTA
Ainda não se sabe de onde Lincoln ressurgiu das cinzas para ser titular, mas, a julgar pelas declarações de Felipão, o meia estava de fora por problemas financeiros mesmo. O Palmeiras deve, não quer pagar, tentou negociar, mas ficou claro que o camisa 99 pode ajudar bastante o elenco.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Este não é um post repleto de novidades, Palestrinos.

Em bem da verdade, é justamente o contrário: é apenas um conjunto de fatos que foram crescendo e hoje se transformaram em uma verdadeira bola de neve, dentro e fora de campo, para o Palmeiras.

Como muitos de vocês já devem ter lido, o assunto do dia é Lincoln. Após um longo período se recuperando de contusão, nostro camisa 99 voltou a treinar normalmente com o grupo, mas sequer é relacionado para as partidas. Então, em questão de segundos, surgem as inevitáveis e inventáveis polêmicas: Por quê isso acontece? Ele está sendo negociado? Felipão não gosta dele? Ele tem mau relacionamento com o grupo? O Palmeiras deve dinheiro a ele? Sua avó é ex amante do Palaia?

É justamente disso que este post se trata, de omissão. Ao se calar em nove a cada dez polêmicas criadas em torno do clube, nostra diretoria consegue fazer com que o clube sucumba à assuntos desnecessários e, muitas vezes, mentirosos.

O pior é que isso acontece com este caso, mas acontece também no caso da construção da Arena, no outro que diz respeito à negociação dos direitos de TV, na sempre falada saída de Felipão, nas lesões de Valdivia, nas nomeações internas do clube, nas decisões do COF… São tantos os casos de omissão que eu poderia escrever um livro sobre o assunto!

Por mais boçais que Tirone, Frizzo e os demais diretores possam ser, não creio que eles sejam cegos a ponto de não enxergar o quanto isso prejudica o time – inclusive dentro de campo. Eles são senhores inteligentes. Mas essa postura “não tá comigo” revela um amadorismo tão grande que faz as nostras esperanças de o Palmeiras entrar nos eixos irem por água abaixo.

É triste constatar, DE NOVO, que entra diretoria e sai diretoria, a coisa continua ridiculamente mal administrada.

A propósito, só para fechar o assunto do início do post, pelo que sabemos por meio de notícias, o ‘afastamento’ de Lincoln tem justificativa mais provável pelo lado financeiro. Ele, que pagou a própria multa rescisória para se desligar do Galatasaray, ainda não teria recebido o valor total por parte do Palmeiras. Além do mais, o jogador conta com um alto salário – que foi negociado pela antiga diretoria – e que estaria desagrando a Roberto Frizzo, fazendo com que o encostassem forçosamente.

Aliás, está aí mais um problema eterno do nostro Palestra: as vinganças políticas. Mas, para não dar overdose de desgosto em nostra massa, este tema fica pra outro dia.

Ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Quem não faz…

Empate justo em São Caetano, Palestrinos.

Poderíamos ter matado o jogo antes dos 15 minutos, mas, como de costume, nostros atacantes se afobaram na hora de concluir em gol e o um a um acabou sendo um bom resultado. O time da casa melhorou no segundo tempo e, se não fosse por um milagre de Deola, poderíamos ter saído de campo derrotados. É a velha história: quem não faz, toma.

O JOGO
Com ótimo toque de bola e saindo em velocidade pelos lados do campo, o Palmeiras começou muito bem a partida no Anacleto Campanella. Logo aos 3 minutos de jogo, Kleber foi acionado dentro da área, tomou um toque por trás e abriu o marcado na cobrança de pênalti: 1 a 0 Verdão.

Após o gol, foram diversas as chances de aumentar a contagem, todas desperdiçadas. Então o Azulão foi melhorando, cresceu no jogo e acabou chegando ao empate em um gol de cabeça. Após cinco escanteios seguidos, onde nostra zaga perdeu conseguiu perder todas, Artur empatou e o primeiro tempo acabou assim.

No intervalo, Felipão decidiu mexer na equipe e tirou Adriano para a entrada de Tinga. De fato Michael Jackson estava mal, mas a entrada de Tinga mais uma vez não serviu para nada e o Palmeiras voltou a perder o meio-campo – chegando bem apenas em bolas paradas.

Nem quando Thiago Heleno e Anderson foram expulsos, deixando o campo com mais espaços, a nostra equipe soube aproveitar. Então o time do ABC foi crescendo, criando oportunidades, nos sufocando e por pouco não saiu de campo com a vitória. Deola fez um milagre digno de São Marcos e o empate acabou sendo bom.

TROFÉU SÃO MARCOS
Cicinho foi o melhor jogador de linha. No entanto, é impossível não dar o prêmio a Deola, que fez duas grandes defesas.

TROFÉU RIVALDO
Adriano não jogou nada e ainda perdeu uma grande chance logo no início do jogo.

ABRE O OLHO, FELIPÃO!
Eu entendo que Felipão goste de dar chance a todos do elenco. Mas existem alguns jogadores que já provaram não merecer tanta confiança. Patrik ainda é jovem e inconstante, só rende bem quando entra na segunda etapa ou tem o apoio de Valdívia; Tinga continua péssimo em 2011; Luan oscila muito e só mereceser titular contra o Uberaba…

Enfim, o elenco é limitado, mas pode render quando bem usado. Vinícius fez boas partidas e merece atuar mais no comando de ataque; a zaga continua vulnerável com Thiago Heleno e seria bom testar Chico na posição. São apenas dois exemplos, mas o trabalho de Felipão continua com avaliação muito mais positiva do que negativa.

E AGORA?
Agora temos uma seqüência de dois jogos no Paulistão, contra Linense (C) e Bragantino (F). Ótima oportunidade de fazer seis pontos e volta para a ponta.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Jogo de volta eliminado, Palestrinos!

E olha que nem precisava do placar elástico: o que importava na noite de ontem era a vitória por dois gols de diferença. Em um campo típico de Copa do Brasil, o Palmeiras jogou como quem joga a Copa do Brasil e passou para as pitavas da, veja só, Copa do Brasil. Sem frescura nem piedade.

O JOGO
Sabedor do mundo que desabou em Uberaba antes da partida, Felipão olhou para a escalação e fez várias mudanças para a partida. Em um 4-4-2 clássico, mandou Mácio Araújo e Rivaldo nas laterais, Chico de primeiro volante e Luan ao lado de Kléber. E com um time mais pesado, o Verdão nadou de braçadas naquela piscina suja que era o Estádio Uberabão.

Logo aos 11, Marcos Assunção bateu um escanteio pra área e Luan fez o primeiro de cabeça. Dez minutos depois, novamente o surpreendente e inspirado Luan tabelou com Kléber e bateu cruzado para marcar o segundo. O passeio prosseguiu, o time da casa começou a abusar das faltas e ainda assim fizemos o terceiro. De Mago para Gladiador, do Gladiador pras redes.

No segundo tempo, sem nada mais a perder, o Uberaba até tentou algumas finalizações, mas foi o Palestra que continuou a mandar na partida. E se Deola se virava com as trapalhadas de Thiago Heleno lá atrás, Kléber perdia gols lá na frente. Felipão ainda colocou Cicinho, Vinícius e João Vitor pra jogar, mas foi o próprio camisa 30 quem fechou o caixão aos 46 minutos.

Apito final, festa no chiqueiro!

TROFÉU SÃO MARCOS
Parecia que os lampejos de Luan haviam ficado na Sul Americana do ano passado, mas ontem ele fez chover.

TROFÉU RIVALDO
Mesmo contra um ataque quase inexistente, Thiago Heleno mostrou mais uma vez que é estabanado e que consegue complicar a vida de Deola.

FELIPÃO FEZ A DIFERENÇA
Sim, eu também acho que teríamos vencido a partida de ontem de qualquer maneira. Mas quando um treinador observa o campo e resolve poupar atletas que não se adaptariam tão fácil a ele, é porque ele, no mínimo, entende de futebol. Doa a quem doer, Felipão sabe os atalhos da Copa do Brasil e vai nos levando a frente.

E AGORA?
Agora o Verdão já está classificado para as oitavas-de-final e descansa na semana que vem para assistir de camarote quem passa do duelo Sampaio Correia e Santo André (os maranhenses ganharam a primeira por 3 a 2). Pelo Paulistão, vamos enfrentar o São Caetano no domingo, às 16h.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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