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Archive for 14 de abril de 2011

Saímos na frente, Palestrinos.

Ao melhor estilo felipônico de ser, batemos o Santo André fora de casa por 2 a 1 e agora basta manter o resultado jogando no Pacaembu para garantir a vaga nas quartas. E embora tenha sido um baita de um placar, serviu de lição para o Palmeiras aprender uma coisa valiosa: mate o jogo quando você pode matar.

Com menos preciosismo e mais objetividade, poderíamos ter enfiado cinco. Só fico tranquilo porque tenho plena certeza de que Felipão falou sobre isso.

O JOGO
Nem os desfalques de Lincoln e Patrik poderia ser desculpa para jogar diante de mais um rebaixado no Paulistão. Assim sendo, as únicas dificuldades que o Verdão teria seria o péssimo estado do gramado e uma possível noite fraca da equipe. O que vimos na primeira etapa, no entanto, comprovou o esperado.

Tocando bem a bola e marcando sob pressão, o Palmeiras dominou completamente os primeiros 45 minutos. O primeiro gol, no entanto, só chegou aos vinte: Kléber sofreu pênalti, bateu mal, pegou o rebote e botou a bola pra dentro. No lance seguinte, Valdívia demorou pra soltar a bola em Luan; na bola seguinte, Tinga se atrapalhou; e assim o tie foi perdendo a chance de ampliar a diferença.

Já no segundo tempo, e sem nada a perder, o Santo André resolveu colocar mais atacantes e ir pra cima. Aos 24 minutos, no entanto, Luan puxou contra ataque e foi derrubado na área. Mais um pênalti, mais uma cobrança ruim do Gladiado, mas a redenção um minuto depois: cobrança de escanteio, bola no travessão, rebote no nostro camisa 30.

A partir daí, como era de se esperar, o Palmeiras diminuiu o ritmo. Perdeu mais algumas oportunidades por pura enrolação e acabou punido no fim. Após cobrança de falta, o zagueiro ex-gambás Anderson diminuiu o marcador.

Dois a um, vantagem garantida, vamos pra cima dentro de casa!

TROFÉU SÃO MARCOS
Kleber fez dois gols, Valdívia fez algumas jogadas de efeito, mas, para mim, o jogador mais importante da partida foi Luan. Correu, defendeu, atacou, driblou e só não fez o seu porque não soltaram a bola nele.

TROFÉU RIVALDO
Em tempos onde até o jogador que dá nome ao troféu não está comprometendo, fico mais uma vez com Tinga. Ele precisa aprender a correr produtivamente.

CAMPO DE CONCENTRAÇÃO
É vergonhoso ter de jogar em um estádio como o Bruno José Daniel. Gramado quase inexistente e infra-estrutura precária em todos os sentidos. Não é de se admirar que bombas de efeito moral tenham sufocado a nostra torcida e parte dos jogadores durante a partida…

E AGORA?
Agora temos a Ponte Preta, domingo, para cumprir tabela no Paulistão e o jogo de volta diante do Santo André na próxima quinta, no Pacaembu. Acho provável que Felipão poupe alguns jogadores no final de semana, mas o caminho para os títulos está bem pavimentado.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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