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Archive for maio \31\UTC 2011

Eis os novos uniformes para a temporada 2011/12, Palestrinos.

Voltando ao bom, velho e clássico uniforme nº1 verde e uniforme nº2 branco, a Adidas mais uma vez acertou em suas escolhas. Não cabe a mim fazer uma análise completa, afinal isso aqui não é um blog editorial de moda, mas gostei bastante do que vi neste início de tarde.

A novidade da camisa titular (primeiro escudo do Palmeiras ao invés do clássico) é polêmica. Embora seja uma camisa em homenagem aos herois da Copa Rio de 1951, eu, pessoalmente, não gostei de terem mexido no símbolo. Deveríamos alinhar sempre com o escudo atual.

Já a reserva é linda. Relembra sim o passado, com as cores da Itália, mas também é Palmeiras em sua essência. Nostra camisa reserva sempre foi e deve continuar sendo branca. Deixem inovações como o azul e o verde grifa texto para a terceira camisa, que vende bastante, mas é pouco vista dentro das quatro linhas.

As camisas de goleiro também ficaram bacanas, com o azul tradicional de São Marcos em uma e o verde Liverpool (camisa de goleiro Adidas da temporada passada, usada na Inglaterra por Diego Cavalieri) na outra.

O vídeo da apresentação (abaixo), idolatrando o inesquecível Oberdan Cattani, ficou muito mais legal pela homenagem ao nostro eterno camisa 1 do que pelo seu conteúdo em si.

Em suma, estaremos bem alinhados dentro de campo. Falta nostro futebol chegar a isso e fazer companhia na beleza veiculada por nostra patrocinadora.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Trouxemos um pontinho santo de Minas, Palestrinos.

Afinal, apesar de termos saido na frente do marcador, não dá pra dizer que merecíamos a vitória. O Palmeiras entrou disposto a defender e sair no contra ataque, mas, se cumpriu razoavelmente a tarefa de proteger o nostro gol, foi mal em matéria de criar chances. E aí, com São Marcos fazendo ao menos três grandes defesas, não dá pra dizer que o empate foi mal resultado.

O JOGO
Jogando em casa, o Cruzeiro começou o jogo indo pra cima: atacava com perigo pelas pontas e aproveitava a marcação falha de Cicinho e, principalmente, Gabriel Silva para criar chances. Foi assim que tomamos uma bola na trave e foi assim que Gilberto obrigou Marcos a fazer uma baita defesa.

Após os 30 minutos, no entanto, o time celeste teve um apagão e o Palmeiras chegou. Teve oportunidade clara com Tinga, teve uma boa chance pela direita onde o árbitro não marcou falta em Cicinho e poderia ter chutado mais a gol com Luan. Tanto poderia que, logo depois de voltar para o intervalo, abriu o placar com o camisa 21.

Em ótima assistência de Marcos Assunção, Luan recebeu e bateu bonito, cruzado, no ângulo para abrir o marcador. Qeum diria, um golaço de Luan! Isso porque o time da casa já havia perdido uma chance bizarramente clara logo aos dois minutos em vacilo do nostro sistema defensivo.

Mas foi em uma seqüência de escanteios que veio o castigo: mal Chico havia entrado no lugar de Tinga, Gil desviou na primeira trave e Anselmo Ramon (ex-Oeste, bom jogador) complementou para empatar. A partir daí foi um Deus nos acuda, ataque contra defesa, Marcos e Thiago Heleno contra um bombardeio azul.

E o 1 a 1 acabou sendo ótimo pro Verdão.

TROFÉU SÃO MARCOS
Como as regras nçao permitem que o próprio Marcos receba tal prêmio, fico com Thiago Heleno.

TROFÉU RIVALDO
Tinga, mais uma vez Tinga. E eu nem preciso justificar, minha paciência com ele já acabou.

FELIPÃO, ADRIANO E SÃO MARCOS
Treinadores acertam e erram. E eu continuo achando que Felipão acerta muito mais do que erra (ainda mais com o elenco limitado, com as lesões, com a espera por reforços). No entanto, já dá pra dizer que em uma coisa nostro comandate precisa mudar: Tinga não dá mais! Cansou, saturou, não produz absolutamente nada dentro de campo… se tem qualidade ou não, vai ter que demonstrar na Ponte Preta de novo.

Já o caso Michael Jackson é de se pensar mesmo. Por três vezes seguidas o cara fez coisa errada: chegou atrasado duas vezes e ainda foi flagrado bebendo em um posto de gasolina pelo próprio Felipão. Sinceramente, penso que ele pode ser um bom reserva para o elenco; mas que merece uma multa no salário, isso lá merece.

Para finalizar, como é bom ver São Marcos de volta! Com reflexos apurados, com ritmo, ajudando demais e ainda ajudando a posicionar e incentivar a equipe. Para mim, suas defesas valeram o final de semana.

E AGORA?
Bom, enquanto os reforços prometidos não chegam, só podemos esperar um Palmeiras aguerrido. Sábado que vem temos o Atlético/PR em casa e é de se esperar um jogo complicado, sempre com a bola aérea do Ventinho a incomodar. No entanto, temos razões para acreditar na vitória.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Assistam o vídeo acima, Palestrinos.

É o trailer de “Primeiro Tempo”, o filme que vai relembrar todas as glórias do nostro amado Palestra Itália. E embora a iniciativa por si só já seja louvável, é incrível o tanto de lembranças que estes míseros dois minutos me trouxeram.

A começar por aquele senhor de cabelo e bigode caprichosamente negros chamado Oberdan Catani. Aos cinco anos de idade, todos os meus primeiros jogos em nostro templo sagrado foram assistidos exatamente ao seu lado, na numerada coberta, enquanto meu pai contava quem era aquele verdadeiro herói alviverde que distribuia tantos autógrafos. Lembro-me das vitórias, dos vendedores de sorvete, das pombas que faziam ninho naquela cobertura, dos xingamentos ao Chico Lang e demais jornalistas gambás… lembro-me de tudo.

Ao ouvir Evair e Marcos falarem sobre o Palestra, então, as lembranças dão um giro ainda maior e me levam à episódios que jamais esquecerei, sejam eles bons ou ruins. Nostro eterno camisa 9 me faz lembrar tanto de sua elegância e calma quanto de um pênalti desperdiçado diante do Ceará, na Copa do Brasil de 1992, o único que lembro que El Matador tenha perdido. Já o nostro Santo me lembra a Libertadores de 1999, os milagres em Brasileiros e também àquela furada diante do Vitória.

Com risos ou lágrimas, o saudável é constatar que todas as lembranças são positivas.

Assim como é mais do que positiva a lembrança desse dia 22 de maio de 2010, quando, ao lado do irmão de vida e de blog Élton Reale e sua família, vimos o Verdão bater o Grêmio por 4 a 2. Fizemos dois a zero, levamos o empate, depois retomamos a frente no marcador e saímos de campo com alegria esfuziante. (Ironicamente, também neste dia conheci os pais do amor da minha vida, ainda “vestido de estádio” e com o sorriso no rosto).

É incrível, amigos. O que era pra ser tão somente o palco de tantas glórias e frustrações é capaz de se infiltrar em nostras vidas e se misturar a momentos pessoais diversos. Ali passei tardes e noites na companhia do meu pai, do meu irmão, da minha mãe, do próprio Élton, do Deniz, do Érico, do Sonecão (e seus irmãos)… O Palestra é tão único que, perdoem-me, me deixa saudosista ao extremo!

No entanto, não esperem que eu confunda saudosismo com atraso. Este “velho” Palestra fez muito bem o seu papel e agora uma nova arena irá surgir, ainda mais alviverde, ainda mais imponente, ainda mais vencedora. Obrigado, Palestra, a gente se vê novamente em 2013 – ou a qualquer dia, em um devaneio desses que a gente tem por amar demais.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A tal dependência

Já estamos acostumados, Palestrinos…

Não basta vencer as partidas, a imprensa sempre irá encontrar defeitos no Verdão. Longe de mim achar que estamos com o time totalmente bem resolvido, mas é impressionante como gostam de diminuir os nostros feitos. O problema da vez é a “Kleberdependência”, doença crônica que afeta um time limitado e sem criatividade, fazendo com que apenas o camisa 30 possa resolver os problemas dentro de campo.

Mas como o próprio título deste post diz, tudo bem, isso não é novidade. Já sofremos da “Marcosdependência”, da “Magodependência”, da “Assunçãodependência”… Parece que a equipe, como um todo, não existe; existe quem faz gols e só.

Volto a dizer: nostra equipe não é – e nem será – uma primazia. Mas fica extremamente chato não dizer que nostra dupla de zaga tem feito um ótimo ano, que os volantes têm marcado e atacado racionalmente, que os laterais têm apoiado, que o gol está sempre bem protegido por Marcos ou Deola, e por aí vai. O que me espanta é dizer que só existe Palmeiras com o Gladiador.

Oras, mas é claro que Kleber faz a diferença! Assim como faz Neymar, como faz Liedson, Montillo, Conca e muitos outros. Em um campeonato como o Brasileiro, onde os craques estão escassos, qualquer jogador diferenciado é capaz de decidir partidas em um lance.

Neste domingo foi Kleber. No próximo pode ser Assunção. No outro, Luan. O importante é termos consciência de que mesmo com um elenco limitado, o Palmeiras é maior do que um jogador; e que, mesmo assim, devemos reverenciar este verdadeiro defensor do nostro manto chamado Kleber Giacomace.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Começamos o Brasileirão com vitória, Palestrinos!

E muito embora não tenha sido um show de bola, o Verdão foi imensamente superior durante toda a partida e mereceu sair de campo com os três pontos. O placar magro acabou sendo até pouco pelo domínio, mas bastante justo pela já tradicional falta de pontaria do nostro ataque. Fizemos a lição de casa, começamos com o pé esquerdo de Kleber e saímos na frente.

O JOGO
Mais organizado desde o início e extremamente bem estruturado na parte defensiva, o Palmeiras teve o domínio de bola desde os primeiros minutos. O problema era a ligação entre defesa e ataque: com uma espécie de 4-3-3, Luan e Adriano estavam muito espalhados pelas pontas, enquanto que Tinga era um pseudo-armador da pior qualidade.

Desta feita, dependemos, mais uma vez, das bolas paradas de Assunção. E olha que não foram poucas! Nostro Kid Bengala mandou um tirambaço no travessão, teve outro defendido por Jefferson e ainda deu bela assistência para Thiago Heleno quase marcar. Mas como o zero não saiu do placar, Tinga saiu no intervalo e patrik melhorou a dinâmica de jogo no segundo tempo.

Então, aos 19 minutos da segunda etapa Márcio Araújo roubou bonito, tabelou e deixou a bola com Kleber; o Gladiador, completando 100 jogos pelo Palestra, não perdoou e fez um verdadeiro golaço. Corte seco, patada de esquerda, 1 a 0 no marcador! Com o Botafogo finalmente tentando ir ao ataque, tivemos chance em dois contra ataques, mas ficamos mesmo na diferença mínima.

Como bem disse São Marcos, parafraseando Muricy, o que vale é a vitória.

TROFÉU SÃO MARCOS
Apesar da partida impecável que Thiago Heleno fez na defesa, Kleber matou o jogo com uma pintura e merece o prêmio de melhor em campo.

TROFÉU RIVALDO
Não é a primeira vez dele no ano e não deve ser a última: Tinga.

FELIPÃO TEM RAZÃO
Se às vezes fala demais, dessa vez Felipão foi cirúrgico em sua entrevista pós jogo. Elogiou todos os que estiveram em campo, exaltou a atuação de Kleber, continuou blindando aqueles que são criticados (leia-se Luan) e se disse satisfeito com os três pontos.

Assim, sem polêmica nenhuma. Coisa fina!

CALMA NO CHIQUEIRO
Com a vitória, fica a semana tranquila pro nostro Verdão trabalhar. Até porque o próximo desafio será pedreira das grandes: o Cruzeiro, fora de casa, no próximo domingo. Vamos trabalhar, meu povo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Chegou o segundo semestre, Palestrinos.

Apesar de ainda estarmos em maio, o calendário do futebol é diferente do nostro. Deixamos o Paulista e a Copa do Brasil para trás e agora o foco fica todo no Brasileirão e na Sul-Americana, que já estão batendo em nostra porta. A principal dúvida que fica neste momento é: o que esperar dos próximos meses?

No que depender de mim, um palmeirense otimista e inveterado, podemos esperar vida melhor.

Apesar de nostro elenco limitado provavelmente sofrer poucas mudanças, minha opinião é que 2011 começou bem para o Verdão. Não que ser eliminado das duas competições da maneira que fomos tenha sido bom, mas se voltarmos até o dia seguinte do Pacaembuzazzo diante do Goiás, eu sinceramente esperava bem menos deste ano.

Quanto à equipe, Maikon Leite está chegando para reforçar o ataque, Paulo Henrique é a aposta para a lateral-direita e muito provavelmente veremos a chegada de um zagueiro (Rafael Tolói ou Henrique) e um meia (Martinuccio, do Peñarol). Ainda temos carência na lateral-esquerda e no ataque, graças as lesões, mas nada ouvi sobre isso ainda.

Felipão, ao que parece, vai ter que remoldar a equipe. Primeiro deve apenas tampar buracos: Leandro Amaro na vaga de Danilo, João Victor na vaga de Cicinho, Patrik na vaga de Valdivia e Adriano MJ na vaga de Kleber do lesionado Wellington Paulista; depois, com todos a disposição, pode até montar uma equipe com três atacantes.

O fato é que podemos brigar por aquelas famosas quatro vagas da Libertadores. Precisamos reforçar o elenco, sem dúvidas, mas podemos brigar. Não nos vejo forte pelo título Brasileiro, embora tenha certeza que pode rolar um caneco na Sul-Americana, torneio mata-mata com times mais fracos.

Em suma, espero um segundo semestre mais digno. Não fico satisfeito com este papel de dignidade, mas devido ao que vimos nos últimos anos, é algo a ser considerado. E você, o que espera do nostro Palestra?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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E a história se repete, Palestrinos.

Mais uma vez vemos um “novo” candidato tomar conta da nostra presidência, mais uma vez o início nos ilude e mais uma vez ele se revela um estúpido tirano.

Eu cheguei a elogiar a postura de Arnaldo Tirone junto ao caso da WTorre (quando ele peitou o câncer do Conselho Fiscal presidido pro Mustafá Sapo Gordo Contursi) e também quanto às suas declarações logo após o vexame para o Coritiba (quando ele tentou apaziguar o acontecido sem gerar crise), mas, de novo, queimei a língua.

Claro que o clima não é bom, mas depois da vitória de quarta as coisas haviam melhorado um pouco pelo menos. No entanto, na sexta-feira ele não se aguentou e falou uma dúzia de idiotices sem tamanho. De uma só vez – e aparentemente sem ter pensado uma única vez – criticou Valdívia, Felipão e Marcos Assunção. E se ele tem direito a expor a sua opinião, só se esqueceu de duas coisas: 1) é presidente do Palmeiras e 2) ele trabalha pelo BEM do Palmeiras.

Vejam o caso de Valdívia, por exemplo. Se o dirigente não gosta do chileno e o quer fora do clube, de que adianta dizer que ele só vai pra balada e que não se esforça? Se vossa imbecilidade não percebeu, não vai conseguir vender produto nenhum dizendo que ele é ruim! Isso sem falar no absurdo que é querer uma tranqueira como Dagoberto… Di mio!

O caso de Felipão é também emblemático. Tirone sempre deixou claro que o treinador ganha dinheiro demais, mas daí a dizer que ele é instável e que prefere Mano Menezes vai um abismo de distância. Como esperar que o time melhore se o presidente e o treinador vão entrar em pé de guerra?! Por San Genaro…

Pra terminar, ao citar a renovação de Marcos Assunção, ditou valores que além de irreais revelam sua irritação com o caso publicamente. De novo, e mais uma vez: você é PRESIDENTE do Palmeiras, cazzo, não pode sair por aí falando de negociações dessa maneira! Jesus…

Essa história me deixou tão nervoso que preferi deixar para escrever nesta segunda-feira. É muito amadorismo, é muita idiotice, é muita vontade de querer aparecer! Estou cansado de ver conchavos políticos atrapalharem o nostro Verdão, maldito seja. Tirone, de coração, vá pro inferno!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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