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Archive for 3 de maio de 2011

Terça-feira, Palestrinos.

Passou a tristeza de domingo, passaram as polêmicas de segunda e o saldo que temos para o seguimento da semana é de puro orgulho. Já vi e revi os lances do jogo mil vezes, ouvi todas as entrevistas possíveis e imagináveis e, de verdade, não sinto uma ponta de arrependimento pelo que aconteceu.

Nem pelo pênalti desperdiçado pelo bom João Vitor. Já escrevi aqui algumas vezes e repito: este garoto foi a melhor aposta do Palmeiras no ano até agora. Veio do União São João com salário modesto, chegou junto com o recém-contratado Chico e ganhou seu espaço. Já mostrou que bate bem na bola, que marca muito e merece o nostro apoio. Felipão contou que ele pediu desculpas ao grupos no vestiário e que ninguém aceitou; afinal, clichês a parte, só perde quem bate.

A luta impressionante de Márcio Araújo, a garra usual de Kleber, a marcação impecável de Marcos Assunção, a vontade de Luan, a superação de Leandro Amaro… são muitos os motivos que nos deram orgulho no último domingo. Um orgulho que nos leva de volta a agosto de 1914, quando operários descendentes de italianos decidiram fundar o nostro Palestra. Esse espírito não é novo nem vem de Felipão; essa alma verde vem lá de trás.

Por isso, quando 30 mil palmeirenses in loco e mais 15 milhões em casa aplaudiram a equipe ao final da partida, não foi um aplauso de piedade: foi um salva de palmas para quem honrou o nostro manto. Somos exigentes, sim, mas somos ainda mais humanos.

Independentemente do que acontecer daqui até o final do ano, a demonstração de brio que vimos diante da gentalha e de um árbitro infeliz (nem quero falar neste indigente) já valeu a certeza de que estamos no caminho certo.

Quinta tem Copa do Brasil, no final do mês começa o Brasileirão, logo tem a Sul Americana. Confiamos de coração neste grupo e sabemos do que ele é capaz de fazer dentro de campo. Até porque ogulho, meus amigos, não se compra.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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