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Archive for 13 de junho de 2011

Me desculpem as palavras, mas eu fico puto com essas coisas, Palestrinos.

Se é verdade que o Palmeiras falhou no Paulistão e na Copa do Brasil, também é verdade que a equipe vem fazendo um 2011 bastante digno, só perdeu três partidas no ano e vem mostrando evolução a cada rodada – ainda que desfalcada de jogador como Valdivia. Tenho consciência que esta é a minha opinião e que outros podem ter a deles; o problema é quando estes “outros” novamente perdem a razão e apelam.

Sábado, quando o Verdão desembarcou em Porto Alegre, aquela mesma cambada de palhaços de sempre, denominada Mancha (Alvi)Verde, foi até o saguão protestar. Xingou Luan, xingou Adriano e quando Marcos Assunção foi conversar com eles simplesmente agrediram verbalmente também um de nostros melhores jogadores.

Isso é impressionante, amigos. Entra ano, sai ano essa corja atrapalha o Palmeiras. Este ano, quando sofremos aquela maledeta e humilhante derrota para o Coritiba, pela Copa do Brasil, foi essa mesma “torcida” quem atacou os carros de jogadores e pichou os muros do Palestra. Por sinal, no jogo de volta, quando apenas os chamados torcedores comuns foram ao Pacaembu, presenciei uma das massas mais vibrantes em anos de arquibancada. Éramos poucos em número, mas superiores em amor.

Mas, enfim, a questão não é essa. A questão é que nenhum atleta passar a correr mais em campo por ter sido pressionado e amedrontado. Tampouco esse atleta vai embora por causa disso! De uma vez por todas, tentem entender “organizados”: todo mundo que paga ingresso pode protestar a vontade no estádio e somente no estádio. Pode fazer faixas, gritar, o que quiser: menos apelar para o embate pessoal, seja ele verbal ou físico.

Conheço integrantes da Mancha que não são estúpidos a esse ponto, mas, de que adiante se gabar de seguir o Palmeiras em qualquer lugar do mundo e fazer lindas festas se parte dos “associados” só conhecem o terror como solução? Se são 15 ou 500 pouco importa: eles fazem com que o nome de toda a torcida seja manchado.

E se quiserem falar que isso é generalizar, fiquem a vontade. Eu não respeito nem nunca vou respeitar quem protesta usando a violência e a intimidação. Até porque isso seria crime em qualquer lugar do mundo, menos aqui, no nostro permissivo futebol brasileiro.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ficamos no quase novamente, Palestrinos.

Afinal de contas, novamente jogamos fora de casa contra uma equipe tida como favorita, mais uma vez contrariamos as expectativas apresentando bom futebol e, mais uma vez, sofremos o empate perto do final. É aquele paradoxo de ficar feliz pelo empate longe de casa, mas triste pela verdadeira água no chopp. Como bem disse Felipão, “é bom pros dois”.

O JOGO
De novo naquele 4-5-1 disfarçado de 4-3-3, o Palmeiras entrou em campo disposto a jogar bola. Não recuou, não chamou o Inter pra cima e cozinhou a partida buscando o gol em bolas paradas. Foi assim que Marcos Assunção bateu duas faltas perigosas, espalmadas por Renan, e fez ainda mais dois cruzamentos venenosos. Atrás, como tem sido uma constante, o Palmeiras se comportou bem.

Veio o segundo e, mesmo com Chico improvisado na vaga de Gabriel Silva (eita moleque zicado!), o Verdão continuava inteiro na partida. No entanto, num daqueles momentos inexplicáveis onde nem o próprio atleta consegue se defender, Marcio Araújo se empolgou e meteu um chutaço no ângulo de São Marcos. Óseas respirou aliviado, vão esquecê-lo por algum tempo.

E quando parecia que nostro time iria definhar sob a pressão exercida pelos chapolins, fomos novamente surpreendidos: empatamos três minutos depois em um gol contra de Rodrigo e viramos pouco mais de dez minutos depois em linda jogada de Luan. Estava tudo errado e tudo certo ao mesmo tempo!

Mas como o Palmeiras não economiza na falta de atenção, repetimos o roteiro diante do Cruzeiro e sofremos o empate em uma cobrança de escanteio, após desvio no primeiro pau. 2 a 2 no placar, com aquele gostinho de quero mais.

TROFÉU SÃO MARCOS
Marcos Assunção não só jogou “sozinho” na primeira etapa, como ainda participou dos dois gols.

TROFÉU RIVALDO
Apesar do gol contra, Márcio Araújo não mereceu tal prêmio. Vou deixá-lo novamente com Patrik, que não fez nada e ainda tomou um amarelo besta.

O MALEDETO ESCANTEIO
Eu sei que todos ficamos na bronca ao sofrer mais um gol de escanteio, mas, sinceramente, como evitá-lo? Tanto Felipão quanto os atletas dizem que a solução é treinar exaustivamente a jogada, mas eu, particularmente, acho que esse não é um tipo de jogada tão facilmente “marcável”. Na minha visão, depende muito mais de atenção do que de treino. Vale o Marcão dar uns gritos antes da cobrança e os atletas se ajudarem.

E AGORA?
Bom, seguindo as contas de nostro comandante está tudo dentro do figurino: duas vitórias em casa, dois empates fora. Sabadão recebemos o combalido Avaí no Canindé e, conseguindo os três pontos, devemos continuar entre os quatro primeiros colocados do campeonato. Parece pouco, meu amigo, mas pense bem, porque não é.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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