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Archive for 27 de junho de 2011

O Brasileirão começou melhor do que o esperado, Palestrinos.

São seis jogos, com três vitórias em casa e dois empates e uma derrota jogando fora de nostros domínios. Você pode até me acusar de pensar pequeno, mas coloque a mão na consciência: com o elenco que temos a disposição, esta é uma campanha bastante razoável.

No entanto, é bom frisar, sempre tem como melhorar. E muito embora eu seja fã confesso de Felipão, alguns pontos poderiam ser acertados para que a equipe funcione melhor durante o segundo semestre – sem contar, obviamente, com os (im)possíveis reforços da diretoria. Vamos a alguns deles:

  • “Luandependência”: eu até aceito e entendo que o Palmeiras dependa das atuações de um atleta de alto nível como Kleber. No entanto, não dá pra depender de Luan. O esquema montado por Felipão tem uma vaga que é dele e só dele, fazendo com que soframos quando ele não está em campo.
  • Rivaldo não: já que Gabriel Silva tem se lesionado muito e a base não oferece bons jogadores para a lateral-esquerda, sugiro que Felipão simplesmente desista do camisa 13. Pode colocar Chico para fechar o lado e apenas marcar, sei lá, mas Rivaldo não dá.
  • Descalço: Patrik não é meia armador, Tinga muito menos e Lincoln não tem físico nem para jogar entre crianças. Então, caro Scolari, sempre que Valdívia estiver ausente, vale mais a pena apostar em um ataque rápido do que em um camisa 10 inesxistente.
  • Armação: se não temos um meia, subentende-se que os volantes têm de ajudar a marcar, certo? Então, pelo amor de San Genaro, alguém pede que o Assunção faça isso, deixando o limitadíssimo Chico com a incumbência única de marcar? Por favor…
  • Síndrome de Muñoz: existem jogadores que podem ajudar muito mais entrando durante a partida do que começando a mesma em campo. E esse, definitivamente, me parece ser o caso tanto de Wellington Paulista e Lincoln.
  • Multa: se o time treina tanto assim e continua sofrendo gols de escanteio, só tem uma solução – multar o jogador que falhar nos lances de bola parada. Quem sabe, assim, os atletas fiquem mais atentos com as bolas altas.

Só relembrando: as coisas estão indo bem. Mas com a chegada de Maikon Leite e um ou outro ajuste defensivo, as coisas podem andar ainda melhor para o Verdão. Bola pra frente (e sem crise, pelo amor de Deus)!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Veio a derrota, Palestrinos.

E muito embora boa parte da torcida esteja revoltada com o acontecido, não é nenhum desastre perder em Fortaleza. Até aceito o argumento de que seguramos o empate fora de casa diante de equipes mais fortes, mas a fraca exibição de ontem não é digna de humilhação ou crise. Aconteceu porque paramos em nostros próprios limites e porque a bola aérea continua sendo uma tragédia. Fica difícil pensar alto subindo tão mal de cabeça.

O JOGO
Prevendo uma pressão do time cearense, Felipão armou a equipe em um 4-3-1-2, onde Chico fazia as vezes de falso zagueiro pela esquerda – o que liberaria os laterais. E no início da partida até que a tática deu certo: Wellington Paulista cabeceou para boa defesa do frangueiro Fernando Henrique, enquanto o Ceará mal atacava. O problema, mais uma vez, veio pelo alto: sete minutos, escanteio e gol dele, Uóxitu Orelhão.

A partir daí e principalmente da substituição de Cicinho, muito mal substituído por Patrik, nitidamente o Palmeiras se perdeu. Com Lincoln mal demais na partida e o trio de volantes do time da casa marcando extremamente bem, não conseguimos criar nenhuma chance de perigo. mais uma vez, aliás, chegamos apenas com as bolas paradas de Assunção. Para piorar, sofremos o segundo gol no último segundo da primeira etapa, após mais um cruzamento na área.

No intervalo, no entanto, Felipão mexeu bem, colocou Adriano no lugar de Lincoln e nós voltamos a ter o domínio da bola. O problema foi que esse domínio não se transformou em chances concretas de gol. Kleber lutou tanto quanto se jogou, Patrik correu mais do que pensou, Adriano não foi pra cima e Rivaldo, como sempre, foi uma negação. A desorganização foi tamanha que, quando os volantes saiam para o jogo, o “armador” era Chico – tão habilidoso quanto minha mamma.

Com este cenário, obviamente ficou impossível buscar o empate. Perdemos o jogo e a invencibilidade merecidamente, esperando que tudo melhore na próxima quinta.

TROFÉU SÃO MARCOS
Marcos Assunção marcou, armou e ainda levou perigo nas bolas paradas.

TROFÉU RIVALDO
Eu não sei se o cara é lento por natureza ou se alimenta mal. Mas a verdade é que a apatia de Lincoln chega a irritar até um monge budista!

FELIPÃO ACERTOU E ERROU
Acertou ao escalar a equipe no 4-3-1-2, dando mais uma chance para Wellington e Kleber jogarem juntos, mas errou demais ao passar Márcio Araújo para o lugar de Cicinho. Por mais limitado que seja, o camisa 8 faz muito mais falta no meio do que na ala, onde o Paulo Henrique poderia ter sido testado.

E AGORA?
Agora na terceira colocação, temos a chance de nos reabilitarmos com duas partidas totalmente “ganháveis”. A primeira já nesta quinta-feira (30/06), diante do Atlético/GO no Canindé, e a próxima na outra quinta (07/07), diante do América/MG. Não há motivos para pensar negativamente.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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