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Archive for julho \28\UTC 2011

Finalmente uma vitória fora de casa, Palestrinos!

E aí pouco me importa se foi de um a zero, se foi sofrido ou se o gol foi feito de pescoço pelo zagueiro. Com essa vitória longe dos nostros domínios acaba aquela incômoda pressão sobre a equipe, a confiança volta a reinar e as chances de melhorarmos no Brasileirão aumentam ainda mais. Saiu a zica.

O JOGO
Mantendo a base do esquema tático, mas mudando as peças, Felipão mandou o Verdão a campo em um 4-3-3 com Wellington Paulista na vaga de Luan – que está mesmo de saída – e Gerley na vaga de Gabriel Silva. E pelo volume de jogo, a estratégia deu certo: foram diversas chances de gol durante toda a partida.

Logo no primeiro minuto, por exemplo, Kleber ganhou na corrida e perdeu um gol feito. Alguns minutos depois o Gladiador aproveitou a chance que teve, mas o bandeira anulou incorretamente o que seria nostro primeiro tento. O afã por balançar as redes era tão grande que tomamos alguns contra-ataques, muito bem contidos pela segurança de Deola. No entanto veio o intervalo e os gols ainda não haviam chegado.

Na segunda etapa continuamos forçando a barra, principalmente com as bolas paradas de Assunção, e sofrendo com os contra golpes do time da casa. Kid Bengala obrigou o goleiro do figuinho a fazer grande defesa em falta do meio da rua, Maikon Leite meteu bela bola na trave e o sofrimento durou até os 37 minutos, quando Maurício Ramos (sempre ele!) fez o gol salvador de pescoço.

Voltamos ao G4 e recuperamos a confiança.

TROFÉU SÃO MARCOS
Kleber: brigou, chutou, apanhou e demonstrou muita raça.

TROFÉU RIVALDO
Thiago Heleno teve uma noite rara de falhas e insegurança.

NOVO ESQUEMA
Parece mesmo que Luan vai embora. Assim sendo, Wellington Paulista e Patrik devem brigar pela vaga que ficará aberta na equipe. Eu, pessoalmente, acredito que WP seja mesmo a melhor opção, até para Kleber sair mais da área e ganhar liberdade. Gerley estava nervoso, não foi bem na estreia, mas certamente é melhor opção que Rivaldo. E quando Henrique estiver em forma, arrisco dizer que nostra zaga será a melhor do torneio.

CANJA NO SÁBADO
Sabadão, 21h, tem sopa de galinha no Canindé. Oportunidade única de vencer um time em crise existencial e colar ainda mais no grupo de cima da tabela.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá vem mais polêmica, Palestrinos.

A diferença agora é que nada tem a ver com a nostra diretoria, comissão técnica ou jogadores. Quer dizer, tem a ver com todos estes, mas indiretamente: ao final da partida de domingo, a já conhecida ala causadora de problemas da nostra torcida resolveu pegar no pé de Luan e de Marcos Assunção, e Felipão tomou as dores dos atletas.

Então, vamos lá, por partes.

Antes de mais nada, não faz sentido nenhum pegarem no pé desses dois jogadores por rendimento. Além deles não terem sido primordiais para a derrota, foram um dos que mais correram em campo e sofreram com a mesma coisa que toda a equipe: falta de organização.

Segundo, parte dessa crítica é dirigida e premeditada. Nem tanto no caso de Luan – que sempre sofreu por causa de seus altos e baixos -, mas no que diz respeito a Assunção, a tal de Mancha age propositalmente. Chamaram um de nostros principais jogadores de cachaceiro, sendo que ele jamais faltou a treino nenhum nem nunca deu indícios de que beba demais (e aqui cabe um belo parentêses: jogador tem direito a sair e se divertir, contanto que isso não atrapalhe seu rendimento e comprometimento em campo). Desde a discussão no aeroporto em Porto Alegre a torcida tem perseguido-o.

Longe de mim dizer que Marcos Assunção é ingênuo, já que é um dos mais experientes do elenco, mas nunca vi o nostro camisa 28 se arrastando em campo ou dando migué. Ano passado ele foi brilhante, com gols e assistências que pareciam não ter fim, e este ano não está tão bem – isso é fato. Mas não faz sentido nenhum cobrar o volante pela derrota…

Por outro lado, quando Felipão compra a briga da maneira que brigou, só atrai maior atenção para esta parcela de infelizes que dizem defender as nostras cores (olha eu aqui escrevendo sobre isso novamente). Bastava ele dizer que discordava e pronto, não precisa chamar os caras pra briga, Felipone!

No mais, é só isso que eu queria lhes dizer: abram o olho que torcidas (des)organizadas também têm ligações políticas e interesses escusos. E é claro que não me refiro a todos que lá estão. A maioria confunde a torcida com o time e se deixa levar por uma ideologia baixa, tornando-se escudo dos reais interessados.

Não caiam no conto da torcida organizada, é só o que lhes peço.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Existem resultados que são marcantes, Palestrinos.

E o de ontem, diante do confuso time do Flu, no horrendo gramado de Volta Redonda, deixa tudo extremamente bem marcado: não seremos campeões. Antes que me acusam de negativismo ou qualquer coisa parecida, já me adianto que confio na equipe e que a derrota de ontem não foi o final do mundo. Mas outro jogo fraco, fora de casa, atesta que não dá pra ganhar campeonato dessa maneira… é matemático.

O JOGO
Com um gramado horroroso e duas equipes nervosas, o primeiro tempo basicamente teve pancadaria. Foram carrinhos, cotoveladas e chutões para os dois lados, transformando o jogo um verdadeiro suplício. No entanto – e aqui entra o que eu chamo de resultado que atesta um time sem ambição -, nós tivemos chances de marcar e não aproveitamos.

Foram ao menos três bolas paradas, um arremate mal dado pro Valdívia, um lance de Trapalhões entre Luan e Kleber e, na melhor das chances, Maikon Leite desviou um chute para fora do gol. O time da casa também usou a bola alta e Marcos teve de fazer ao menos uma boa defesa e três saídas providenciais de gol.

O segundo tempo começou, o ritmo continuou fraco, mas ao menos os cariocas mostraram que queriam ganhar o jogo. Foram pra cima, armaram correria nas costas de nostros laterais (principalmente na de Rivaldo, é óbvio) e acabaram chegando ao(s) gol(s) por insistência. Tanto no anulado quanto no válido, cruzamentos certeiros terminaram nas redes.

E aí o Palmeiras, mais uma vez, perdeu a chance de encostar na ponta.

TROFÉU SÃO MARCOS
Já que o próprio Marcos não pode ganhar, fico mais uma vez com o regular Márcio Araújo.

TROFÉU RIVALDO
Já que o próprio Rivaldo não pode ganhar, fico com Maurício Ramos, que falhou no gol.

FELIPÃO EXAGEROU, MAS TEM RAZÃO
Ao término da partida, nostra já conhecido Mancha Que Envergonha os Alviverdes protestou veementemente contra Marcos Assunção e Luan. Felipão, que tem nos dois base de sua confiança, comprou a briga e esbravejou aos microfones que a torcida tem que tirar satisfação com ele e não com os atletas.

Então vamos aos dois lados da questão: 1) Protestar é livre e todos têm direito. No entanto, não dá pra atribuir uma derrota comoa de ontem a somente dois jogadores, principalmente dois dos que mais se esforçaram! Essa parte da torcida segue sendo burra. 2) Felipão não precisava fazer nada disso. Bastava falar da derrota, dizer que vamos vencer em Floripa na quarta e pronto. Pra que polemizar mais agora?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Fim da novela Kléber, Palestrinos.

Após semanas de polêmica, confusão, informações inúteis e declarações desencontradas, nostro camisa 30 fez o bendito sétimo jogo pelo Verdão e não pode mais sair para equipes do Brasileirão. E agora que não existe mais chances de haver transferência qualquer para o morro da Gávea, cabe ao Palmeiras tirar algumas ótimas lições.

Vamos a elas:

  • Cuidado com empresários, sempre: Empresário recebe por porcentagem de transferências. Logo, quanto mais vezes um atleta se transferir mais dinheiro ele ganha. Simples assim, ponto final.
  • Jogad0r ama dinheiro: Nada contra um profissional querer ganhar mais. Mas tudo quanto a ele querer ganhar mais, com um contrato assinado pouco mais de um ano atrás, que é reajustado anualmente.
  • Nunca confie na imprensa: 90% da imprensa vive de boatos. Logo, o mau jornalista jamais pensará duas vezes antes de mentir notícias. Vale acreditar em veículos mais idoneos.
  • A diretoria deve ser enérgica: Contra fatos não há boatos. Portanto vale Tirone e Frizzo serem mais rápidos da próxima vez e deixarem a torcida menos constrangida com as polêmicas.
  • Na dúvida, deixe com quem sabe: Desde o início do imbroglio as melhores declarações eram da pessoa mais esclarecida e vivida do Palmeiras, Felipão. Na próxima perguntem a ele o que fazer antes de se desesperarem.

Com esses poucos passos básicos, tudo será mais fácil daqui pra frente. E, pelo amor de San Genaro, me escutem: Kléber não é santinho! Nostra diretoria é sim, confusa, mas esteve completamente correta neste caso. Não sejam cegos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ficamos no zero, Palestrinos.

E com Kléber em campo e o Pacaembu lotado, só podemos lamentar o resultado. Jogamos pra frente, tivemos muito mais volume de jogo, mas paramos na boa marcação da urubuzada, no árbitro e, acima de tudo, na falta que um camisa 10 faz. Sem um meia de ofício para municiar o ataque, o que vimos ontem foi um time sem cérebro e imaginação, que acabou culminando em um empate sem gols.

O JOGO
Com o estádio lotado, Kléber em campo e Patrik no meio, o Verdão entrou no já tradicional 4-3-3 felipônico e foi pra cima do Flamengo. O problema é que o adversário foi inteligente e, segurando os dois laterais, conteve as subidas de Maikon Leite e Luan da maneira que pôde. Aí, sem os dois o negócio foi apelar para a bola parada…

Marcos Assunção assustou Felipe em duas oportunidades, Thiago Heleno em outra e, com a bola rolando mesmo, tivemos apenas uma boa chance em chute torto de Maikon Milk dentro da área. Quando esticaram bola perigosa para o Gladiador, no entanto, fiquei com a clara impressão de pênalti após empurrão de Welliton (confirmado no vídeo abaixo). Mas, sabe como é, a gente dá uma sorte com juiz… Do lado da urubuzada, Marcos trabalhou apenas em chute cruzado de Mercenário Neves logo no começo.

Veio a segunda etapa e a criação da equipe continuou no vestiário. Entrou Tinga no lugar de Patrik, Felipão transformou Kléber em meia, centralizou Dinei, mas o jogo estava truncado demais pra quem aposta na velocidade. As poucas chances que tivemos foram através de boas subidas de Márcio Araújo e, mais uma vez, nas cobranças de Assunção.

Dos 40 aos 45 minutos não houve jogo nenhum, só confusão, e mesmo assim o tal de Vuaden – o bambambam que deixa o jogo seguir – deu três míseros minutos de acréscimo. Seguimos sem sofrer gols em casa, mas, dessa vez, também não marcamos.

TROFÉU SÃO MARCOS
Márcio Araújo defendeu e atacou com o apetite de sempre.

TROFÉU RIVALDO
Patrik errou tudo o que fez em campo.

A POLÊMICA DA NOITE
40 minutos do segundo tempo. Após uma seqüência de bolas paradas do Verdão, mais um jogador da nhaca carioca se joga claramente para fazer cera. O árbitro, conivente, pára o jogo e dá bola ao chão. Quando a redonda quica, Kléber pega a bola, corre em direção ao gol e chuta para fora.

Ok, vamos aos fatos:
1) Fair play não consta na regra. É só isso mesmo, “jogo limpo”. Se fosse gol o juiz não poderia fazer absolutamente nada.
2) Eu não acho correto o que Kléber fez. Se fosse contra o Palmeiras, eu mataria o maldito do outro time.
3) No entanto, vale dizer, o Framengo fez cai-cai desde os 30 minutos do segundo tempo e o árbitro nada fez para coibir a palhaçada.
4) Por trás do calor do jogo, existe um claro teatrinho feito por Kléber para ganhar a torcida de volta.
5) E, acreditem, deu certo: quase que todo o estádio gritou seu nome após a confusão.
6) Mas eu não cai. Sigo tratando o camisa 30 como “mais um” em nostro elenco.

E AGORA?
Após o empate em casa, temos o Fluminense no Rio domingo. Os pó de arroz estão em má fase, tomando naba de todo mundo, estão causando com Martinuccio e ganhar deles lá não é nada impossível. Basta apostar na velocidade e ter aplicação tática.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Obrigado, Palmeiras!

Hoje é meu aniversário, Palestrinos.

Não nasci em 26 de agosto, mas, por uma feliz coincidência do destino, nasci em 19 de julho, também conhecido como Dia Internacional do Futebol. Futebol que aprendi a amar lá pelos cinco anos de idade e que só se tornou parte indispensável da minha vida com a chegada da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Graças ao pai, ao tio e ao irmão – todos palmeirenses doentes – aprendi que o manto alviverde é a camisa certa. Que nostro hino é o mais bonito, que nostra torcida canta e vibra, que a nostra alma italiana nos deixa mais perseverantes e vencedores a cada dia, vitória ou derrota que passa.

Faz 20 anos, aliás,  que entrei no Canindé para assistir um Palmeiras 2×0 Lusa. E fazem duas décadas que frequento partidas do Verdão, ganhando, perdendo, empatando e querendo que o próximo jogo chegue o mais rápido que puder, seja para confirmar a boa fase ou tirar a zica.

É por isso que amanhã eu estarei no Pacaembu ao lado de amigos que só o Verdão poderia ter me dado. E ao contrário do que possa se imaginar, o presente não será uma vitória: será a simples presença do Palestra em campo e da nostra massa nas arquibancadas. Obrigado, Palmeiras!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma semana conturbada, Palestrinos.

E após a confusão do final de semana e todo o imbroglio da segunda-feira, preferi me calar um pouco e ouvir mais. Li todas as entrevistas do Gladiador, escutei cada citação de Frizzo, acompanhei de perto as notícias de bastidores e a minha conclusão segue a mesma: Kleber é o culpado.

Por mais doído que seja para muitos de nós, que me criticaram e vão continuar me criticando por dizer isso, foi o camisa 30 e seu empresário quem criaram essa confusão gigantesca.

Querendo um aumento, eles acharam que o caminho mais simples seria apresentar uma proposta; assim o Palmeiras iria se desesperar e cobrir a oferta do catado da Gávea. Só que, DESTA VEZ, nostra diretoria agiu bem: bateu o pé, disse que não é assim que se faz e que ele tem contrato a cumprir. Quem quiser levar tem que pagar 140 milhões de reais e, se sumir, é abandono de trabalho, dá multa pesada.

O desfecho, todos nós sabemos, vai acabar sendo pacífico: ele treinará novamente, voltará a jogar e tentará nos fazer esquecer disso. Aliás, isso é tudo o que podemos esperar dele: dedicação, raça e gols – porque “amor” ele já mostrou que não tem.

Quanto a nostra diretoria, tudo isso não adiantará de nada, no entanto, se deixarem de lhe dar uma dura pelo acontecido e aplicar uma bela multa ao atacante por ter faltado ao treinamento de ontem.

No mais, vamos continuar aproveitando a boa fase, atropelar o Flalixo na quarta e aproveitar a chegada de Henrique, uma belíssima contratação, muito bem manuseada pela mesma diretoria que acertou nesta confusão – mas que errou em tantas outras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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