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Archive for 21 de julho de 2011

Fim da novela Kléber, Palestrinos.

Após semanas de polêmica, confusão, informações inúteis e declarações desencontradas, nostro camisa 30 fez o bendito sétimo jogo pelo Verdão e não pode mais sair para equipes do Brasileirão. E agora que não existe mais chances de haver transferência qualquer para o morro da Gávea, cabe ao Palmeiras tirar algumas ótimas lições.

Vamos a elas:

  • Cuidado com empresários, sempre: Empresário recebe por porcentagem de transferências. Logo, quanto mais vezes um atleta se transferir mais dinheiro ele ganha. Simples assim, ponto final.
  • Jogad0r ama dinheiro: Nada contra um profissional querer ganhar mais. Mas tudo quanto a ele querer ganhar mais, com um contrato assinado pouco mais de um ano atrás, que é reajustado anualmente.
  • Nunca confie na imprensa: 90% da imprensa vive de boatos. Logo, o mau jornalista jamais pensará duas vezes antes de mentir notícias. Vale acreditar em veículos mais idoneos.
  • A diretoria deve ser enérgica: Contra fatos não há boatos. Portanto vale Tirone e Frizzo serem mais rápidos da próxima vez e deixarem a torcida menos constrangida com as polêmicas.
  • Na dúvida, deixe com quem sabe: Desde o início do imbroglio as melhores declarações eram da pessoa mais esclarecida e vivida do Palmeiras, Felipão. Na próxima perguntem a ele o que fazer antes de se desesperarem.

Com esses poucos passos básicos, tudo será mais fácil daqui pra frente. E, pelo amor de San Genaro, me escutem: Kléber não é santinho! Nostra diretoria é sim, confusa, mas esteve completamente correta neste caso. Não sejam cegos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ficamos no zero, Palestrinos.

E com Kléber em campo e o Pacaembu lotado, só podemos lamentar o resultado. Jogamos pra frente, tivemos muito mais volume de jogo, mas paramos na boa marcação da urubuzada, no árbitro e, acima de tudo, na falta que um camisa 10 faz. Sem um meia de ofício para municiar o ataque, o que vimos ontem foi um time sem cérebro e imaginação, que acabou culminando em um empate sem gols.

O JOGO
Com o estádio lotado, Kléber em campo e Patrik no meio, o Verdão entrou no já tradicional 4-3-3 felipônico e foi pra cima do Flamengo. O problema é que o adversário foi inteligente e, segurando os dois laterais, conteve as subidas de Maikon Leite e Luan da maneira que pôde. Aí, sem os dois o negócio foi apelar para a bola parada…

Marcos Assunção assustou Felipe em duas oportunidades, Thiago Heleno em outra e, com a bola rolando mesmo, tivemos apenas uma boa chance em chute torto de Maikon Milk dentro da área. Quando esticaram bola perigosa para o Gladiador, no entanto, fiquei com a clara impressão de pênalti após empurrão de Welliton (confirmado no vídeo abaixo). Mas, sabe como é, a gente dá uma sorte com juiz… Do lado da urubuzada, Marcos trabalhou apenas em chute cruzado de Mercenário Neves logo no começo.

Veio a segunda etapa e a criação da equipe continuou no vestiário. Entrou Tinga no lugar de Patrik, Felipão transformou Kléber em meia, centralizou Dinei, mas o jogo estava truncado demais pra quem aposta na velocidade. As poucas chances que tivemos foram através de boas subidas de Márcio Araújo e, mais uma vez, nas cobranças de Assunção.

Dos 40 aos 45 minutos não houve jogo nenhum, só confusão, e mesmo assim o tal de Vuaden – o bambambam que deixa o jogo seguir – deu três míseros minutos de acréscimo. Seguimos sem sofrer gols em casa, mas, dessa vez, também não marcamos.

TROFÉU SÃO MARCOS
Márcio Araújo defendeu e atacou com o apetite de sempre.

TROFÉU RIVALDO
Patrik errou tudo o que fez em campo.

A POLÊMICA DA NOITE
40 minutos do segundo tempo. Após uma seqüência de bolas paradas do Verdão, mais um jogador da nhaca carioca se joga claramente para fazer cera. O árbitro, conivente, pára o jogo e dá bola ao chão. Quando a redonda quica, Kléber pega a bola, corre em direção ao gol e chuta para fora.

Ok, vamos aos fatos:
1) Fair play não consta na regra. É só isso mesmo, “jogo limpo”. Se fosse gol o juiz não poderia fazer absolutamente nada.
2) Eu não acho correto o que Kléber fez. Se fosse contra o Palmeiras, eu mataria o maldito do outro time.
3) No entanto, vale dizer, o Framengo fez cai-cai desde os 30 minutos do segundo tempo e o árbitro nada fez para coibir a palhaçada.
4) Por trás do calor do jogo, existe um claro teatrinho feito por Kléber para ganhar a torcida de volta.
5) E, acreditem, deu certo: quase que todo o estádio gritou seu nome após a confusão.
6) Mas eu não cai. Sigo tratando o camisa 30 como “mais um” em nostro elenco.

E AGORA?
Após o empate em casa, temos o Fluminense no Rio domingo. Os pó de arroz estão em má fase, tomando naba de todo mundo, estão causando com Martinuccio e ganhar deles lá não é nada impossível. Basta apostar na velocidade e ter aplicação tática.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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