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Archive for julho \11\UTC 2011

A pergunta está no ar, Palestrinos.

E para mim essa polêmica tem sido duplamente preocupante, já que eu sempre confiei no jogador e achei que as notícias publicadas eram boatos infundados por parte da nostra eterna imprensa tendenciosa. Após o ocorrido de sábado, no entanto, comecei a pensar um pouco diferente.

Afinal, mesmo ressabiado com algumas recentes declarações infelizes do Gladiador, sempre defendi sua permanência na equipe. Ele é aguerrido, joga com apetite, tem grande importância no grupo e sempre afirmou gostar muito do Palmeiras (sim, “gostar”, porque quem ama o Palestra somos nós e o Marcão apenas). Falar em Kléber é falar em raça, em vontade… em Palmeiras!

O problema é que esse “sinônimo de Verdão” parece estar com os dias contados. Mas, antes de mais nada, vamos às suposições, uma a uma.

SALÁRIO
Ao meu ver, todo trabalhador tem o direito de pedir aumento. Logo, o atleta tem total direito de pedir aumento também. O que muitos esquecem é que é completamente antiético basear o seu salário comparado ao dos outros (Marcos, Lincoln, Valdívia…) e que, acima de tudo, o clube pode se negar a pagar.

O que está em contrato é o que vale, o jogador assinou e sabe bem disso.

CONTUSÃO
Ninguém além do próprio Kléber pode dizer se está com dores ou não. Exames são diagnósticos, mas não são provas irrefutáveis de que as dores desapareceram. O exame pode dizer que a cura veio, mas as dores continuarem; da mesma forma pode atestar lesão e o atleta jogar normalmente. Lembrem-se de Valdívia jogando diante dos bolivianos ano passado: o atleta disse estar sem dores, mas havia uma lesão – e ela se agravou após ele entrar em campo.

O problema, porém, mora exatamente aí. Se ele está com dores, não precisa ir a um hospital pagar uma ressonância do próprio bolso. Chame a equipe médica e o Felipão e diga que ainda não está confiante. É simples, é rápido e é bem menos ridículo do que faer este auê.

TRANSFERÊNCIA
Quando se trata de valores, cada hora falam uma coisa diferente. Falam em 6 milhões de euros, em 140 milhões de reais, em 1 trilhão de iens… não faço a mínima ideia de em quem acreditar. Mas se algum clube realmente quer contar com Kléber, que seja pagando – e bem – ao Palmeiras.

Tirando São Marcos, ninguém é inegociável.

SITUAÇÃO ATUAL
Depois de todo esse barulho, nem arrisco qual será o clima na reapresentação do grupo amanhã. Pelo que Felipão e Frizzo falaram, ele deve treinar separadamente, pelo menos até haver uma conversa de verdade entre as partes envolvidas. Acho que este “afastamento” só terá sentido se houver a conversa; senão vai ser aquela fritação desnecessária de sempre.

OPINIÃO
Eu prefiro que Kléber fique. Que todos conversem, se resolvam, aparem as arestas e o grupo continue fortalecido. E digo isso porque é o melhor para os resultados, para o campeonato! No entanto, após essa confusão toda, pode ser que isso não seja o melhor para o Palmeiras. E, repetindo sempre, o que importa é isso: o bem do Verdão.

Sinceramente, não acredito que o timeco da Gávea tenha grana para levar o Gladiador. Mas se tiver, que pague. A Sociedade Esportiva Palmeiras é gigantesca e nunca precisou mendigar a presença de ninguém para ser grande.

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Em tempo: o Verdazzo matou a pau e escreveu a verdade sobre o caso. Apurei com amigos e, de fato, essa parece ser a maior verdade. Infelizmente Kléber é extremamente mal acessorado por seu empresário (nem escreverei aqui o nome do sangue-suga) e caiu no conto.

Clique aqui e confira: http://j.mp/r7A9uH.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Missão cumprida com louvor, Palestrinos!

Pegando o Santos desfalcado, e principalmente após empatar com o fraquíssimo América/MG, era mais do que obrigação conseguir estes três pontos. O que eu não esperava é que o time faria um primeiro tempo tão incrível como o que fez ontem: velocidade, toque de bola, triangulações… o que assistimos no Pacaembu foi a demonstração do que Felipão planeja desde o ano passado. Vencemos com autoridade e agora nos cabe tirar a invencibilidade dos urubus no domingo.

O JOGO
No já tradicional 4-3-3 felipônico, o Verdão entrou em campo arrasador. Contando com uma ótima jornada de ambos os laterais e com a segurança de sempre dos nostro volantes, a equipe apostou na velocidade desde o primeiro segundo e atropelou os lambaris ainda no primeiro tempo.

Após pecar bastante no último passe durante os primeiros vinte minutos, Luan enfiou bola maravilhosa para Maikon Leite e o menino Parmalat driblou o goleiro para fazer o primeiro. Menos de dez minutos depois, em cobrança de escanteio de Assunção, Maurício Ramos subiu de cabeça e fez o segundo. A blitz continuou, o Palmeiras não tirou o pé do acelerador e o terceiro saiu em belíssimo gol de Patrik, batendo cruzado no ângulo.

Foram os melhores 45 minutos desde a volta de Felipão e certamente o melhor primeiro tempo que o nostro Palestra fez em anos!

Na segunda etapa, como de praxe, Felipão pediu que o time se resguardasse. Os lambaris vieram pra cima com a sua molecada B, São Marcos teve que fazer duas boas defesas, chegamos a perder boa oportunidade, mas o resultado não se alterou. Três a zero, três pontos e moral triplicada no Brasileirão.

TROFÉU SÃO MARCOS
Luan mais uma vez jogou demais. Fez belíssima dupla com Gabriel Silva e foi decisivo.

TROFÉU RIVALDO
Em jogo onde todo mundo jogou bem, fica difícil dizer quem jogou mal. Mas se é pra palpitar, faltou o golzinho de Dinei.

E AGORA?
Agora é simples: estamos com a moral elevado novamente e enfrentaremos o Flamengo em casa. Estamos na quarta posição, um ponto atrás deles, e é uma chance inigualável de vencer, passá-los na tabela e ainda por cima quebrar a tal invencibilidade do timeco do Luxemburro.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se vão 365 dias desde que o nostro templo sagrado fechou, Palestrinos.

E ao ler a notícia no jornal, instantaneamente senti aquele vazio que nos acompanha já há algum tempo. Fingimos esquecer, apoiamos a equipe em outros estádios, mas nada se compara a chegar pelo fosso do “Jardim Suspenso” e subir aqueles degraus de cimento que tantas emoções nos deram.

Foram vitórias espetaculares, derrotas acachapantes, alguns empates com sabor de vitória e outros com sabor de derrota. Até mesmo alguns resultados adversos ficavam melhor ali dentro. O ritual de chegar, rever os amigos de arquibancada, comer um sanduíche de pernil e tomar uma breja na Turiassú certamente está no Guia 4 Rodas de todo palmeirense.

No Palestra a vida fazia mais sentido, mesmo que fosse só para conversar sobre a vida. Me lembro de falar de dramas e de sucessos pessoais durante o intervalo das partidas, tão a vontade quanto estaria na sala da minha própria casa. Aliás, bobagem, o Palestra sempre foi a minha casa. E continuará sendo assim que a nova arena se erguer!

Mas entendam que hoje o dia está estranho. E que talvez por isso o feriado tenha caído em um dia tão especial. Afinal amigos, hoje não é o feriado da revolução constitucionalista em São Paulo; hoje é feriado em homenagem ao gigante que, por ora, segue adormecido.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A conta parece confusa, Palestrinos.

Mas ontem, por incrível que pareça, o Verdão pôde se lamentar por ter perdido dois pontos para uma equipe tão fraca e ao mesmo tempo se dar por satisfeito pelo ponto ganho. Jogamos mal, não criamos quase nada e o resultado justo seria até um zero a zero. Pontuar fora sempre é importante, mas poderíamos ter vencido um adversário nitidamente despreparado.

O JOGO
Sem Gabriel Silva e Kléber, Felipão fez o correto: manteve o esquema de abrir o time pelas pontas e ainda achou uma maneira de deixar o Rivaldo no banco. A ideia era segurar Chico pela esquerda, aproveitar o vigor físico de Luan e transformar Cicinho praticamente em um ponta direita – criando em velocidade ao lado de Maikon Leite.

O problema foi que nada disso funcionou. Lincoln mais uma vez foi nulo em campo, os volantes ficaram sobrecarregados, Wellington Paulista não se acertou como centroavante e nostro pseudo lateral-esquerdo vindo do Paraná foi obrigado a subir para o campo de ataque (o que, diga-se de passagem, ele não sabe fazer).

Daí o primeiro tempo horroroso que tivemos em Minas Gerais, onde cada time deu um chute perigoso a gol e nada mais. Deu sono, deu preguiça, deu raiva. E a segunda etapa voltou exatamente igual, mostrando que nada iria mudar, além dos números na camisa: entraram Patrik e Dinei, mas o futebol foi o mesmo de Lincoln e WP.

Isso durou até os 15 minutos, quando em um contra ataque rápido, o time da casa abriu o marcador. Rara falha de marcação do Verdão, quando ambos os zagueiros saíram para dar o bote no mesmo jogador. A partir daí o Palmeiras resolveu ir pra cima aos trancos e barrancos. Foi assim que empatamos com um bate-rebate que ficou com Maurício Ramos.

E foi assim que, grazie a San Genaro, o árbitro fraco terminou a partida.

TROFÉU SÃO MARCOS
Cicinho jogou muito até ser sacado de campo, presumo eu por cansaço.

TROFÉU RIVALDO
De novo, de novo e mais uma vez: Lincoln é apenas um corpo em campo. Não faz nada.

ACERTOS PARA O CLÁSSICO
Sem Thiago Heleno e possivelmente ainda sem Marcos e Kléber, Felipão terá trabalho para pensar o time para o domingo. Gabriel Silva poderá entrar em campo, o que permite que Chico jogue na zaga, mas nostra dupla defensiva deverá mesmo ser Maurício Ramos e Leandro Amaro. Dá pra pensar em sacar Lincoln da equipe também, colocando Patrik, Tinga ou o Murtosa… qualquer um com mais vontade que ele.

Mesmo com tantos problemas, nunca se esqueçam de uma coisa: aqui é Palmeiras, aqui é raça e nós vamos entrar em campo para atropelar as sardinhas no domingo!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Final de semana sem jogo do Verdão é chato pra burro, Palestrinos!

Mas enquanto esperamos a chegada do duelo diante do Ameriquinha, na quinta a noite, acho válido abordar os assuntos “polêmicos” da semana.

O primeiro e mais velho deles é a situação de Kleber. Já disse e repito aqui neste espaço: o Gladiador não sai do Palmeiras. Fez sim uma birra desnecessária para ganhar aumento, também ficou um pouco balançado pela proposta dos urubus, mas não quer e nem vai sair do Verdão. Joga amanhã e aí acabam as polêmicas baratas da Globo.com.

Na seqüência devemos falar do tal Martinuccio, que foi de contratado a perdido, e agora voltou a ser reforço certo. Assisti a poucos jogos dele, o meia do Peñarol oscilou bastante, mas parece ser um bom investimento. Será, ao men0s, boa sombra para o bichado Valdívia e o inoperante Lincoln.

Quem também voltou a ser notícia foi o desprezível sapo gordo e turco que sugou o Palestra por anos a fio. Agora, o melhor amigo de Tirone e pior crítico de Belluzzo resolveu mudar totalmente o cenário e criticar a atual diretoria, elogiando a anterior. É triste ver que alguns repórteres ainda dão voz a alguém tão escroto…

Volta logo, Brasileirão.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais três pontos no Canindé, Palestrinos.

Com um primeiro tempo fulminante e uma estreia animadora de Maikon Parmalat, o Verdão atropelou o alvinegro de Goiás e colocou-o onde ele merece: próximo da zona de rebaixamento. E muito embora tenhamos visto boas jogadas também no segundo tempo, o Palmeiras disperdiçou muitas chances para ampliar e golear. Mas valeu pela garra, pela vitória e pela 3ª colocação no Brasileiro.

O JOGO
Com o já famoso 4-3-3 felipônico, o Palmeiras entrou em campo claramente apostando na velocidade. Com Luan e Gabriel Silva pela esquerda mais Cicinho e Maikon Leite pela direita, a pressão começou no primeiro minuto de jogo e só parou quando o árbitro terminou a primeira etapa.

Foi assim que, aos 27 minutos, Márcio Araújo – completando 100 jogos com o manto verde – fez bela jogada pela esquerda, rolou para trás e nostro novo camisa 7 abriu o marcador. Foi assim também que, poucos minutos depois, Gabriel arrancou pela esquerda, sofreu pênalti e Marcos Assunção bateu para marcar o segundo. Na seqüência, Wellington Paulista – que, por sinal, correu e procurou jogo a todo momento – ainda meteu uma bola na trave. Mas foi só.

Veio o segundo tempo e junto com ele veio aquela acomodação natural. Lincoln – que estava distoando negativamente do restante da equipe – pediu para sair, entrou Tinga, mas o Palmeiras observou o Atlético jogar por um bom tempo. Isso até Luan e Maikon acordarem e as jogadas pelas pontas continuarem, fazendo com que perdessemos ao menos 3 boas chances.

Antes do apito final São Marcos ainda fez excelente defesa, a bola explodiu no travessão e o nostro Palestra saiu de campo ovacioando. Dois vira, dois acaba.

TROFÉU SÃO MARCOS
Apesar das várias boas atuações de ontem, Maikon Leite fica com o prêmio.

TROFÉU RIVALDO
Enquanto esteve em campo, Lincoln foi exageradamente lento, prendendo e perdendo as jogadas.

FELIPÃO EM FESTA
Tentando implantar este esquema de jogo desde o começo do ano, Felipão deve ter ficado em êxtase após a partida. Afinal, com a chegada de Maikon Milk, o time deixou de ser manco e fazer tudo pela esquerda. Os dois laterais atuaram muito bem, os dois pontas também, sem falar nas subidas providenciais de Araújo e Assunção. Com a volta de Kléber, ainda que não seja ele o camisa 9, a coisa deve melhorar ainda mais.

KLÉBER FICA!
Simples assim. Não liguem pro mimimi da imprensa.

E AGORA?
Agora temos uma semana de descanso, já que enfrentamos o América/MG apenas na quinta que vem, fora de casa. No domingo, no entanto, vem clássico diante do Santos e temosq ue aproveitar todos os desfalques das sardinhas para nos impor no Pacaembu.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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