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Archive for agosto \15\UTC 2011

Era uma vez um time esforçado, Palestrinos.

Um time que, se não era o mais vistoso do reino, vivia a incomodar a todos os demais com a sua garra e força de vontade. Seus componentes, majoritariamente limitados pela técnica deficiente, eram famosos por se dedicarem do começo ao fim das batalhas, se entregando como se cada embate fosse o último de suas vidas.

E assim, de batalha em batalha, com muita luta e dedicação, eles faziam a felicidade de toda a nação de Palestra Itália. Seu mentor e incentivador mor, Felipe I, entregava-se de corpo e alma àquela equipe, preparando-os da melhor maneira possível. Diziam até que ele tirava leite de pedra.

No entanto, o tempo passou e um problema se agigantou: a falta de gols. Apesar de duelarem de maneira notável, os atletas daquela equipe tinham uma dificuldade dantesca em colocar a bola para dentro. E chances, vejam só vocês, não faltavam. As tátivas usadas durante os sertames eram elogiáveis, mas os bravos lutadores não conseguiam transoformar aquelas jogadas em gol. Nem os mais valorosos peleadores da companhia conseguiam balançar as redes adversárias!

Eram chances desperdiçadas com o pé direito, com o pé esquerdo, de cabeça, de falta, driblando o zagueiro, fintando o goleiro, até mesmo sem a presença do arqueiro e… nada. A bola simplesmente não entrava. O pior ataque estava atrasando a melhor defesa. E como quem não faz toma, o time alviverde do Reino de Pompéia foi caindo nos embates e na tabela.

Uns dizem que Felipe I perdeu a paciência e resolveu radicalizar. Outros argumentam que um feiticeiro foi chamado para acabar com a maldição que havia sido lançada sobre o time em questão. Há até quem diga que inicou-se um treinamento exclusivo para os deficitários. Mas a verdade é que ninguém jamais soube o que aconteceu com aquele time.

O fabuloso time que não sabia fazer gols.

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EM TEMPO…
Sim, Palestrinos, eu estou emputecido com o que vimos ontem. Minha sensação ao final da partida era de total descrença e desilusão com o nostro time. Não dá pra aguentar uma equipe que cria, cria, cria e consegue perder todas as chances de gol de maneira bisonha!

Mas, ao invés de perder meu tempo xingando ou analisando tudo aquilo o que nós vimos na TV, preferi usar um pouco de bom humor. Espero que todos entendam.

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E ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu me faço essa pergunta anualmente, Palestrinos…

Até quando vamos amargar jogos como o de hoje? Entramos para jogar diante de uma equipe que não tem a mínima intenção de ganhar o torneio, que poupou quatro titulares e que levou pouca torcida ao estádio para quê, para sofrer de raiva?! O Palmeiras, mais uma vez, não soube se impor. Jogamos pequeno, pensamos pequeno, nos apequenamos diante de um adversário acomodado!

Não vou dizer que aqui que tomamos um baile porque é mentira. Tivemos bom volume de jogo, mas, para variar, faltou finalizar com capricho. Na verdade, faltou caprichar em tudo: nas bolas aéreas, no último passe, na tabela rápida, na marcação… faltou se portar como Sociedade Esportiva Palmeiras.

Aí, óbvio, acaba o jogo e vão querer criar crise. Que Marcos disse que o time não ajuda, que Márcio Araújo jogou no ventilado, que Henrique escreveu no Twitter… não adianta polemizar. O Palmeiras perder porque mereceu perder. Mesmo com gol mal anulado, mesmo com gol sem querer, mesmo com bola que saiu no segundo gol do time da casa.

O Palmeiras precisa acordar do sono profundo ao qual está se sujeitando há mais de 10 anos e se perguntar o que nós nos perguntamos há mais de uma década: “até quando?”.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Hoje é dia de Sul-Americana, Palestrinos.

Torneio que Felipão disse jogar com força máxima, já que não irá priorizar o Brasileiro. O mesmo Brasileiro que Marcos disse ser o maior desejo da torcida, o que não vem desde 94, e que por isso mesmo deveria ser colocado em primeiro lugar. E, em tese, ambos têm razão.

Precisamos concordar com o nostro treinador porque este ano temos um grupo um pouco maior, com mais qualidade, e que pode se desdobrar em duas competições simultâneas. No entanto, a opinião de nostro santo arqueiro também merece respeito, já que o campeonato nacional deste ano parece palpável, tamanho equilíbrio entre as equipes.

Eu, pessoalmente e com todo o respeito que tenho pelos ídolos, não concordo com nenhum dos dois. Acho que o Palmeiras tem que priorizar a Sul-Americana. Afinal de contas, eu não acredito que a nostra equipe consiga mesmo brigar pelo Brasileirão até o final e acho que o torneio da Comenbol – Sul-Americana é “segundo escalão” de todos os países – é o caminho mais curto e fácil até a Libertadores/2012.

Aliás, aqui cabe um comentário: a classificação para a Libertadores é importante não só pela disputa do torneio no ano que vem, mas também porque este fato somado ao teórico última ano de contrato de Felipão, deve trazer bons reforços para o Verdão. Isso sem falar na revisão da aposentadoria de São Marcos…

Independentemente disso, o Palmeiras hoje vai a campo com força máxima, exceto por Marcos e Valdívia, que devem ficar de fora. E nós vamos apoiar, como sempre.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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A nostra diretoria não aprende, Palestrinos…

E após mandar acertadamente dois clássicos diante da gambazada em São Paulo, retrocedeu na atitute e na inteligência, anunciando que o embate do próximo dia 28/08 será em Presidente Prudente. Sim, amicos, mais uma vez teremos que acompanhar o maior clássico do mundo pela TV.

Tirone anunciou que jogando lá no Mato Grosso do Sul não teremos gasto nenhum, que a prefeitura local irá arcar com todos os custos exceto o transporte e que o estádio certamente estará lotado – conferindo maior bilheteria. Mas, vem cá, presidente: de que vale isso dentro de campo???

Para nós, os torcedores, vale ganhar. E ganhar do Curintia vale dez vezes mais! O derby é o jogo mais esperado, o mais pegado, o que tira o sono… nos privar de assistir a este duelo nas arquibancadas é um crime sem tamanho!!!

A escolha do Pacaembu pode até ser questionada, afinal o próprio Felipão já disse milhares de vezes que prefere jogar clássicos no Morumbi, onde o campo é maior e melhor, e até porque o estádio estadual é mais afeito ao timinho da Marginal sem número. Mas a questão de jogar na capital ou não nunca deveria ser colocada em cheque…

Quanto a bilheteria, inclusive, o Pacaembu esteve lotado nos últimos confrontos. E mais: caso mandasse o jogo no Morumbi, tenho certeza de que teríamos um público maior do que no interior! Se é preciso pagar aluguel pelo campo, paciência, isso é do futebol, sempre foi assim, senta e conversa com a bicharada.

O que não dá é pra mandar um jogo desses no interior.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Faço minhas as palavras de São Marcos, Palestrinos.

“Seria melhor termos perdido para o Coritiba e ganhado do Grêmio, do que ter empatado os dois jogos”. É claro que a obviedade de fazer três pontos ao invés de dois se faz flagrante, mas a declaração de nostro santo arqueiro vai um pouco além: ele se refere à necessidade de vencer. O Brasileirão é assim, já que o que desempata times com a mesma pontuação é o número de vitórias. E se na quarta-feira empatamos por culpa do árbitro, sábado foi por nostra própria incompetência.

O JOGO
A partida pode ser resumida em uma frase: o Grêmio veio segurar o empate e o Palmeiras não fez por merecer a vitória. Em um 4-4-2 torto, que colocava Patrik no lugar de Luan, o Palmeiras foi a campo sabendo que precisava improvisar para vencer. Era dia de uma jogada improvável de Valdívia, um chute bem dado por Assunção, de uma jogada diferenciada de Kléber; no entanto, nenhum deles fez o que se esperava.

No primeiro templ, inclusive, mais sofremos do que levamos perigo. Todas as bolas paradas do time visitante eram motivo de perigo e Marcos sofreu pra segurar o zero no placar com socos e defesas providenciais. É justo dizer que Valdívia tentou, driblou e deu bons passes, mas o restante do time (exceto por Cicinho, que fez boa partida) estava apático demais.

Veio a segunda etapa, entrou Dinei e o Verdão começou a pressão que estava faltando. Tivemos chances em bom chute do Mago, em cruzamento que Patrik jogou pra fora, em outro bom arremate do camisa 40 que parou em Victor e em arremate de Dinei travado pela defesa.

A verdade é que parece muito, mais foi pouco para quem jogava em casa. Precisamos atacar e chutar mais, senão o zero continuará persistente em nostro placar.

TROFÉU SÃO MARCOS
Cicinho atacou, defendeu e ainda compensou a fraca atuação de Patrik na direita.

TROFÉU RIVALDO
Kléber decepcionou demais. Apesar da luta tradicional, não tentou um drible e também deixou de arrematar em gol quando teve a chance.

A FALTA QUE FAZ O CAMISA 9
Se até Dinei faz a diferença quando está em campo, imaginem o que não faria um belo centroavante com a nostra camisa 9…

E AGORA?
Agora temos uma seqüência de duas partidas com o Vasco: uma nesta quinta-feira, pela Sil-Americana, e outra no domingo, pelo Brasileirão. Os dois embates serão em São Januário e Felipão deve poupar alguns jogadores no jogo deste meio de semana. Eu, pessoalmente, acho que tem que jogar todo mundo sempre, o Palmeiras precisa ser forte no torneio que for.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não sou dos torcedores mais xiitas, Palestrinos.

Apesar de palmeirense fervoroso e amante incondicional do futebol, não sou do tipo que sai por aí gritando, brigando ou sendo irredutível a qualquer inovação. Pelo contrário, até: acho que a modernidade e as novas ideias são muito bem-vindas no nostro amado esporte.

Gosto dos telões no estádios, da lei do impedimento, do recuo recebido com os pés, do tempo de reposição de bola, do cartão para a simulação… gosto do futebol e das suas regras. O problema são aquelas coisas que foram surgindo com o tempo para estragar o esporte. E uma delas é o tal “João Sorrisão”.

Tudo começou há alguns anos, quando a sempre estúpida FIFA instituiu que todo jogador que tirasse a camisa, subisse na grade ou tivesse qualquer reação espontânea recebesse o cartão amarelo. A camisa, vá lá, eu entendo: os caras estavam com mensagens racistas, religiosas e afins; mas proibir a explosão do gol é bizarro demais.

Quando o atleta balança as redes, ele deve poder fazer o que quiser: tirar a camisa, pular a grade, gritar, pular, provocar, colocar máscara, rodar a camisa acima da cabeça… qualquer coisa que queira, exceto, vá lá, chutar a cabeça do goleiro adversário (salvo raras exceções).

Por isso esse câncer chamado “João Sorrisão”, é, na verdade, uma antítese da emoção. É pensado, programado, feito sob encomenda para a televisão. Algo criado pela toda poderosa do mundo televisivo para adestrar o momento máximo do jogo. Isso, essa coreografia escrota, é o anti-futebol.

Quando você estiver no estádio e ver isso, pode xingar o infeliz. Ainda que ele seja do nostro amado alviverde.

MORTE AO JOÃO SORRISÃO!!!

Não fode, Luan.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Hoje é dia santo, Palestrinos!

E enquanto o Governo não oficializa 04 de agosto como feriado nacional, celebramos nós, os devotos fervorosos de São Marcos.

Devotos do goleiro que nasceu, cresceu e jogou por apenas um cluba na carreira. Devotos do atleta que veste e defende o nostro manto há mais de 20 anos. Devotos de quem ganhou Paulista, Copa do Brasil, Libertadores e Copa do Mundo. Devotos do milagreiro que pega pênaltis, cabeçadas, chutes de esquerda, de direita e desviados. Devotos de um verdadeiro torcedor de luvas que imortalizou a camisa 12 da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Pensar em Marcos é pensar em Palmeiras. Uma coisa não se dissocia da outra em momento nenhum. Mesmo na rampa do Planalto, enquanto um gambá dava cambalhotas bêbado, Marcos Roberto Silveira Reis era condecorado com a camisa alviverde que tanto ama. Fosse eu o atacante Jardel, diria que Marcos é Palmeiras, Palmeiras é Marcos e vice-versa.

É um goleiro, um atleta, um profissional exemplar. É o menino do interior que veio pra capital brilhar debaixo das traves e acima do verde gramado da cidade cinza. É o cara mais gente boa do futebol brasileiro, o que agrada a todos, o que não tem resistência, o alvo de todos os microfones – na vitória e na derrota. Marcos é Marcos.

Por isso, hoje, é dia santo. E por isso, hoje, eu só podemos desejar tudo de melhor a São Marcos de Palestra Itália.

PARABÉNS PELOS SEUS 38 ANOS, MARCÃO!!! Que Deus lhe abençoe sempre e que San Genaro ilumine seu caminho, de preferência nas dependência de nostro novo estádio. Muito obrigado por tudo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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