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Archive for setembro \09\UTC 2011

Mais confusão por nada, Paletrinos.

Depois do chato e irritante caso Kléber, a bola da vez foi Jorge Toro Valdivia. Contestado desde a sua volta, o homem de 20 milhões de reais esteve na boca do povo para falar sobre a sua possível volta para o mundo árabe – algo que, por sinal, nem existiu ao certo.

Tudo começou no início da semana, quando rumores vindos da imprensa diziam que o Palmeiras havia aceitado uma proposta dos Emirados Arábes Unidos. Sem ter conhecimento disso ou não, o Mago escreveu besteira no Twitter e aí a coisa pegou fogo. O esclarecimento veio só na tarde de ontem; mas, convenhamos, nem precisava ter tido tanto barulho.

Todos nós sabemos da qualidade incontestável do chileno. É bom jogador, técnico, habilidoso e faz diferença quando está em campo. Mas é só isso. Não é craque, não é ídolo, não é vital para o Palmeiras.

O que está acontecendo é um erro de valores por parte da nostra torcida. Como os tempos estão escassos de títulos e de ídolos, toda vez que um bom jogador pode sair do Palmeiras parece o final do mundo. Foi assim com Kléber e agora com Valdivia. Duas polêmicas totalmente desnecessárias.

No caso do Gladiador eu já havia dito isso e repito: se o cara quer sair, ele que saia. Não pega bem pra um time do tamanho do Palmeiras ficar correndo atrás de atleta mimadinho. Agora, se o cara quer ficar e o time também o quer – o que parece ser o caso agora -, ele que fique e se esforce.

E só para terminar este assunto, não adianta culpar um só lado nesta história. Falhou a diretoria, que pra variar se omite em meio a polêmicas; falhou o próprio jogador, que apelou pro Twitter sem saber de nada; falhou parte da imprensa, que sempre solta “bombas” inveridícas; e falhamos nós, por nos preocuparmos com nada.

Lembrem-se: o Palmeiras é maior que qualquer jogador.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um empate, Palestrinos…

É o décimo em 22 jogos. Leia isso novamente: praticamente metade da nostra caminhada no campeonato terminou em empate. E aí, amigos, não existe a menor possibilidade de esperar algo a mais deste elenco. O que vimos ontem, em Curitiba, foi só mais um exemplo do que o Palmeiras tem sido no Brasileirão 2011: um time que oscila entre o bom e terrível, que cria e que vacila na mesma proporção.

Dominamos todo o primeiro tempo, fizemos uma zero e tomamos um gol de empate em um escanteio. Mas aí, com um a mais em campo, a coisa só tinha que melhorar, certo? Errado, porque até acharmos o segundo gol, também em um escanteio, éramos dominados pelo time da casa. E depois do gol perdemos chance atrás de chance até levar o empate em um lance bisonho…

Os cegos dirão que foi só azar.
Os otimistas dirão que é mais um pontinho.
Mas os realistas sabem que isso é o resumo do nostro time atual.

Só para lembrá-los, hoje estamos atrás do Fluminense, que tem um único empate em todo o campeonato! Perdeu mais que nós, mas pelo menos venceu mais também. E sabem por que? Porque o Fluminense se arrisca, pressiona, vai pra cima. O Palmeiras, empatando, tira um atacante para colocar outro…

Já disse e reintero: Felipão é gênio e deveria ficar para sempre. Mas quando nem ele confia nos atletas que tem nas mãos, o que vemos é um time acovardado e que se satisfaz com pontinhos aqui e ali.

“O Palmeiras é o time do empate, o Palmeiras é o time do amor, lêlêlê lêlêlê lêlêlê…”

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É hora de pensar na vida, Palestrinos…

Mas, com quase todo o segundo turno pela frente, parece que a única coisa possível de se almejar é mesmo a vaguinha na Libertadores 2012. E boa parte disso se deve ao nostro maior problema neste ano: a falta de alguém para fazer a diferença.

Olhando o time inteiro até dá pra dizer que temos qualidade. Marcos Assunção, Valdivia, Kléber, Maikon Leite… a qualidade deles todos é inquestionável e não são tão poucas as possibilidades deles decidirem um jogo individualmente. Só que isso, infelizmente, não tem acontecido.

Dos citados, três se encontram lesionados, e Marcos Assunção, convenhamos, não deve carregar a responsabilidade de salvador da pátria. Falhou ao perder o pênalti no domingo, mas, no geral, tem rendido bem mais do que os demais – que ganham mais e jogam mais adiantados. E aí, sem eles em campo ou mal inspirados, o Palmeiras empaca e empata.

Depender de Patrick, Vinicius, Luan e Fernandão é complicado. Não que sejam ruins, pelo contrário até, os dois últimos estão inclusive salvando nostra pele nas últimas partidas. Mas não dá pro Palmeiras, com a sua grandeza, ficar dependendo de garotos e apostas.

Na minha concepção, exceto pelo jogo diante do Botafogo, quando errou feio, Felipão tem feito o melhor que poderíamos esperar deste elenco. Com outro treinador sentado no banco, provavelmente estaríamos brigando pela Sul-Americana e olhe lá…

Por isso, amigos, não me chamem de pessimista. Sou totalmente realista quando afirmo que não chegaremos ao título. Basta torcermos, apoiarmos e rezarmos para San Genaro por uma vaguinha na Liberta do ano que vem.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Olhem bem para a tabela, Palestrinos.

Mas, ao invés de se preocuparem com a pontuação, peço que sigam com os olhos mais para a direita e se atentem à nossa campanha: 8 vitórias, 9 empates, 4 derrotas. Percebem algo de estranho? Sim, os malditos empates.

Em campeonato de pontos corridos, empatar vale tanto quanto nada – e o Palmeiras é perito nisso. O empate de ontem diante do Cruzeiro, em casa, foi só mais um dos vacilos que entram para a nostra vasta coleção. Tiveram aqueles empates sem gols diante de Flamengo e Grêmio, em casa, os empates em um gol diante dos fracos Bahia e América/MG, aquela vitória fora de casa que escapou para a própria Raposa no primeiro turno, e assim vai…

Não que os empates sejam sempre ruins (basta lembrar o 2×2 contra o Inter no Beira-Rio ou aquele pontinho suado no Couto Pereira), mas o Palmeiras vacila e vacila muito.

Só para efeito de comparação, o máximo de empates que os times do G4 têm são cinco e o Fluminense, apenas dois pontos atrás da gente, tem um único empate. Exatamente, um! Se é verdade que eles perderam seis vezes mais que a gente, também é verdade que venceram duas vezes mais, praticamente anulando a diferença. Junto com Bahia e Flamengo, somos a equipe que mais empatou no torneio.

É claro que cada jogo tem uma história e cada empate tem o seu significado. Mas o Verdão tem que se arriscar! É claro que não irá ganhar todos os jogos, mas a necessidade de ser mais contundente e de se comportar como time grande está se fazendo mais necessária do que nunca.

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ACHADO
Eu sei que é cedo, mas, até aqui, Fernandão tem se mostrado a melhor contratação do Palmeiras nos últimos tempos. Falta os outros homens de frente – como os lesionados Kléber e Maikon, além do selecionável Valdívia – ajudarem o rapaz. Sozinho não vai dar em nada.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Chegou a ser vergonhoso, Palestrinos…

O relógio mal marcava 25 minutos de jogo e o Palmeiras já tomava 2 a 0 em Engenho de Dentro. Dois gols em cruzamentos, dois gols praticamente repetidos, duas falhas que haviam desaparecido – ou estavam apenas escondidas? A verdade é que perdemos o jogo antes mesmo da bola rolar.

Não que seja fácil escalar nostra equipe sem Kléber, Maikon Leite, Luan e Valdívia, mas também não precisava ter apelado em um 4-5-1 composto por CINCO VOLANTES! E, pior: dos cinco, três eram Chico, Tinga e Rivaldo, ou seja, mal a bola rolou já estávamos com oito em campo. Daí não tinha muito o que se arrumar, ainda que se coloque Patrick, Ricardo Bueno, João Vitor ou o Papa…

Já disse e repito que Felipão é o melhor do mundo e deveria ter contrato eterno com o Palestra. Mas, ontem, ele brincou de Professor Pardal e acabou se dando mal. Ele e todos nós.

Levamos 3 a 1 e, mais do que isso, levamos um verdadeiro chocolate. De quebra, todo o ânimo que havíamos conquistado após a vitória de domingo simplesmente desapareceu. Desse jeito até a vaga na Libertadores está ficando complicada de ser alcançada. O que nos resta é torcer (e rezar).

Siamo Palestra!

ROJAS.

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