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Archive for 13 de outubro de 2011

O tempo passa e algumas coisas são descobertas, Palestrinos.

E a descoberta da vez diz respeito ao triste episódio da última terça-feira. Eu também fiquei extremamente chateado e indignado com o que aconteceu com João Vítor, mas, quando li que o atleta não iria prestar queixa contra os agressores, algo me disse que havia coisa mal contada.

Ontem assisti atento às palavras ditas por Paulo Vinícius Coelho na ESPN e acredito que a versão posta por ele pode ser verdadeira. Segundo PVC – jornalista e, acima de tudo, palmeirense – João Vítor foi xingado por um torcedor na saída da loja oficial do clube e, acompanhado por um amigo e o cunhado, teria partido pra cima do mesmo. O problema é que a sede da Mancha fica a pouquíssimos metros do local e, sabendo da briga, filiados da “organizada” foram até lá e a confusão aconteceu.

E então você irá me perguntar: “mas por que acreditar nesta versão e não em outras?”. Porque ontem, após o empate diante do Flamengo, Felipão deixou bastante claro que achava que o jogador não era santo nessa história, que deveríamos todos esperar os laudos da polícia. E eu, pessoalmente, acredito nisso.

Continuo achando que a agressão a João Vítor é absurda e que as tais “organizadas” devem ser banidas do futebol o mais rápido possível. Mas, devido aos fatos apurados, começo a achar também que o coitadinho não é tão coitado assim.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Minha indignação permanece intacta, Palestrinos.

Aproveitando o feriado, ontem li toda e qualquer publicação que citasse o ocorrido da última terça, fazendo a minha revolta crescer ainda mais. Afinal, agora não bastassem os bárbaros animais que agrediram João Vitor, ainda temos que nos preocupar com mais um capítulo das novela Kléber, Frizzo e Felipão.

Para começo de conversa, vamos lá: nenhum destes citados acima é santo.

O atacante, por exemplo, já está forçando a sua saída do Palmeiras há muito tempo. Começou naquela palhaçada com o Flamengo, continuou com as já famosas dores inexistentes no joelho, se arrastou com declarações imbecis e culminou no ocorrido desta semana, quando defendeu que os atletas dessem WO no jogo de ontem. Se a saída dele já era inevitável, agora virou certeza absoluta.

Quanto a Frizzo, nunca inspirou confiança. Se formos pensar, o cara não tem o apoio irrestrito de ninguém: nem de Tirone, nem de Felipão, nem dos jogadores. A maior prova disso é que foi taxado de “mau caráter” por Kléber e o mesmo não teve nenhum tipo de punição. Está no cargo porque não temos opção dentro da “situação”, no momento.

Já Felipão, quem diria, andou escorregando nos últimos tempos. Apesar de levar todos os problemas medonhos do clube a mão de ferro, nostro comandante deslizou em algumas declarações e atitudes recentes, incluindo a de tolerar as birras do camisa 30 e ainda colocá-lo de volta no time com a tarja de capitão.

Mas o resumo da ópera, para mim, é muito simples: entre os três, Felipão ganha de goleada. Em fase de boataria e fofocas, eu fico 100% com Scolari. Afinal, se é para confiar em alguém, que seja em um cara que trabalha há anos no Palmeiras, que tem uma história firmada e que me parece íntegro.

Quanto a Kléber, sugiro apenas que fale menos e escute mais atletas como São Marcos, que mais uma vez deu exemplo de profissionalismo e bom senso ao conversar com o grupo e dizer que não jogar seria um crime ainda maior contra os 15 milhões de apaixonados que, sim, podem ser chamados de torcedores.

Vá de retro, Kléber, e não volte nunca mais.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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