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Archive for novembro \28\-03:00 2011

O futebol está ficando chato, Palestrinos, e não é de hoje.

Ontem, ao final da partida em que batemos a bambizada por um a zero, tivemos mais alguns exemplos disso. O ocorrido foi que, enquanto ainda davam depoimentos dentro de campo, alguns de nostros jogadores souberam do gol do Vasco. E ali, em meio ao arrombo de alegria de ambas as torcidas, a maioria se calou.

Deola disse que entrará em campo para vencer porque é um clássico, Assunção concordou com nostro arqueiro, Felipão disse que não vê alegria em tirar o título do rival… a chatice de sempre. Eis que surge ele, sempre ele, Jorge Valdívia e destoa do coro: “A vitória não vai apagar o ano ruim que tivemos, mas seria um presente para o torcedor”.

Perfeito! É isso. Sem desrespeitar ninguém, o chileno falou toda a verdade. Se tirar o título do Curintia não é motivação extra aos jogadores, o que será? A torcida quer isso, a torcida irá cobrar isso, a torcida vai apoiar por isso.

Semana passada, escrevi aqui que seria ridículo dobrar o bicho dos jogadores para esta partida – e não mudo uma vírgula no que está escrito… Vai pensar em dinheiro na véspera de um jogo como esse?! No entanto, motivação não pode faltar! Foi isso que o Mago quis dizer com a palavra “presente”; em meio a um ano tão decepcionante, ter esse gostinho seria um ato de dignidade por meio dos atletas. E eu ainda vou além: só espero que o time corra e se entregue, independente do que acontecer ao final dos noventa minutos.

Para ser sincero, tenho certeza de que todos os atletas pensam isso. Mas, ali, na frente dos microfones, preferem ser “certinhos”. Contudo, compreendam de uma vez por todas: rivalidade é uma parte indispensável do futebol! E falar como Valdívia falou é totalmente coerente. Não incentiva violência, não dá poder ao adversário. Pelo contrário, isso só contribui a conversa do almoço, do escritório, do bar.

Tenho certeza de que teremos um partidaço no domingo. E vamos, sim, jogar com os ouvidos no jogo do Vasco. Não tem essa de “contra o Corinthians é sempre assim e mimimi”. Fosse ao contrário, teríamos a mesma situação.

Viva a rivalidade, viva Valdívia, vida o politicamente incorreto!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vitória, Palestrinos, vitória!

No final das contas, é isso o que vale no futebol. Principalmente quando se vence um clássico como o de ontem. E eu espero que os jogadores tenham entendido que o valor da vitória foi especial justamente por causa disso: porque vencemos um rival. Não existe bicho que pague este sentimento.

Ontem, no Pacaembu com quase 20 mil pessoas, o Palmeiras voltou a jogar bem. Assim como fez diante do Bahia e já havia feito em parte do jogo contra o Vasco, o time foi organizado, arrumado e fez por merecer os três pontos. Exceto por alguns vacilos de Leandro Amaro e Patrik, e a atuação bastante apagada de Ricardo Bueno, o Verdão foi bem.

Valdívia e Henrique estão bem melhor fisicamente, os laterais voltaram a apoiar, Márcio Araújo voltou muito bem ao meio, Luan segue em boa fase e Assunção, como sempre, foi letal. Mesmo com as mexidas cautelosas de Felipão, pouco houve de pressão por parte dos bâmbis.

E domingo, diante da gambazada, temos que ter o mesmo espírito. Pouco importa que o campeonato chegou ao fim e, mais, pouco importa se o Vasco ganhará ou não o Brasileiro. Temos que vencer por nós, pela nostra dignidade, pela nostra história e força.

Vitória vale bem mais que dinheiro. E com bicho dobrado ou não, eu sou mais Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Caro Palmeiras,

Tenho uma filha que completa 1 ano e 5 meses hoje. O nome dela é Maria Luiza, mas é um consenso, de todos, chamá-la de Malu. Ela é um orgulho. Logo que nasceu, estampei na porta do quarto dela uma bandeira do Palmeiras. O pedaço de pano verde estava sob o bonito enfeite escrito “Maria Luiza”.

A Malu é a felicidade. E digo isso, porque me lembrei do dia em que ela nasceu. E da bandeira, ilustrando todo um dia mágico em minha vida. No entanto, a bandeira…Eu suporto a tristeza que o Palmeiras me proporciona hoje, e nos últimos anos. Mesmo deitado, eu bisbilhoto o nosso fraco time rematar para fora; correr na “rampa”; cruzar a esmo. E eu sofro com os gols tomados. Eu sofro!

Fui pai antes de ter condições financeiras (e psicológicas). Pedia carreira e dinheiro. Ganhei amor quando menos esperava. E hoje eu faço desse sentimento um balão de oxigênio. Eu vibro com cada passo que a Malu dá, como se fosse um narrador emocionado ao relatar uma defesa difícil do Santo. A isso eu chamo de amor.

Eu, como um bom pai, quero o melhor para a minha pequena. É da natureza de quem respira almejar o melhor. Os porquinhos são assim.

Mas, pensem comigo. Educação é base. História não se compra, se conquista. Glória é do passado, mas também pertence ao futuro. Cultura se adquire quando a referência é rica.

Cuido da Malu baseado nesses valores. E busco os valores corretos da nossa sociedade. Eu não vou mentir, nunca, para a minha filhinha.

Por isso, Palmeiras, não deixe a tristeza se disseminar pelas próximas gerações. Não é esta a referência de time, de clube, que quero transmitir à primogênita.

Eu “aceito” a mentira do Palmeiras há 10 anos. Mas não mintam para a minha filha. Ela não merece sofrer!

A felicidade começa pelos pés.

Siamo Palestra!

DIEGO COSTA.

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Diego Costa é pai, palmeirense e, acima de tudo, um grande amigo.

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Clássicos à vista, Palestrinos.

Faltando duas semanas para o final do ano futebolístico, resta-nos justamente os dois maiores clássicos: SPFW e Curintia. Primeiro com bâmbis e depois com gambás, visitaremos o Pacaembu dois domingos seguidos, esperando que os jogadores tenham o mínimo de dignidade e vençam ambos os encontros.

Eis que na primeira das decisivas semanas, nostro querido Arnaldo Tirone surge das cinzas e diz que pagará bicho dobrado aos atletas caso as vitórias venham. Não, você não leu errado. Nostro presidente prometeu uma premiação extra para que o grupo faça o que já lhes é obrigação!

Que vergonhoso, amicos… De uma só vez, Tirone cometeu três pecados imperdoáveis: premiar a mediocridade, diminuir o Palmeiras e jogar dinheiro no lixo.

O primeiro dos pecados é óbvio. A equipe fez uma campanha tenebrosa no Brasileiro, envergonhou a nostra massa e ainda por cima correu risco de rebaixamento. Como se pode pensar em pagar bicho para um grupo desses?! (“Bicho”, aliás, é um nome estúpido e digno do mundo do futebol; isso se chama “bônus” e é muito usado no mundo corporativo para premiar metas alcançadas. Se ganhar o título, ganha-se tanto, se conquistar uma vaga na Libertadores, ganha-se um montante menor, e assim por diante.)

O segundo pecado, a diminuição do Palmeiras, é ainda mais claro e grave. Somos o Campeão do Século XX, cazzo! Um dos maiores clubes do mundo! Como se pode oferecer dinheiro para que atletas que já ganham bem façam nada além do seu trabalho? Não basta jogar um clássico pelo Verdão e ser bem pago?!

O terceiro nem vou explicar. Em um time onde se fala em cortes de verba a todo o momento, ficar tirando dinheiro da conta para bonificar vitórias sem significado nenhum é ridículo. (E antes que vocês me falem que tirar o título de um e a vaga da outra seja, sim, significante, eu gostaria de lembrá-los que isso é pequeno demais para o nostro Alviverde Imponente.)

Resumindo, mal começou a semana e o Tirone já me deixou puto. Com isso e com a demissão de pessoas que não mereciam, aliás. Atitudes que revelam, cada vez mais, o amadorismo da nostra diretoria.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É final de temporada, Palestrinos.

E como em todo final de ano, já começaram os boatos sobre reforços no Verdão. Uns defendem que deveríamos mandar o elenco todo embora, outros preferem contratar dez novos nomes e assim vai. Mas a verdade é que, dentro da nostra realidade, não dá pra fazer nem uma coisa nem outra.

Felipão falou em salada, carne e camarão para 2012. Ora pois, todos nós queremos comer isso! No entanto, já deu para perceber que o mundo realé diferente… Cogitaram o meia Wagner e ele está quase certo com o Fluminense; falaram em Jorge Wagner, mas o time japonês dele não libera; Cleiton Xavier e Taison, ambos do Metalist, estão caros; Giuliano, ex-Inter, só vem com parceria; e assim por diante.

Entendam, amigos, a nostra realidade é outra. É difícil admitir, mas é assim que é. Por isso é imprenscidível que se busque alternativas boas e mais em conta, coisa que NUNCA acontece no Palmeiras. Não sei se é preguiça ou descaso, mas nostros dirigentes parecem não assistir jogos da Série B, regionais e mesmo ter atenção aos times menores do Brasileirão.

(E o pior: quando contraram, vem coisas como Rivaldo e Gerley.)

Por isso fiz uma lista de jogadores que me vêm a cabeça quando penso em bons reforços para o grupo. Óbvio que precisamos de uns 3 jogadores de peso, mas, para compôr elenco, esses são bons nomes. Confiram, palpitem e deixem também as suas dicas para o Verdão 2012.

América/MG: Marcos Rocha (lateral-direit0), Rodriguinho (meia) e Kempes (atacante).
Atlético/GO: Anselmo (atacante).
Atlético/PR: Manoel (zagueiro).
Coritiba: Jonas (lateral-direit0) e Rafinha (meia).
Ceará: Vicente (lateral-esquerdo) e Osvaldo (atacante).
Figueirense: Bruno (lateral-direito), Elias (meia), Welligton Nem (meia) e Júlio César (atacante).
Goiás: Rafael Tolói (zagueiro).
Ponte Preta: Renatinho (meia) e Ricardo Jesus (atacante).
Portuguesa: Marco Antônio (meia) e Henrique (meia).

Enfim, são apenas “sugestões caseiras”. Repito: são sugestões para compôr o grupo, não são o “camarão” que o Felipão pediu. Ess post serve apenas para pensarmos em 2012 com carinho, porque senão, mais uma vez, teremos um ano sabático e cheio de fracassos. Só quero que o Palmeiras volte a ser Palmeiras!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Acabou, Palestrinos!

Grazie a Dio, acabou aquela amargura que nos consumia e o risco de rebaixamento se foi. E a vitória de ontem foi ainda mais saborosa pelo surpreendente bom futebol apresentado pela equipe.

Se é verdade que os nostros gols só saem de bola parada, também é verdade que poderíamos ter feito muitos outros em boas jogadas. Faltou pontaria, mas não faltou entrega. Outro ponto bastante positivo foi a ótima atuação de Valdívia no segundo tempo, além da já regular participação de Luan.

Mas, passado o sufoco, chegou a hora deste grupo nos honrar com o mínimo de dignidade nessas rodadas finais. Faltam apenas dois jogos, porém jogos importantíssimos: temos bambis e gambás pela frente, podendo jogar água no chopp de ambos. Isso sem falar que terminar o ano vencendo dois clássicos seria o ideal para um 2012 de melhores horizontes.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vocês já viram a notícia, Palestrinos.

Tentando chamar a atenção da mídia, o Palmeiras colocou uma melancia quadrada no pescoço e mandou um kit oficial para o lutador americano de MMA Chael Sonnen. “Genial”, você dirá, rindo com a mão na barriga, igualzinho ao Mustafá. Mas não é, meu amigo, e eu te explico os porquês.

Primeiro de tudo porque, embora Sonnen deva lutar contra um atleta do Corinthians, não se trata de um atleta qualquer. É Anderson Silva, um dos três maiores ídolos esportivos que o país tem hoje, ao lado de Neymar e César Cielo. Ou seja, apoiamos quem desafio um ídolo nacional.

Segundo porque o lutador americano é a antítese do que deve ser um atleta profissional. Ele é falastrão, ele foi pego no doping e é notório por aprontar algazarras por onde passa. É esse tipo de esportista que o Palmeiras pretende vincular a sua imagem?

E por último, mas não menos importante, Chael Sonnen só fala mal do Brasil. Pode ser para fazer cartaz, mas o cara já chamou os brasileiros de macacos, vive agredindo o país em entrevistas e não se cansa de dizer que somos atrasados em relação ao mundo (que, no caso dele, é os Estados Unidos).

Em suma, se o Palmeiras tentou pagar de fanfarrãozinho, fez merda. Foi burro, estúpido e inconsequente. Esse comportamento pode ser seguido por um torcedor comum, mas, jamais, em caráter oficial por uma agremiação esportiva. Fazendo isso, o clube só revela, mais uma vez, seu amadorismo. E, de quebra, ajuda a nos explicar porque estamos cada vez mais no fundo do poço.

Parabéns ao nostro departamento de marketing. Assim iremos longe…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um empate, Palestrinos…

O 16o em 35 jogos, recorde absoluto do campeonato e, acho eu, da história. Temos agora 43 pontos, somente seis a frente do Atlético/PR, e mais três jogos para fazer. Ou seja: precisamos de mais 4 pontos em 12 para escapar com toda a segurança da degola.

“Degola?”, indagará você, “você acha mesmo que o Palmeiras pode cair?”. Para ser sincero, acho. Aliás, eu e todos os 8 mil heróis que estiveram ontem no Pacaembu frio e chuvoso de uma quarta-feira tipicamente paulistana.

O futebol (não) jogado pela equipe no primeiro tempo de ontem e em boa parte do segundo foi alarmante. Um time sem brio, sem vontade, sem uma única jogada. A impressão que se tinha era a de que, exceto por Cicinho, Luan, Assunção e Bueno, o restante do time estava lá para assistir.

Boa parte disso, aliás, é culpa de Felipão, que escalou um time completamente defensivo. O problema é que o tal time defensivo não defendia! Perdeu todas as bolas pelo alto – inclusive a do gol -, errou passes a dar com pau e, para variar, dependeu da bola parada. Quando mexeu, Scolari ainda errou ao tirar um atacante para colocar outro… antes tirasse Gerley, João Vitor ou coisa que os valha.

A verdade é que o Palmeiras só voltou a ser um rascunho do nostro amado Palmeiras quando empatou a partida. Em um bate e rebate feio dos infernos, Luan marcou e o time acordou. Durante os 30 minutos restantes, demos carrinho, brigamos e mostramos o que todo palmeirense deseja hoje em dia: que os outros times tenham que correr muito para ganhar da gente.

No final das contas, o empate foi até justo. E antes que aqueles idiotas de plantão levantem a voz dizendo que ajudamos os gambás, já me antecipo: o Palmeiras joga pelo Palmeiras. Foda-se as outras equipes, foda-se quem vai ao estádio só para xingar, foda-se quem é profeta do apocalipse. Se correr, o Verdão nunca irá cair.

E é isso que eu espero, dedicação. O mínimo que um atleta profissional pode fazer é honrar a camisa que veste e o clube que lhe paga no final do mês.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá se vai Kléber para o Sul, Palestrinos.

Por cinco temporadas, o atacante de 28 anos irá vestir a camisa do Grêmio com um salário que beira os R$500 mil mensais. Sem dúvidas, um presente dos desesperados gaúchos para um atleta que, se pode valer tudo isso dentro de campo, já mostrou que não vale nem 500 reais fora dele.

Uma contratação que é fruto de um time que, depois de ter tomado um chapéu de Ronaldinho, teve a necessidade de trazer um jogador de peso para a torcida aplaudir. E que talvez encontre aí um motivo para deixar Douglas sair.

Mas eu seria mentiroso se dissesse que não entendo a alegria dos amigos gremistas. Há pouco mais de um ano, quando a nostra diretoria anunciou a chegada do Gladiador em definitivo, fique eufórico. Era o retorno de um atleta brigador, vencedor, bom de bola. Algo que até aconteceu, lembrando-me de alguns jogos no início do ano. Kléber fez um belo Campeonato Paulista, nos deu a vitória na estreia do Brasileirão, mas, de repente, parou.

E parou pelo motivo que mais dói em um torcedor: parou por causa de dinheiro.

Todos sabemos que o camisa 30 não ganhava mal no Palestra. Pelo que sei, aliás, seu salário é um dos mais altos do elenco, beirando os 300 mil reais por mês. O problema foi que a grama do vizinho ficou mais verde. Como que ele, esforçado dentro de campo, poderia ganhar menos que os eternos lesionados Lincoln e Valdívia? Foi então que veio a idéia de seu genial empresário: forçar um aumento.

Inventaram então uma proposta irreal do time do Rio, tentaram dar um “susto” em nostra mal fadada diretoria e se deram mal. Graças a San Genaro, quebraram merecidamente a cara. E aí a máscara caiu. Kléber inventou lesões, deu entrevistas ridículas, tentou fazer média com fair play e foi se perdendo cada vez mais. Só que ele não teve peito de voltar atrás. A situação se complicou ainda mais e a sua saída foi inevitável.

Hoje, ao olhar para trás, deve se achar um idiota.

Ainda pior para ele que, ontem, César Sampaio deu uma entrevista coletiva e disse que, ao conversar com o grupo de portas fechadas, ninguém pediu a cabeça de Felipão. Não que o treinador não tenha errado em alguns momentos, mas, no frigir dos ovos, quem mais errou foi mesmo o atacante.

Este é Kléber: o cara que poderia ser ídolo de 15 milhões de apaixonados, mas decidiu nos trocar por alguns milhões de reais. Boa sorte aos gremistas, eles irão precisar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Desisti de tentar entender este time, Palestrinos.

O time desacreditado que se superou e surpreendeu no início do ano.
O time embalado que desandou por causa de uma pseudo-transferência.
O time que venceu de virada o arquirrival e que, no jogo seguinte, tomou baile.
O time que parou depois que um de seus integrantes resolveu brigar na rua.
O time que vislumbrou o título e hoje foge do rebaixamento.
O time que perde com três a mais e melhora com dois a menos.
O time que joga bem, abre dois de vantagem e toma o empate no último lance.

O time que deu tantas reviravoltas este ano que eu poderia escrever mais duas horas sem parar o que não entendo. Só sei que, por algum motivo, o dia chuvoso e a fase tenebrosa me fazem querer ir ao Pacaembu torcer por uma vitória hoje. Mesmo que isso ajude a gambazada ou quem quer que seja.

Foda-se o campeonato, eu quero o meu Palmeiras ganhando novamente!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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