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Archive for 16 de novembro de 2011

Lá se vai Kléber para o Sul, Palestrinos.

Por cinco temporadas, o atacante de 28 anos irá vestir a camisa do Grêmio com um salário que beira os R$500 mil mensais. Sem dúvidas, um presente dos desesperados gaúchos para um atleta que, se pode valer tudo isso dentro de campo, já mostrou que não vale nem 500 reais fora dele.

Uma contratação que é fruto de um time que, depois de ter tomado um chapéu de Ronaldinho, teve a necessidade de trazer um jogador de peso para a torcida aplaudir. E que talvez encontre aí um motivo para deixar Douglas sair.

Mas eu seria mentiroso se dissesse que não entendo a alegria dos amigos gremistas. Há pouco mais de um ano, quando a nostra diretoria anunciou a chegada do Gladiador em definitivo, fique eufórico. Era o retorno de um atleta brigador, vencedor, bom de bola. Algo que até aconteceu, lembrando-me de alguns jogos no início do ano. Kléber fez um belo Campeonato Paulista, nos deu a vitória na estreia do Brasileirão, mas, de repente, parou.

E parou pelo motivo que mais dói em um torcedor: parou por causa de dinheiro.

Todos sabemos que o camisa 30 não ganhava mal no Palestra. Pelo que sei, aliás, seu salário é um dos mais altos do elenco, beirando os 300 mil reais por mês. O problema foi que a grama do vizinho ficou mais verde. Como que ele, esforçado dentro de campo, poderia ganhar menos que os eternos lesionados Lincoln e Valdívia? Foi então que veio a idéia de seu genial empresário: forçar um aumento.

Inventaram então uma proposta irreal do time do Rio, tentaram dar um “susto” em nostra mal fadada diretoria e se deram mal. Graças a San Genaro, quebraram merecidamente a cara. E aí a máscara caiu. Kléber inventou lesões, deu entrevistas ridículas, tentou fazer média com fair play e foi se perdendo cada vez mais. Só que ele não teve peito de voltar atrás. A situação se complicou ainda mais e a sua saída foi inevitável.

Hoje, ao olhar para trás, deve se achar um idiota.

Ainda pior para ele que, ontem, César Sampaio deu uma entrevista coletiva e disse que, ao conversar com o grupo de portas fechadas, ninguém pediu a cabeça de Felipão. Não que o treinador não tenha errado em alguns momentos, mas, no frigir dos ovos, quem mais errou foi mesmo o atacante.

Este é Kléber: o cara que poderia ser ídolo de 15 milhões de apaixonados, mas decidiu nos trocar por alguns milhões de reais. Boa sorte aos gremistas, eles irão precisar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Desisti de tentar entender este time, Palestrinos.

O time desacreditado que se superou e surpreendeu no início do ano.
O time embalado que desandou por causa de uma pseudo-transferência.
O time que venceu de virada o arquirrival e que, no jogo seguinte, tomou baile.
O time que parou depois que um de seus integrantes resolveu brigar na rua.
O time que vislumbrou o título e hoje foge do rebaixamento.
O time que perde com três a mais e melhora com dois a menos.
O time que joga bem, abre dois de vantagem e toma o empate no último lance.

O time que deu tantas reviravoltas este ano que eu poderia escrever mais duas horas sem parar o que não entendo. Só sei que, por algum motivo, o dia chuvoso e a fase tenebrosa me fazem querer ir ao Pacaembu torcer por uma vitória hoje. Mesmo que isso ajude a gambazada ou quem quer que seja.

Foda-se o campeonato, eu quero o meu Palmeiras ganhando novamente!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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