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Archive for março \29\-03:00 2012

Vitória é sempre bem-vinda, Palestrinos.

Portanto, pouco importa se goleamos ou batemos o Paulista, em Jundiaí, por 1 a 0. É primeira fase de Paulistão e, se existem duas coisas que têm valor a esta altura, elas são os três pontos e o acerto do time para o restante da temporada.

Com os 3 pontos conquistados estamos bem: classificação garantida no topo da tabela e tranquilidade para os poucos jogos que faltam. Portanto, a maior preocupação do momento é acertar o time para a fase final, a Copa do Brasil e o Brasileirão. Por isso, vamos aos pontos:

  • WESLEY: É óbvio que Wesley chegou para jogar. Portanto, alguém tem que ceder o lugar o lugar no time para a sua entrada. O primeiro teste foi com João Vitor e, além do ex-titular ter entrado e feito o gol da vitória, Felipão pareceu pouco a vontade. O problema é quem sai agora… o especialista Assunção, o motorzinho Araújo ou mesmo na lateral-direita? Eu, pessoalmente, manteria João Vitor de fora.
  • EX-TITULARES: Até o início deste ano, Cicinho e Valdívia eram titulares absolutos. Agora não são mais. Artur e Daniel Carvalho estão em melhor fase e merecem constar entre os 11.
  • DEFESA: Henrique foi contratado de vez, sabe jogar e é titular absoluto. Mas quem joga com ele? Enquanto Heleno não volta, o melhor é manter Leandro Amaro mesmo; Maurício Ramos e Román são emoção na certa.
  • JEITO DE JOGAR: Afinal, de que jeito Felipão pensa o time? Num 4-4-2 clássico, em um conservador 4-3-1-2, talvez até em um 4-3-3? É bom definir isso agora, porque, depois, é difícil parar pra pensar.
  • A VOLTA DE QUEM NÃO FOI: Antes inticáveis, Thiago Heleno e Luan voltarão em breve. Por outro lado, os contratos de Bueno e Fernandão vão chegando ao fim. Quem fica, quem vai?

Enfim, não são tantas as dúvidas, mas precisam ser sanadas. Só assim o Verdão vai seguir firme rumo aos títulos que todos nós merecemos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais um domingo de morte, Palestrinos…

Até quando teremos que dormir com este barulho? Até quando uma pedra, uma bala ou um rojão irão tirar o foco e a alegria do futebol? Até quando esses episódios farão as nostras famílias torcerem para não irmos mais até o estádio?

Ontem foi um palmeirense, amanhã pode ser um são-paulino, um corintiano, santista. A violência não escolhe camisa, ela bate em todos. Dessa vez foi um dos nostros. E, me desculpem pela frieza, mas não sinto dó: ele morreu porque quis, porque foi lá para brigar. Quem briga pode se ferir, é assim que é. O que me deixa chateado são as marcas que o futebol ganha.

O jogo de torcida única já é quase realidade. A opinião pública é essa, a Europa tem feito isso (a torcida do Olympique, por exemplo, não irá até Paris assistir PSG x Marseille) e o caminho está pavimentado. E isso sim é um crime contra o futebol! Porque não há vitória melhor do que a vitória conseguida na casa do adversário. Mas esse é o caminho mais fácil, não é, Ministério Público?

Assim como é fácil banir as torcidas organizadas dos estádios. Até eu – que já cansei de criticar aqui as “desorganizadas” e que acho que elas são, sim, foco de violência – sei que isso não ajudará em nada. O papo é o mesmo desde 1995 e, convenhamos, nada mudou. O que tem qu mudar são as atitudes das autoridades.

Já que se quer copiar modelos europeus, que copie-se os bons então. Ou todos ignoram o que aconteceu na Inglaterra há mais de 15 anos e que mudou o futebol, por exemplo? Cadastrem os torcedores, tenham um histórico deles e, de acordo com o que acontecer, as medidas serão tomadas. Desde uma “suspensão” dos estádios até a prisão.

Outra medida necessária: inteligência. Cacetetes e bombas de efeito moral não resolvem o problema na raiz; o que resolve é a inteligência. Rastreiem telefonemas, analisem as redes sociais, tratem o problema com o tamanho que ele tem. Colocar exército nas ruas para um evento de um mês é fácil, difícil é combater a violência onde ela nasce e onde ela se esparrama.

Enquanto tratarem essas mortes como algo do esporte, nunca chegaremos a uma solução. É hora de acordar, amigos! Esqueam os próprios umbigos e vamos ás ruas!

Siamo Palestra, Siamo Calcio!

ROJAS.

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A derrota chegou, Palestrinos.

E chegou da maneita mais dolorida, diante do Corinthians, em um dérbi com cara de dérbi. Saímos na frente, jogamos melhor durante todo o primeiro tempo e, de repente, sofremos um revés inesperado. No susto, meio aos trancos e barrancos, do jeito que a gentalha costuma fazer as suas coisas.

Acontece. O futebol, graças a San Genaro, é assim. E é justamente por isso que agora não é o momento de cornetar.

Não é hora de condenar Deola por não ter saído do gol.
Não é hora de crucificar nostro “motorzinho” Márcio Araújo.
Não é hora de chamar Barcos de pipoqueiro.
Não é hora de pedir a saída de Valdívia do time.
Não é hora de xingar Felipão pelas mexidas erradas.
Enfim, não é hora de arrumar sarna para nos coçarmos.

Para quê crise após 22 jogos sem derrotas?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O dia está chegando, Palestrinos.

Faltam dois dias para o maior clássico do mundo. Sem exageros nem falsa modéstia. Eu aprendi assim, cresci cultivando isso e, para mim, Palmeiras x Corinthians é o maior jogo do planeta. Pouco importa se é Paulista, Rio-São Paulo, Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores (!!!) ou Ramon de Carranza.

Dia 25 é dia de dormir mal, acordar cedo, ler o jornal, escutar o rádio, assistir a TV, ler o blog e só falar do Dérbi. E quem não sabe o que é isso, meus amigos, não sabe o que é um Parmera e Curintia!

Confio demais em Deola, Cicinho, Henrique, Amaro, Juninho, Araújo, Assunção, João Vitor, Valdívia, Maikon e Barcos. Confio na recuperação do Daniel, nas boas participações do Artur, na estrela daqueles que vêm do banco. E, acima de tudo, confio em Felipão.

Schoppia che la vitoria e nostra!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Saiu ontem o calendário das transmissões televisivas do Brasileirão, Palestrinos.

E uma rápida passada de olhos pela tabela nos revela uma realidade ultrajante: em 38 rodadas, o Palmeiras tem apenas 4 jogos previstos para passar em TV aberta. Ou seja, a Globo nos preteriu. O cenário não poderia ser pior para torcedores de fora da capital (e isso inclui os que moram fora do país) e ainda mais para aqueles que não tem acesso a TV a cabo.

No entanto, antes de começarmos a jogar pedras e amaldiçoar a toda poderosa não só da comunicação, mas como de todo o futebol brasileiro, entendamos o caso.

A grade de qualquer canal de TV é definida pela audiência. Quanto mais audiência um programa dá, mais tempo ele fica no ar, mais patrocinadores têm e etc. No futebol, a Globo faz esse acompanhamento por time e, em São paulo, hoje, somos a 3a audiência. As médias de nostras 12 partidas do Campeonato Brasileiro do ano passado foi tida como baixa e, por isso, houve o corte na transmissão.

Ao mesmo tempo, temos apenas a 5a colocação no ranking de vendas de pay per view. Ou seja, a Globo deixa de ganhar a nostra audiência na TV aberta, mas automaticamente vislumbra um aumento na TV paga. Eles ganham de qualquer maneira! E, se não me engano, isso se chama monopólio…

Enfim, a verdade é que o domínio global é tão grande em nostro país que nós, torcedores, jamais teremos como combater este problema. Não adianta fazer boicote. Para o Palmeiras estar mais presente em horário nobre, só uma coisa funciona: bom futebol.

Ou você acha que o Ibope dos jogos do Verdão não aumentou com os gols de Barcos? Ou você pensa que os diretores da Globo não pagaram um pau pros 6 a 2 enfiados no Botafoguinho? Se o Palmeiras mantiver a boa fase, esses 4 jogos podem virar 10 em questão de semanas. E eu, humildemente, acredito nisso.

Vamos, Palmeiras! Chegou a hora de calar os poderosos da TV, a crítica desconfiada e aqueles que diminuem o maior campão do século XX.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Pouco a falar sobre este lance, Palestrinos.

Lembr0-me apenas de que eu morava no interior de São Paulo e de que não pude ir ao Morumbi porque o jogo foi no meio da semana. Meu irmão, no entanto, morava na capital e me ligou segundos após o gol, repetindo insistentemente: “Meu Deus, meu Deus, meu Deus!!!”.

Era o Torneio Rio-São Paulo do fatídico ano de 2002, metemos 4×2 na bambizada e a dupla Alex/Cristian teve uma noite de gala. Parabéns ao Cabeção pelo tento genial e pelo aniversário de dez anos de uma verdadeira obra de arte.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não há como negar que começo do ano está fantástico, Palestrinos.

Seguindo uma reação que começou nas últimas rodadas do Brasileiro de 2011, o Palmeiras se levantou, a diretoria resolveu trabalhar, Felipão fez alguns cortes necessários e o nostro time já está invicto há 20 partidas.

Você dirá que boa parte delas foram diante de times inexpressivos, que oferecem pouca ou nenhuma resistência aos grandes. Mas, se fosse tão fácil assim, teríamos ao menos uns dez times invictos no país. É preciso reconhecer as qualidades (e os defeitos) desse Palmeiras/2012.

E a mais óbvia delas é o ataque. Daniel Carvalho e Barcos caíram como luva no setor ofensivo, Maikon Leite voltou a jogar a sua bola e hoje temos o melhor ataque do Paulistão sem precisar tanto da bola parada de Marcos Assunção.

Outro ponto positivo foi a chegada dos laterais Juninho e Artur: com eles, o Palmeiras tem atacado e defendido com mais velocidade, além de ganhar os bons passes do lateral-esquerdo e as cabeçadas certeiras do lateral-direito lá na frente.

A terceira boa nova chega a ser surpreendente e atende pelo nome de João Vitor. Longe de ser um grande jogador, o volante equilibrou a marcação junto com Márcio Araújo e tem ajudado demais o lateral direito da equipe.

Mas é claro que ainda não somos um time pronto.

Nostra defesa tem sofrido demais nas bolas aéreas, ainda faltam opções para o banco (um atacante melhor que Bueno e Fernandão, um volante melhor que Chico e um meia muito melhor que Patrik) e é preciso encontrar uma forma mais ofensiva de jogar quando estivermos atrás do placar.

A verdade é que merecemos a liderança, merecemos a série sem derrotas, mas ainda não temos um time 100% confiável. A única certeza que tenho é a de que, sem ilusões, estamos no caminho certo – queiram os críticos, ou não.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu ainda era um moleque, mas me lembro de tudo, Palestrinos.

Era um domingo ensolarado de 1996 e o Palmeiras foi até Ribeirão Preto enfrentar o Foguinho pelo Paulistão. Àquela altura, o time de Vanderlei (ainda sem W e sem Y) Luxemburgo já estava na 12a rodada do campeonato, líder com 11 vitórias e 1 empate, nadando de braçada rumo ao título. E eu, com meus onze anos, fui jogar uma bola após o almoço.

Quando retornava para a casa, vi meu irmão, quatro anos mais velho, na janela gritando feito louco. Perguntei lá de baixo o que estava acontecendo e ele só conseguia repetir uma palavra: “Oito! Oito, meu Deus, oito!”. Subi o mais rápido que pude e, ao fitar o televisor, lembro que tive que olhar novamente para entender o marcador – 8×0 Palmeiras.

Quem diria que, 16 anos depois, eu iria ter uma sensção parecida? Domingo, em frente a TV, voltei a ser criança. Aliás, acredito que não somente eu, como qualquer torcedor do Palmeiras e amante do futebol. O jogo foi repleto de alternativas, belos gols, comemorações divertidas… Foi um jogo ‘old school’, anos 90 mesmo.

E por mais que eu saiba que não temos mais aquele timaço de Djalminha, Rivaldo, Muller e Luizão, foi legal sentir isso outra vez. Pode ser que não sejamos campeões, é impossível que ultrapassemos os 100 gols e é bastante provável que este time tenha altos e baixos. Mas, por essa semana, já me valeu a pena.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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O tempo passa, mas o assunto é o mesmo de sempre, Palestrinos.

Pela enésima vez os últimos anos, o diretor de marketing do Palmeiras será trocado. Já me adianto dizendo que não conheço Rubens Reis pessoalmente, sei que ele teve acertos (Kia Motors) e erros (#WesleyNoVerdao/kit para Chael Sonnen) como qualquer outro que por lá passou, mas este é o tipo de coisa que não ajuda o clube a se desenvolver nessa área.

Ficar trocando de diretor a cada seis meses é amadorismo demais até para a nostra diretoria pra lá de amadora!

Afinal de contas, não é novidade para ninguém que somos um dos piores clubes do país quando o assunto é marketing. E para falar disso é bom lembrar de uma coisa: “marketing” não é somente o patrocínio que vai na camisa, é o conjunto de ações de comunicação que elevam as receitas e a visibilidade da equipe. E o Palmeiras precisa disso tanto quanto qualquer outra equipe de nível internacional.

Dito isso, vou listar aqui apenas alguns exemplos já feitos no mundo do futebol e que poderiam ser aplicados no Verdão:

  • Parcerias variadas: Na Europa, é normal os grandes clubes contarem com 10, 20, 30 patrocinadores, mesmo que só um ou dois desses esteja estampado na camisa. O que eles fazem são contratos menores (cerveja oficial / empresa de telecomunicação oficial / marca de veículos oficial), mas que geram uma receita absurda.
  • TV própria: Tem um custo para ser implantada, é claro, mas se torna um canal extremamente interessante entre clube e torcedores – além de gerar possíveis patrocinadores. A Santos TV, por exemplo, é interessantíssima.
  • Ativação de patrocínio: Isso é básico, mas o clube precisa mostrar a seus patrocinadores que está disposto a ajudá-los. Por que não sugerir algumas ações para a Kia e a Adidas fazerem com atletas históricos, por exemplo? Isso torna o parceiro fiel e aumenta o preço da renovação.
  • Sócio-torcedor: Um clube do tamanho do Palmeiras tem que ter um projeto de sócios decente. O Inter, infinitamente menor que o Verdão, tem mais de 100 mil sócios. Nós nunca tivemos nada aproveitável, é deprimente.
  • Imagem: O marketing também é responsável por ações que melhorem a imagem da instituição Palmeiras. Isso vale desde uma despedida digna para São Marcos até o contato com torcedores ilustres, que gerem mídia, passando pelo intervalo de jogos.

Enfim, são vários os exemplos e várias as motivações a se ter um departamento de marketing estruturado. Falta profissionalização (nada de filho de diretor, de “equipe” com duas pessoas, de seguidas demissões). Ou alguém vai me dizer que o Walter Munhoz e o Pescarmona sabem mais de marketing do que um cara que estudou e é formado?

Acorda, Palmeiras… Acorda senão vamos continuar fazendo vaquinha para trazer jogador.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Empate normal neste domingo, Palestrinos.

Após uma grande jornada na quarta e tantas vitórias consecutivas, é normal que este zero a zero destoe um pouco. No entanto, é bom lembrar, o Palmeiras é um time em formação e altos e baixos são bastante corriqueiros.

A equipe jogou abaixo do esperado, nem Daniel nem Valdivia foram bem, Barcos pecou nas finalizações, a defesa parecia tensa e Felipão foi um pouco cauteloso demais nas mexidas. Agora teremos uma semana inteira para nos prepararmos para o duelo de domingo, diante do Botafogo, em Ribeirão Preto.

E embora não me pareça nada provável que Felipão faça isso, gostaria de registrar aqui uma sugestão para ele: Mestre Felipone, por favor, faça um teste para vermos como se sai o Palmeiras mais ofensivo. Afinal de contas, se perdermos no domingo não será o fim do mundo… Serão oito os classificados, qual o problema em arriscar de vez em quando?

Então, por favor, pegue o jogo de domingo e escale Daniel Carvalho, Valdivia, Maikon Leite e Barcos juntos. Tente, só por 45 minutos! Não estou esquecendo da partida de quarta, pela Copa do Brasil, lá em Maceió. Só quero ver, ao menos uma vez, um Verdão mais ofensivo do que o de ontem.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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