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Archive for 20 de março de 2012

Pouco a falar sobre este lance, Palestrinos.

Lembr0-me apenas de que eu morava no interior de São Paulo e de que não pude ir ao Morumbi porque o jogo foi no meio da semana. Meu irmão, no entanto, morava na capital e me ligou segundos após o gol, repetindo insistentemente: “Meu Deus, meu Deus, meu Deus!!!”.

Era o Torneio Rio-São Paulo do fatídico ano de 2002, metemos 4×2 na bambizada e a dupla Alex/Cristian teve uma noite de gala. Parabéns ao Cabeção pelo tento genial e pelo aniversário de dez anos de uma verdadeira obra de arte.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Não há como negar que começo do ano está fantástico, Palestrinos.

Seguindo uma reação que começou nas últimas rodadas do Brasileiro de 2011, o Palmeiras se levantou, a diretoria resolveu trabalhar, Felipão fez alguns cortes necessários e o nostro time já está invicto há 20 partidas.

Você dirá que boa parte delas foram diante de times inexpressivos, que oferecem pouca ou nenhuma resistência aos grandes. Mas, se fosse tão fácil assim, teríamos ao menos uns dez times invictos no país. É preciso reconhecer as qualidades (e os defeitos) desse Palmeiras/2012.

E a mais óbvia delas é o ataque. Daniel Carvalho e Barcos caíram como luva no setor ofensivo, Maikon Leite voltou a jogar a sua bola e hoje temos o melhor ataque do Paulistão sem precisar tanto da bola parada de Marcos Assunção.

Outro ponto positivo foi a chegada dos laterais Juninho e Artur: com eles, o Palmeiras tem atacado e defendido com mais velocidade, além de ganhar os bons passes do lateral-esquerdo e as cabeçadas certeiras do lateral-direito lá na frente.

A terceira boa nova chega a ser surpreendente e atende pelo nome de João Vitor. Longe de ser um grande jogador, o volante equilibrou a marcação junto com Márcio Araújo e tem ajudado demais o lateral direito da equipe.

Mas é claro que ainda não somos um time pronto.

Nostra defesa tem sofrido demais nas bolas aéreas, ainda faltam opções para o banco (um atacante melhor que Bueno e Fernandão, um volante melhor que Chico e um meia muito melhor que Patrik) e é preciso encontrar uma forma mais ofensiva de jogar quando estivermos atrás do placar.

A verdade é que merecemos a liderança, merecemos a série sem derrotas, mas ainda não temos um time 100% confiável. A única certeza que tenho é a de que, sem ilusões, estamos no caminho certo – queiram os críticos, ou não.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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