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Archive for 26 de março de 2012

Mais um domingo de morte, Palestrinos…

Até quando teremos que dormir com este barulho? Até quando uma pedra, uma bala ou um rojão irão tirar o foco e a alegria do futebol? Até quando esses episódios farão as nostras famílias torcerem para não irmos mais até o estádio?

Ontem foi um palmeirense, amanhã pode ser um são-paulino, um corintiano, santista. A violência não escolhe camisa, ela bate em todos. Dessa vez foi um dos nostros. E, me desculpem pela frieza, mas não sinto dó: ele morreu porque quis, porque foi lá para brigar. Quem briga pode se ferir, é assim que é. O que me deixa chateado são as marcas que o futebol ganha.

O jogo de torcida única já é quase realidade. A opinião pública é essa, a Europa tem feito isso (a torcida do Olympique, por exemplo, não irá até Paris assistir PSG x Marseille) e o caminho está pavimentado. E isso sim é um crime contra o futebol! Porque não há vitória melhor do que a vitória conseguida na casa do adversário. Mas esse é o caminho mais fácil, não é, Ministério Público?

Assim como é fácil banir as torcidas organizadas dos estádios. Até eu – que já cansei de criticar aqui as “desorganizadas” e que acho que elas são, sim, foco de violência – sei que isso não ajudará em nada. O papo é o mesmo desde 1995 e, convenhamos, nada mudou. O que tem qu mudar são as atitudes das autoridades.

Já que se quer copiar modelos europeus, que copie-se os bons então. Ou todos ignoram o que aconteceu na Inglaterra há mais de 15 anos e que mudou o futebol, por exemplo? Cadastrem os torcedores, tenham um histórico deles e, de acordo com o que acontecer, as medidas serão tomadas. Desde uma “suspensão” dos estádios até a prisão.

Outra medida necessária: inteligência. Cacetetes e bombas de efeito moral não resolvem o problema na raiz; o que resolve é a inteligência. Rastreiem telefonemas, analisem as redes sociais, tratem o problema com o tamanho que ele tem. Colocar exército nas ruas para um evento de um mês é fácil, difícil é combater a violência onde ela nasce e onde ela se esparrama.

Enquanto tratarem essas mortes como algo do esporte, nunca chegaremos a uma solução. É hora de acordar, amigos! Esqueam os próprios umbigos e vamos ás ruas!

Siamo Palestra, Siamo Calcio!

ROJAS.

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A derrota chegou, Palestrinos.

E chegou da maneita mais dolorida, diante do Corinthians, em um dérbi com cara de dérbi. Saímos na frente, jogamos melhor durante todo o primeiro tempo e, de repente, sofremos um revés inesperado. No susto, meio aos trancos e barrancos, do jeito que a gentalha costuma fazer as suas coisas.

Acontece. O futebol, graças a San Genaro, é assim. E é justamente por isso que agora não é o momento de cornetar.

Não é hora de condenar Deola por não ter saído do gol.
Não é hora de crucificar nostro “motorzinho” Márcio Araújo.
Não é hora de chamar Barcos de pipoqueiro.
Não é hora de pedir a saída de Valdívia do time.
Não é hora de xingar Felipão pelas mexidas erradas.
Enfim, não é hora de arrumar sarna para nos coçarmos.

Para quê crise após 22 jogos sem derrotas?

Siamo Palestra!

ROJAS.

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