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Archive for abril \23\UTC 2012

De novo, Palestrinos, de novo…

Eu gostaria de estar aqui escrevendo que não me abalei com o jogo de ontem. Mas minha família, amigos e namorada sabem que seria uma grade balela.

Gostaria de dizer que já esperava por mais uma dúzia de falhas bisonhas de um time medíocre. Mas o mau humor estampado no meu rosto revelaria esta mentira incontestável.

Adoraria dizer que é assim, que já estou acostumado. Mas nem uma década de seguidos fracassos me fizeram esquecer o quão vitorioso é e sempre merece ser o Palmeiras.

Teria até um doído prazer em dizer que finalmente desisti. Mas sei que quarta-feira estarei em frente a TV, apreensivo pela bola que rolará em Curitiba.

Por isso, Palestrinos, precisamos fazer algo. Eu não sei o que, eu não sei aonde, eu não sei com quem, mas não é possível que não possamos fazer nada! Não me entra na cabeça que 15 milhões de torcedores apaixonados não possam mudar um cenário tão triste como este que se apresenta.

Entendam de uma vez por todas que estamos indo para o limbo. Com administrações ruins, com técnicos pouco inventivos, com jogadores medrosos, com uma torcida mal tratada pelo tempo e pelo tanto que sofre. Ou achamos uma maneira de salvar o Palmeiras ou vamos ter que contar aos nostros filhos que o time que amam é um mero coadjuvante.

MANDEM SUAS OPINIÕES, IDEIAS E SOLUÇÕES: PROMETO CORRER ATRÁS DE QUEM AJUDE A VIABILIZÁ-LAS.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Argumentos levianos, Palestrinos, até quando?

O da vez veio da boca de Luiz Felipe Scolari, nostro amado Felipão. Segundo ele, a equipe não se sente confortável ao jogar no Pacaembu e, por causa disso, pediu para a diretoria voltar a mandar jogos em Barueri, no Morumbi e até no Canindé. Lamentável!

É claro que nós, os torcedores, preferíamos estar frequentando o bom e velho Palestra Itália. Isso nunca esteve em discussão. Mas acreditar que o time não vence como mandante porque está jogando no estádio municipal é a mesma coisa que acreditar que foram as meias brancas que nos fizeram sair da fila em 1993.

O Palmeiras vai mal como mandante porque não sabe agredir o adversário. Porque entra com 3 volantes, porque os laterais ficam inibidos pelo medo de uma bola nas costas, porque o meia fica sobrecarregado, porque Barcos já virou referência para a zaga adversária… Enfim, vamos mal como donos da casa porque temos medo.

E isso, amigos, é trabalho do Felipão. Isso e definir como a equipe joga, treiná-la, incentivá-la, fazer o melhor que pode dentro de campo. Nunca fora dele. Porque, caso Scolari fosse torcedor, ele saberia o perrengue que é voltar de um jogo marcado para às 22h na Arena Barueri ou tentar chegar às 19:30 no Canindé.

Lá vamos nós, os da arquibancada, sofrer duplamente.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Tudo de novo, Palestrinos…

E nem vou gastar tempo comentando aqui o que aconteceu nos 90 minutos de ontem, porque isso é o de menos. Quero comentar o que está bastante claro: que já faz mais de dez anos que o Palmeiras se conforma em ser qualquer coisa. É o que eu tenho chamado de Síndrome de Pepsi.

Afinal, a torcida quer títulos expressivos, mas só tem um Paulistinha em 2008. Pode ser?

Todos querem um elenco de qualidade, mas só tem o “bom e barato”. Pode ser?

Todos querem uma diretoria minimamente capacitada, mas só tem um bando de velhos caquéticos. Pode ser?

Todos querem o Felipão vencedor de 99, mas só tem um sósia medroso que voltou do Uzbequistão. Pode ser?

Todos querem um grande craque, mas pagamos questionáveis milhões em jogadores pra lá de questionáveis. Pode ser?

Não, Palestrinos, não pode.

Não pode porque somos o Campeão do Século XX; não pode porque tivemos Ademir, Marcos, Oberdan, Dudu, Leivinha, dentre outros; não pode porque somos 15 milhões de apaixonados; não pode porque nascemos de um povo guerreiro e assim devemos ser sempre; não pode porque fomos e temos que ser sempre vencedores.

A Sociedade Esportiva Palmeiras não pode viver a base de “pode ser”.

Mas hoje, vendo uma história que se repete insistentemente há uma década, fica difícil acreditar nas palavras daquela campanha publicitária da Coca-Cola; fica difícil acreditar que tenhamos motivos para acreditar.

Ainda assim e per sempre… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Que fase, hein, Palestrinos?!

Não bastassem as primeiras derrotas e o futebol murcho que andamos apresentando em campo, Wesley – que mal chegou – já vai fazer companhia para Valdívia no departamento médico. Mas antes de você atacar o defender o novo reforço do Palmeiras, entenda uma coisa: a culpa de tudo isso é da nostra diretoria.

Afinal, não tem como condenar o jogador. Afora o lance infeliz de sua lesão no domingo, ele não fez absolutamente nada de errado. Pelo contrário: Wesley foi procurado, manifestou o desejo de vir, ficou treinando semanas sem ter contrato assinado, viu seu nome ser ventilado pela diretoria como “salvador” e abraçou o projeto.

Se existe alguém que tem culpa nessa história toda é mesmo quem gerencia o futebol. E aí entram Tirone, Frizzo, Rubens Reis… entra todo mundo que, mais uma vez, colocou os pés pelas mãos. Porque a contratação de Wesley é boa, isso ninguém discute; o que se discute é como isso foi conduzido. Foi uma sequencia de erros impressionante!

Se não, vejamos:

  • Trouxeram o cara para treinar sem ele sequer ter assinado.
  • Fecharam um preço caro demais por um atleta de razoável para bom.
  • Não estudaram o histórico recente de lesões dele, que é intrigantemente longo.
  • Inventaram um sistema de crowdfunding medonho.
  • Arrumaram um investidor para socorrer na hora do pagamento.
  • Pressionaram o atleta expondo-o a esta demora e impaciência da torcida, pintando-o como craque.

Enfim, são tantos erros que me dá até raiva digitar. Que fique claro que o atleta não tem culpa de nada. Mas, o que começou errado, infelizmente, pode terminar antes mesmo de chegar ao meio. Sem trocadilhos…

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lá vem as especulações de crise, Palestrinos.

Demorou, mas chegou o momento de falar em crise no Palmeiras – para a alegria geral da imprensa. Até concordo que o futebol apresentado na três últimas partidas tenha sido sofrível, mas, calma lá: esses altos e baixos são apenas reflexo do grupo que Felipão tem em mãos.

Se considerarmos a equipe completa, com os 11 titulares, temos uma bela equipe. Não é um dream team, mas está pau a pau com os outros grandes do país. Agora, se levarmos em conta o que acontece quando temos contusões e suspensões… Aí, de fato, a coisa se revela sofrível.

Afinal de contas, Gerley é bem inferior à Juninho; Patrik é infinitamente pior que Valdívia e Daniel Carvalho; Barcos está anos luz a frente de Bueno e Fernandão; Roman e Maurício Ramos ficam atrás de Henrique e Amaro; e assim vai. O Palmeiras tem um belo time, mas tem um elenco apenas mediano. E isso causa altos e baixos mesmo.

Acredito, sim, que Felipão tem sua culpa nisso. Desde que Wesley chegou, por exemplo, a equipe perdeu totalmente a sua cara, tentando se ajustar ao futebol de um atleta fora de ritmo. Algumas mexidas também têm sido infelizes – ou alguém já ganhou um jogo colocando o Chico?

Treinador, diretoria, jogadores… O peso da culpa está dividido entre todos. Mas, sem dúvida alguma, essa oscilação será vista mais e mais vezes durante 2012. Tenhamos paciência e torçamos pela volta da boa fase.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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