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Archive for julho \30\UTC 2012

Mais uma derrota e mais um roubo, Palestrinos.

Perdemos para o Cruzeiro por 2 a 1 e, vejam só, ambos os gols dos rivais foram irregulares: uma falta fora da área em que o árbitro marcou pênalti e uma assistência feita por um jogador que estava em posição de impedimento. Mas é claro que dirão que isso coisas normais do futebol, que acontecem a todo o momento… Alguns até dirão que também não foi pênalti em Maikon Leite – e realmente não foi! -, mas ali foi compensação total de um safado com consciência pesada.

Eu, pessoalmente, odeio este papinho de “teoria da conspiração”. Que tudo é contra o Palmeiras, que isso é proposital, que só nos prejudicam. O fato é que a arbitragem brasileira é ruim. No entanto, temos que concordar que não é normal dois ladrões apitarem nostros jogos seguidamente. Contra o Bahia, na quinta, foi um pênalti contra inventado e um a favor ignorado; ontem, mais dois lances ridículos que nos prejudicaram.

O site Placar Real, que mostra a posição dos clubes no Campeonato Brasileiro segundo os erros de arbitragem, não nos deixa mentir: foram 8 erros contra o Palmeiras. Claro que um erro não justifica o outro e que não é sempre que você deixa de tomar um gol e vence a partida, mas é algo que incomoda demais.

No entanto, sempre que reclamamos, ficamos como os chorões, os que se acham perseguidos, os paranoicos. Pois fiquem sabendo que, contra tudo e contra todos, faremos um campenato digno; aguardem!

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O JOGO
Mais uma vez, o campeão da Copa do Brasil ficou abaixo do esperado. Depender de Patrik e Daniel Carvalho é acreditar no impossível! Já passou da hora de dispensar o elefante que finge ser meia desde o início do ano e começar a montar um time com 3 atacantes, aproveitando ao menos a nostra velocidade para ter volume de jogo.

Barcos voltou bem, Mazinho se esforçou e foi só.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Derrota inesperada, Palestrinos.

E por mais que tenhamos perdido gols e errado na marcação, o que não me sai da cabeça é a péssima arbitragem de ontem. Dizer que ela não influiu no resultado é querer se passar por maluco! O que vimos na Arena Barueri foi uma palhaçada…

Um pênalti não marcado para o Palmeiras – quando Barcos dominou a bola na área e o zagueiro desferiu não um, mas dois toques de mão na bola – e uma penalidade ridiculamente marcada, quando Lulinha simplesmente se atirou no gramado sem nem ter sido tocado. É inadmissível!

E olha que eu achei falta, sim, no gol anulado de Obina… De quebra, o palhaço de apito na boca ainda expulsou Felipão e nos tirou Juninho do jogo do próximo domingo, em Belo Horizonte, diante do Cruzeiro.

Isso é o que acontece quando se escolhe jogar fora da sua cidade, recebendo públicos ridículos, que nem tem como pressionar um juiz cagão como este. O Brasileirão está condenado e boa parte da sua culpa é da sua arbitragem, do STJD e, claro, da CBF.

TROFÉU SÃO MARCOS
Sem Assunção, João Vitor é nostro volante que sobe mais ao ataque e tem feito bonito. Jogou muito bem domingo e ontem, merece o troféu.

TROFÉU RIVALDO
Nulo, Daniel Carvalho já me irritou tanto que eu nem vou explicar.

Ainda assim… Siamo Palestra!

ROJAS.

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Finalmente veio a vitória, Palestrinos!

Depois de bater na trave diante dos bambis e dos coxinhas, metemos logo 3 no horroroso time do Naútico. Que, aliás, deve figurar novamente na Série B no ano que vem, ao lado do irmão recifense e eterno inimigo Ixpórt. O fato é que, de tão tranquilo, o jogo acabou mascarando a superioridade deste time ressurgido do nada.

Porque, verdade seja dita, hoje temos um time cascudo. Jogadores que correm, suam e se esforçam para honrar a nostra camisa, muito embora estejam bem abaixo do que a nostra história merece. É gratificante ver Henriques, Artures, Juninhos e Mazinhos por todos os lados do campo, brigando por cada bola disputada.

E tudo começou naquele dia 13 de junho, no Estádio Olímpico. Que este dia fique gravado em nostrar memórias por muito tempo! O orgulho esté de volta e o Campeão do Século XX renasceu.

TROFÉU SÃO MARCOS
Melhor que Betinho’o, mas abaixo de Barco’os, nostro Eto’Obina estreou muito bem e participou de todos os gols. Naturalmente, o melhor em campo.

TROFÉU RIVALDO
Embora o time todo tenha jogado bem – reparem que até Márcio Araújo marcou! -, volto a destacar a falta de vontade e excesso de peso de Daniel Carvalho.

7.000 EM BARUERI
É isso e assim será. Enquanto a nostra diretoria mantiver os mandos de jogo em Barueri, jamais passaremos dos 10 mil torcedores – salvo um ou outro clássico ou de repente um jogo decisivo da Sul Americana. Reforço: não dá pra culpar ninguém por querer poupar R$100 entre ingresso, pedágio e estacionamento.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Existe vida pós-título, Palestrinos.

E é exatamente com esta vida que temos que nos preocupar. A lista de objetivos não é longa, mas é extremamente importante: se recuperar no Brasileirão, acertar o grupo que irá jogar a Libertadores-2013 e renovar contrato com Felipão.

A recuperação no Campeonato Brasileiro não anda fácil. Para o jogo de amanhã, diante dos coxinhas, lá no salão de festas Paraná, são nada menos que 11 desfalques. Em meio a contusões e suspensões, não teremos um time inteiro e ainda por cima um técnico – já que Felipão também assistirá de fora.

É aí que, infelizmente, me obrigo a falar deste câncer chamado Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Um órgão cego, comandado por uma anta, que simplesmente lê súmula e bate martelo sem nem saber o que é o futebol. Segundo os relatórios liberados ontem, por exemplo, Scolari foi suspenso por aplaudir o árbitro e Valdivia por ter ameaçado jogar a bola no rosto de um adversário e por ter desferido uma pseudo-cotovelada.

Entendam: não é se sentir perseguido; eu só quero que todos entendam o mal que esse maldito tribunal faz ao já tão administrativamente prejudicado futebol brasileiro.

E lá vamos nós para Curitiba tentar nos reerguer novamente contra tudo e contra todos. Na bagagem levaremos ele, o bom e velho Obina, opção de Felipão para compor o elenco. Longe de mim falar mal de Betinho, mas, cá entre nós, o Eto’o soteropolitano tem mais rodagem e corpo para fortalecer nostro ataque.

O outro reforço anunciado é Netinho, meia-esquerdo de 21 anos, contratado por um período de experiência – tal qual seu quase homônimo Betinho. Abaixo você assiste um vídeo do rapaz que, pelo jeito, não é nenhum craque de bola (embora lembre o jeito de jogar do Pedrinho), mas pode ajudar um time que vive de Daniel Carvalho, Felipe e Patrik a sombra de Valdivia. Além disso, antes apostar em um cara “custo zero” do que sair por aí contratando Renatos Cajás e afins.

Vamos, Palmeiras, entrar de vez no século XXI!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Decisão tomada, Palestrinos.

Após a conquista da Copa do Brasil, a Arena Barueri virou a casa oficial do Palmeiras em 2012. E isso foi ratificado ontem, quando dois dos poucos mandos de campo que ainda estavam marcados para o Pacaembu foram transferidos para lá.

“Elementar”, dirá você, a equipe nitidamente se sente a vontade jogando em terras baruerienses. Pois é verdade. O problema, meus caros, é que exceto por jogos decisivos, o público presente aos jogos – principalmente os de meio de semana – será vergonhoso.

No clássico de domingo, por exemplo, tivemos pouco mais de 8 mil pagantes. Contra o Figueirense, foi menos ainda. Domingo que vem, diante do Naútico, a promessa é de 5 mil pagantes – se chegar a isso. Na quinta seguinte, diante do Bahia então…

Daí você dirá que nada justifica. Nem a ressaca do título, nem o frio, nem o trânsito, nem os horários, nem os desfalques, nem nada. Mas, mesmo dizendo tudo isso, se você já foi até lá sabe a dificuldade que é. E não dá para simplesmente ignorar isso com discursos ufanistas.

Primeiro temos a distância. Querendo ou não, são mais de 30km para chegar a cancha da cidade (nem tão) vizinha… é algo considerável!

Segundo, os horários. Se o jogo é às 19:30, não dá tempo de chegar; se é às 21h, você pega trânsito para ir e chega em casa de madrugada; se é às 22h, então, chegar em casa só de manhã e sem transporte público – o que nos leva ao próximo ponto.

É possível chegar a Barueri de trem. No entanto, quando as partidas são transmitidas pela TV e acabam pra lá de meia noite, isso nem sempre é possível. Depende do humor da prefeitura.

Outro ponto que foi um verdadeiro tormento nas últimas partidas é o acesso ao estádio. Vias sempre congestionadas, estacionamentos caros e, claro, uma polícia sempre educada. Foi bastante comum ver portões fechados faltando menos de meia hora para o início das partidas finais da Copa do Brasil.

Assim sendo, Palestrinos, não se assustem se tivermos uma das menores médias de público deste Brasileirão. Eu sei que o aluguel em Barueri é mais barato, sei que o time pediu para jogar lá, mas o torcedor não tem nada a ver com isso. Se ir ao Pacaembu em um dia estafante de trabalho já é complicado, imagine ir até outra cidade.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Empatamos, mas saimos de campo merecendo a vitória, Palestrinos.

Porque quando se alinha um time cheio de desfalques em um clássico e ainda se perde o último dos zagueiros machucado e o melhor dos volantes expulso no início da segunda etapa, não dá para dizer que um simples empate foi justo.

Após a falha inicial de marcação – e do gol do SPFW -, o Palmeiras lutou, tentou, buscou e fez por merecer melhor sorte. Finalizamos o dobro de vezes e demos o triplo se sangue para sair de campo com os 3 pontos. Não é exagero nenhum; quem assistiu o jogo sabe!

E boa parte dessa raça demonstrada dentro de campo veio de Felipão. Nostro comandante substituiu um zagueiro por um atacante, consertou o meio após a expulsão de Henrique e, pelo visto, incentivou a equipe como nos velhos tempos. Garanto que nenhum torcedor deixou a Arena Barueri com a cabeça baixa. E isso, amigos, isso já é uma grande vitoria!

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TROFÉU SÃO MARCOS
Pelo oportunismo e por iniciar 90% das nossas jogadas de ataque, Mazinho merece o prêmio. Destaque também para Juninho e Leandro Amaro, que deve ter feito uns 12 desarmes no jogo e ainda deu o passe para o gol.

TROFÉU FABINHO CAPIXABA
João Vitor não marcou, não armou e não ajudou em nada. E quando alguém é mais inoperante que Márcio Araújo merece o prêmio inglório.

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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Observem bem esta foto, Palestrinos.

Este senhor com o punho cerrado, soltanto o grito que estava entalado, com os olhos de quem está possuído por uma força maior… Isso é Felipão!

Um cara que trabalha demais. E que, assim como nós, andava desiludido com este time. Eu mesmo pedi que ele jogasse o boné este ano. O velho Scolari andava apático, calmo, burocrático; estava sendo tudo o que ele não é – e nós sabemos bem disso.

Mas quis o destino que, no dia seguinte da nostra vitória épica no sul, eu encontrasse Felipão por compromisso profissional. Não que eu tenha conseguido esconder a empolgação e a alegria de criança ao vê-lo caminhando em minha direção, mas ali eu reparei que algo havia mudado.

Ele chegou aliviado, mas mordido. Disse que estava merecendo as críticas, que havia cansado de escutar balela e que o jogo do Olímpico seria um divisor de águas. Contou que pediu ao Marcos para fazer a preleção pré-jogo e disse que escalou aquele time com Henrique de volante sem nem sequer treinar a formação. Tem coisa mais Felipão que isso?!

Luiz Felipe disputou 29 finais e ganhou 18. Pelo Palestra, conquistou simplesmente algumas das maiores glórias que temos (uma Libertadores e duas Copas do Brasil) e cansou de nos dar alegrias. Nas palavras de Valdivia, “ele é a cara do Palmeiras”.

Por isso, Felipão, lhe peço desculpas. Se algum dia te mandei embora, foi da boca pra fora.

Fica pra ser campeão!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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