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Archive for setembro \21\UTC 2012

Palestrinos, há poucos dias atrás eu escrevi um desabafo polêmico.

Cansado de ver o nostro amado clube tratado como lixo por dirigentes que se sucedem no comando, sem mudar nada, propus que fundássemos um novo Palmeiras. E me excedi, confesso. A ira que tomou conta de mim me fez escrever tal utopia. Por outro lado, está claro que só nós, os torcedores que realmente vivemos pelo Verdão, iremos salvá-lo.

Por isso estou propondo algo muito mais simples: que todos contribuam com novas ideias pelo bem do Palestra. Somos 15 milhões de médicos, advogados, empresários, jornalistas, publicitários, estudantes e tantos outros profissionais capacitados por todo o mundo. Por quê não ajudarmos o Palmeiras também com o nostro lado racional?

Nostro lado irracional, de malucos apaixonados, já mostramos todos os dias – seja em casa ou nas arquibancadas. Chegou a hora de colocar para fora também a nostra inteligência.

Hoje a noite, às 22h, darei uma entrevista no programa Fanáticos por Futebol da Rádio Bandeirantes falando do projeto SOS Palmeiras: um coletivo de ideias que nós, torcedores, vamos dar e que eu me comprometo a tentar levar para a nova diretoria do Palmeiras em 2013. O site está sendo feito e, assim que entrar no ar, aviso vocês.

Tenho certeza de que a salvação da Sociedade Esportiva Palmeiras está na torcida. Foi assim há 70 anos, na Arrancada Heróica, e assim será também agora. Somos nós quem vamos levar o Verdão de volta ao rumo das glórias!

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Lançamento do projeto, no Programa Fanáticos por Futebol, da Rádio Bandeirantes: http://www.radiobandeirantes.com.br/audios_rb/12_09/120921_fan_podcast.mp3

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Hoje eu acordei, dei de cara com duas camisas do Palmeiras no varal de casa, abaixei a cabeça e segui reto e rápido pela cozinha. Mas, naqueles poucos segundos que fiquei observando-as, me bateu uma tristeza profunda.

Ambas são praticamente idênticas, titulares, recebidas como presente de aniversário por pessoas que eu amo. A pequena diferença é que uma tem o escudo de campeão da Copa do Brasil e a outra ainda não – o que me fez lembrar dolorosamente do título conquistado a apenas dois meses.

Quando ganhamos a taça, me lembro de bradar por todos os cantos que a fase havia mudado. Ledo engano; a fase (ruim) desgraçadamente continua. Ontem foi a derrota que eu menos senti na história do dérbi. Logo eu, sempre otimista, pela primeira vez na vida assisti a um clássico calado, apático, abnegado. Não abri a boca, não reclamei, não elogiei.

O Palmeiras, que já não tinha tanta qualidade técnica nem um emocional apurado, agora também é um time sem comando. Querendo vocês ou não, Felipão era o melhor comandante. E não tem Narciso, Jorginho, Leão ou Kleina que salvem o time agora. Fico feliz por ver o comportamento da torcida ontem e por falar com palestrinos que ainda acreditam; mas eu, sinceramente, já joguei a toalha.

Aquelas camisas vão continuar indo e voltando para o varal porque nunca as deixarei de usar. Da mesma forma seguriá a minha tristeza, estampada na janela do meu rosto todos os dias, por muito tempo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Chega, Palestrinos, não dá mais!

Cansei de passar vergonha.
Cansei de ver derrotas ocasionadas por idiotas.
Cansei de ver o Palmeiras nas mãos de crápulas.
Cansei do Palmeiras não ser mais meu, seu, da torcida.
Por isso eu vos proponho uma ideia radical: vamos fundar um novo Palmeiras!

É isso, nem você nem eu estamos loucos: vamos fundar uma nova Sociedade Esportiva Palmeiras do zero. Afinal, do jeito que está, só um incêndio resolveria o nostro problema. E, como sou totalmente contrário a violência, cheguei a essa solução.

Antes de qualquer coisa, peço que assistam a este vídeo:

Pois bem, é exatamente essa a minha proposta. Já que estes cânceres malígnos que moram em nossa entranhas desde sempre nunca vão largar o osso – e será impossível limpar a nostra diretoria -, criemos um Palmeiras verdadeiramente nostro. De cara e alma renovados.

Convoquemos todos os apaixonados – inclusive os notáveis: São Marcos, Ademir, Joelmir Beting, todos! – e façamos uma assembleia apenas para decidir como isso vai acontecer. Como iremos chamar, onde levantar dinheiro, onde jogar, com quem começar em campo… Vamos renascer com a alma do Palestra Itália de 1914, contra tudo e contra todos.

Pouco me importo em estar na 8a divisão se o Palmeiras voltar a ser da nostra torcida!

Sugestões, por favor, nos comentários.

MAIS DO QUE NUNCA: SIAMO PALESTRA!

Henrique Rojas.

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48 minutos do segundo tempo, final de jogo no tenebroso gramado de São Januário: Vasco 3, Palmeiras 1. Outra derrota de um time que, passa o tempo, não consegue reagir. Uma mistura de raiva e tristeza deixam o sabor amargo do pessimismo na boca.

E nem tem como ser diferente. Se depois da partida diante do Sport vislumbrávamos ao menos 2 pontos fora de casa, as duas derrotas bastante similares (fora de casa, por três gols, com gols bobos perdidos e sofridos) se incumbiram de tirar qualquer força de quem ama o Palmeiras.

Quem diria, aquele título tão comemorado 2 meses atrás nos custaria tanto sofrimento. Lesões, suspensões, preguiça, previsões exacerbadas, festa em demasia… Todos foram convidados para a comemoração da Copa do Brasil e hoje convivem com a pressão e o desespero que rondam pelo Palestra.

Eu vejo mais uma falha de um zagueiro, mais um passe errado de um meio-campo, mais um chute torto de um atacante e chego a conclusão de que tanto faz qual é o nome dele. O problema do Palmeiras tem sido ele mesmo. E isso nos custa não somente derrotas quanto sofrimento. O sono não vem, o humor não melhora, até doente eu fico!

Hoje, palestrinos, sinceramente me encontro sem forças. É óbvio que irei assistir ao dérbi no domingo, mas confesso estar pessimista como nunca estive em toda a minha vida de torcedor. E, ao contrário de outros tempos, não me sinto nem um pouco culpado; a culpa é destes crápulas que nos representam dentro e fora de campo sem a menor noção do que é ter 15 milhões torcendo pelo melhor.

Que San Genaro, São Marcos ou o Divino nos salvem do pior.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu voltei a apoiar o Felipão quando vencemos o primeiro jogo contra o Grêmio pela Copa do Brasil. Também defendi o Valdivia e elogiei a postura do time dentro do campo nas partidas que nos deram o título.

Argumentei a favor dos jogadores quando os resultados não vieram. Apontei o dedo na cara da arbitragem pelos erros que ajudaram a nos colocar nessa posição. Reclamei, inclusive, do efeito suspensivo que o Bernard conseguiu, uma vez que fizemos o mesmo para ter o Henrique em uma final nacional e não recebemos o mesmo tratamento.

Mas – e este “mas” é o que cabe – agora chega! Não sei quanto a vocês, mas a imagem que ficou na minha cabeça após a partida de ontem foi o terceiro gol. Que cazzo foi aquilo? O time que venceu a Copa do Brasil não o tomaria.

Para sair logo desta situação, precisamos jogar o Brasileiro como se fosse um mata-mata. Pensando nisso, fiz uma breve lista do que deu certo na Copa do Brasil e pode ser reaproveitado agora:

Ousadia tática.

O Felipão não ganha 700 cruzados mensais para fazer o arroz com feijão. Na Copa do Brasil, ousamos com o Henrique. Precisamos aprender a surpreender nossos adversários mesmo com o elenco que está aí. É possível e eu falarei sobre isso em outros posts.

Coração na ponta da chuteira.

Cada bola tem que ser dividida como se fosse a última. Ou ninguém se lembra do sacrifício que esse time fez para ser campeão?

Vencer bem, especialmente em casa.

Se fizermos isso, ficaremos mais próximos de alcançar nosso objetivo. E aqui vale ressaltar que tudo pode fazer a diferença, incluindo o saldo de gols.

Novos contratados em campo.

Embora o Mazinho tenha caído de rendimento, ele foi muito bem na Copa do Brasil. O Tiago Real mostrou ter personalidade e nosso time está precisando disso.

A torcida já se mobilizou e está fazendo sua parte. Agora acabou a brincadeira: o mata-mata começou.

Elton Reale

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Quem é Elton e que cazzo ele está fazendo aqui?

Post a post, vocês conhecerão o meu estilo. Um pouco mais revoltado, mais ácido, mais inconsequente e menos analítico. Pensem em mim como a voz da consciência que pede para invadirmos o campo e quebrarmos a cara do juiz. Pensem em mim como a resistência italiana que existe em cada um de nós: apaixonada, às vezes irracional e sempre disposta a defender nossos semelhantes.

O que sentimos na arquibancada, durante os 90 minutos de um jogo, inspirará as minhas palavras. Mas os leitores do Siamo Palestra não precisam se desesperar: haverá espaço para os 15 minutos de sobriedade entre um tempo e o outro, quando tentamos ser mais analíticos e racionais. Além disso, o Rojas continuará fazendo o bom trabalho que trouxe este blog até aqui.

Muito prazer. Meu nome é Elton Reale e será uma honra dividir com vocês as minhas alegrias e angústias de ser um palmeirense nada moderno.

SIAMO!

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O Palmeiras jogou bem, mas…

… jogou com o time reserva.
… deu azar.
… o goleiro pegou tudo.
… foi prejudicado pela arbitragem.
… falhou quando não podia.
… teve muitos desfalques.
… perdeu muitos gols.
… errou muitos passes.

Que atire a primeira pedra quem aqui nunca soltou uma das frases acima nos últimos 3 meses. E, embora elas quase sempre sejam verdade, não dá mais para ser o time do “mas”. Desde que o Brasileiro começou temos muitos poréns e poucas certezas.

Na situação que estamos isso é um verdadeiro tiro no pé. Temos 13 derrotas e apenas 5, eu disse CINCO, vitórias em 23 rodadas, é algo inadmissível até para os padrões de um Atlético Goianiense! Somos o Palmeiras, se lembram? Temos ainda 15 rodadas pela frente e, para fazer uma conta bem clara, 8 vitórias nos salvam da degola.

Chega de mas, poréns, contudos e todavias. Vamos nos erguer, Palmeiras! Contra tudo, contra todos e contra qualquer estatística que, hoje, pareça uma certeza. Na quarta tem outra final; pra cima do Vasco!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma rodada frustrante, Palestrinos.

Enquanto nanicos do futebol como Sport, Bahia e Ponte Preta somaram pontos em casa, o Palmeiras seguiu a sua cina de complicar jogos fáceis. Empatamos sem gols com o Grêmio, mesmo jogando no Pacaembu e com um homem a mais em campo desde os 15 minutos de jogo.

Agora, são vergonhosos 17 pontos em 21 rodadas disputadas – o que nos dá um aproveitamento patético de 27% dos pontos disputados. E, sim, há motivos para desespero. Porque se é verdade que não temos um elenco pior que muitas das equipes que estão a nossa frente, é verdade também que o futebol apresentado não nos permite imaginar uma recuperação a curto prazo.

E fazendo uma projeção ainda mais desumana, as próxima 5 rodadas são dureza. Exceto pelo duelo diante do fraquíssimo Sport na quinta (embora já tenhamos perdidos pontos para outras tranqueiras piores), teremos Galo, Vasco e Botafogo fora, mais Curintia “em casa”.

Se existe alguma coisa que pode nos salvar, essas coisas são a força da nostra camisa e a voz das nostra torcida. É acreditar nisso e apenas nisso!

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Pouco a falar sobre o jogo de sábado, só vou destacar 3 pontos:

  • Chupa, Judas, seu otário!
  • Deus nos ajude sem Barcos nas próximas rodadas.
  • E não dá pra contratar jogador em um dia e colocar para jogar no outro, ao menos que seja um craque. As entradas recentes de Corrêa e Tiago Real só revelam desespero por parte de Felipão e ainda deixam os jogadores que já estavam no elenco insatisfeitos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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