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Archive for outubro \28\UTC 2013

Nós voltamos, Palestrinos.

Pela segunda vez e sem jamais, de fato, ter ido. Mas voltamos.

Sem festa, sem frenesi e sem fechar avenida. Mas voltamos.

Sem barulho, sem badalação, sem embalar. Mas voltamos.

E voltamos porque somos Palmeiras. Não porque tivemos um time melhor, não porque os adversários eram fracos demais, nem porque era obrigação. Não voltamos porque a torcida abraçou o time e o time abraçou a torcida; voltamos porque o Palmeiras nos abraça.

Voltamos porque, por mais que as estatísticas frias e cegas nos rebaixem dizendo que fomos, que caímos e que cairemos de novo se nada mudar, a força e história de uma Societa Sportiva Palestra Italia é muito maior do que números e opiniões.

Voltamos dentro de campo e voltamos também fora dele. Somamos pontos e vitórias suando em campo, mas somamos ainda mais alegrias e esperança de um futuro melhor vendo tantos sorrisos moleques de crianças e adultos na arquibancada.

(E nem venha me dizer que meia dúzia de imbecis picharam, xingaram e cobraram, porque, acima de tudo, eles não são Palmeiras. Nós – os que entendem as limitações, apoiam as mudanças e torcem o coração até ele virar o mais forte dos músculos – é que somos.)

Voltamos porque aqueles números na camisa – seja ela amarela, verde ou branca – dizem pouco ou quase nada se comparados ao escudo que fica no lado oposto do manto. Pelas cores, pela bandeira, pela crença, pelo credo, pela dor e pelos cantos. Voltamos porque, em bem da verdade, quem foi Seleção Brasileira jamais será segundo segundo escalão.

Voltamos porque somos grandes, gigantes, imensuráveis. E porque se a dureza do prélio não tarda, temos certeza de que nostro Palmeiras estará no ardor da partida, transformando a lealdade em padrão. Voltamos, Palestrinos, porque sabemos levar de vencida e mostrar que, de fato, somos campeões. Volta, Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Ano acabando, acesso chegando e a discussão da vez é Gilson Kleina, Palestrinos.

Confesso que não acho ele assim tão ruim – embora tampouco o ache bom. Na minha opinião, neste ano ele fez o que dele se esperava: uma Série B sem sustos. Muitos dirão que as eliminações no Paulista e principalmente na Copa do Brasil foram vexatórias, mas um elenco medíocre está sempre preparado para ter altos e baixos – foge das mão do técnico, seja ele quem for.

O ponto é que nenhum nome disponível no mercado é animador e, se é para gastar dinheiro, prefiro que a diretoria pense primeiro no time. Precisamos de  laterais em ambos os lados do campo (saravá Juninho, Wendel e Fernandinho!), ao menos um bom zagueiro (André Luiz e Tiago Alves são zero confiáveis), um meia que tente substituir Valdivia a altura e ao menos um bom centroavante para fazer sombra a Alan Kardec (que, hoje, é o ponto de equilibrio do time).

Percebam que não são poucas as deficiências. Na Série B nadamos de braçada porque o nível realmente é baixo, mas para 2014 é preciso melhorar – e todos sabemos que não é fácil conseguir reforços, ainda mais com um caixa defasado como o nostro. Logo, peço que nostra diretoria foque na melhora da equipe.

Afinal de contas, de que adianta pagar milhares de reais a um técnico – seja ele quem for – se a equipe continuar limitada? Ouço nomes como Luxemburgo e Abel, ridiculamente caros e ultrapassados, outros como Jorginho e Guto Ferreira, inexperientes e insignificantes… tudo que ouço me faz pensar que não são estes os caras que vão fazer a diferença no ano que vem. Quem fará a diferença será um Cleiton Xavier, um Luis Ricardo, peças que cheguem para jogar e ajudar dentro de campo.

De novo, concordo que Kleina tem lá seus vícios. Mas, se for mesmo para mudar, que deixem nosso banco vazio.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu, como todo e qualquer palmeirense, adoraria ver o time jogando ofensivamente. Mas, infelizmente, caros Palestrinos, o melhor que podemos fazer hoje é usar três volantes.

Sim, eu sei que você torceu o nariz. Eu também já torci por diversas vezes. A verdade, no entanto, é que o time funciona melhor assim. Não temos Iniesta, Xavi, Messi e Neymar para fazer quadrado mágico; não temos Di Maria, Cristiano Ronaldo e Benzema para jogar na velocidade; tampouco contamos com Silva, Agüero e Dzeko… somos o medíocre Palmeiras da Série B.

O jogo de ontem, diante do Oeste, foi apenas mais um de uma série de partidas em que o Palmeiras jogou razoavelmente bem e correu poucos riscos. Afinal, sem um primeiro volante de formação e visando dar liberdade aos três jogadores de frente (Valdívia, Leandro e Kardec), o trio Araújo-Charles-Wesley vem alternando subidas e descidas e segurando bem a bronca.

Caso Eguren entre no time – e eu nem sei se deveria, já que ele sempre joga poucos minutos tanto aqui quanto na seleção uruguaia -, podemos pensar em Mendieta ou mesmo mais um ponta (Ananias ou Serginho, já que o Vinícius será eterno jogador de banco). Mas isso é suposição, só o Kleina deve saber porque o gringo não joga.

Hoje, entretanto, o 4-3-1-2 é a melhor saída. O time mais eficiente que podemos ter passa por Fernando Prass; Luis Felipe, Vilson, Henrique e Wendel; Araújo, Charles e Wesley; Valdívia; Leandro e Alan Kardec. Goste você ou não, goste eu ou não.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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