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Archive for 17 de março de 2014

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Caros Palestrinos, o Siamo está de casa nova.

Após cinco anos funcionando nesse endereço aqui do WordPress, fomos convidados pelo pessoal do Siga Seu Time para integrar oficialmente a rede de blogs do Siga Palmeiras. Ou seja, agora o Siamo Palestra pode ser lido no endereço http://siamopalestra.sigaseutime.com.br/

Continuamos o mesmo Rojas e o mesmo Elton, continuamos postando sempre que podemos e, acima de tudo, continuamos Verdão nas letras e na alma.

Sejam bem vindos a nossa nova casa!

Siamo Palestra!

ROJAS e ELTON.

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Finalmente Rivaldo se aposentou, Palestrinos.

E se a simples notícia da sua aposentadoria já mereceria um post aqui no Siamo, a necessidade de uma homenagem aumenta ao lembrarmos a importância que o meia teve em nostra reconstrução nos anos 90.

Rivaldo chegou a Academia em 1994, ano seguinte ao título Paulista que encerrou a nostra fila de 17 anos. E foi determinante para o bicampeonato do Paulista e do Brasileiro, que determinaram de vez a nostra mudança de mentalidade. Se os anos 80 haviam nos deixado com aquela imagem de que nunca venceríamos, foi a partir de 94 que acreditamos que poderíamos vencer sempre.

Alto, desengonçado e habilidosíssimo com a perna esquerda, Rivaldo nos ganhou rapidamente. Algo nada usual para alguém que chegou diretamente do Corinthians, diga-se de passagem, mas totalmente justificável por sua aversão crônica as câmeras e microfones. Quem fala pouco não se compromete – e Rivaldo sempre levou isso ao pé esquerdo da letra.

Dentre seus grande momentos com a camisa do Palestra estão os dois gols na final do Brasileiro de 1994 e as inúmeras jogadas mortais tramadas ao lado de Djalminha, Muller e Luizão em 96. Seu sucesso foi tanto que, dois anos após chegar, ele se foi para a Espanha brilhar ainda mais. O resto da história nós conhecemos: La Coruña, Barcelona, Milan, Seleção Brasileira… sempre com títulos, sempre com gols, sempre quieto e decisivo.

Nem suas passagens desastradas e tardias por São Caetano, Mogi e SPFW apagaram o brilho de uma carreira perfeita. É comum ouvir que, tivesse ele um pouco mais de “marketing”, teria sido muito mais rico e famoso – o que pode até ser verdade. Mas quem fala com os pés não precisa falar para as câmeras. E os pés de Rivaldo, bem como sua cabeça, gritaram em alto e bom som por 20 anos.

Obrigado, Rivaldo! Aproveita pra descansar bem quietinho na sua Recife amada.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Em 2014 o espanhol virou oficialmente nostro segundo idioma, Palestrinos.

Com as constantes presenças de Valdívia, Eguren e Mendieta entre os titulares (além do sempre lesionado Victorino), os sul americanos estão em peso na Academia. A ideia é boa, já que os atletas dos países vizinhos costumam sair bem mais em conta que nostro produto nacional. Na verdade, sempre foi assim: lembremos de Arce, Asprilla, Rincón e tantos outros que envergaram o manto verde mostrando qualidade.

O problema é que, do elenco de hoje, poucos têm se saido bem. A exceção de Valdívia – que tem qualidade inquestionável, mas este ano em especial vem jogando muita bola -, os gringos tem deixado a desejar.

A começar por Eguren. Ex-jogador de seleção uruguaia reconhecido por sua raça e entrega dentro de campo, o volante pouco fez até agora. Ano passado se lesionou muitas vezes e, agora, mesmo com uma sequência de jogos dada por Gilson Kleina, ele ainda não provou que deve ser titular. Embora tenha boa presença física, Eguren tem se revelado lento demais e ainda mais limitado quando tem a bola nos pés. É normal vê-lo errando passes de três metros e, embora marque alguns golzinhos, isso explica a quantidade de vezes que é substituído. A torcida gosta dele, tem o triplo de paciência que tinha com Márcio Araújo, mas, se é verdade que o camisa 5 foi um grande jogador, hoje já não é mais.

Mendieta é outro que torcemos pra engrenar, mas ainda não engrenou. Com bom toque de bola e razoavelmente habilidoso, o paraguaio é o constante reserva do meio-campo. Seja como meia ou segundo volante, ele já marcou gols importantes na Série B e neste Paulistão, contudo costuma se apequenar quando a responsabilidade de armar é toda dele.  Sempre se sai melhor entrando no segundo tempo ou jogando ao lado de Valdívia. Quando começa os jogos costuma decepcionar, mostrando desatenção e deficiência física.

Já Victorino ainda não sabemos o que esperar. Na verdade todos sabíamos do histórico de lesões dele e, sua presença constante no DM, revela que o Cruzeiro fez um grande negócio empurrando ele para nós. A torcida é que ele, ao menos, consiga entrar em campo um dia.

Ou seja: embora o Mago seja nostro melhor jogador, os outros gringos estão devendo ao Verdão. O que só aumenta a nostra saudade de Arce, Rincón, Asprilla e tantos outros hermanos que renderam bem demais com o manto alviverde.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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