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Archive for 2 de abril de 2014

Cada um tem os ídolos que merece, Palestrinos.

Eu eu, nascido na década de 80, tenho orgulho de ter em Edmundo um dos meus. Atacante narigudo e agressivo que veio do Vasco a peso de ouro na época, ele sempre foi exatamente o que seu apelido sugere: um Animal.

Instintivo dentro e fora de campo, Edmundo foi um dos atletas em que eu mais vi a tal sede de vencer. Não pulava em dividida, não fugia de briga, nem aceitava que alguém o deixasse para trás. Rápido, habilidoso e letal com a perna direita, foi o terror de todos os zagueiros da década de noventa.

Para completar, ele foi um dos grandes símbolos do renascimento do Palmeiras. Chegou no início de 1993 – quando estávamos há 17 anos na fila – e deixou o clube em 1995, com nada menos que 5 títulos: um bicampeonato Paulista, um bicampeonato Brasileiro e uma Copa Rio-São Paulo. De quebra, foi um dos raros jogadores que souberam colocar em campo a eterna vontade das arquibancadas de jogar qualquer partida contra o Corinthians como se fosse a última de nostras vidas.

Instintivo como sempre foi, errou ao sair para o Flamengo em 1995, mas ainda voltou para nos dar alegrias em 2006. Foram 88 gols, um incontável número de dribles e mais uma balaiada de confusões (o supercílio de André Luiz que o diga), expulsões (eu lembro bem de umas 3, pelo menos) e julgamentos atabalhoados (como quando chutou uma câmera no Equador, na Libertadores/1995).

O que importa é que Edmundo é nosso. E hoje, completando 43 anos, merece os parabéns de todos que cansaram de comemorar seus feitos. Dá-lhe, Nariz! Au au au, Edmundo é Animal!!!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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