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Archive for maio \29\UTC 2014

Sim, Palestrinos, conseguimos perder para o Botafogo.

Toda aquela empolgação pós três vitórias seguidas no Brasileirão ruiu depois de perdemos duas seguidas para Chapecoense e Botafogo. Ambos, por sinal, são cadidatíssimos ao rebaixamento este ano. E isso é um belo panorama de como precisamos melhorar durante a parada para a Copa.

Ricardo Gareca e seus auxiliares hermanos provavelmente já perceberam que se não se cuidarem, la vaquita se va al brejo. Por isso resolvi criar um guia prático do nostro elenco para que eles entendam mais rapidamente o que estão vendo dentro do campo.

GOLEIROS
Prass é o titular, Fábio é o reserva imediato e, para não depender de um goleiro de 17 anos para a reserva, sugiro reincorporar Deola ao elenco. Bruno tem que ser emprestado e é bom observar como anda Raphael Alemão no interior.

LATERAIS
A esquerda está bem servida: tem 3 opções, sendo que William Matheus é mesmo o titular, enquanto Juninho e Victor Luís ficam atrás. Já na direita a situação é complicada: Wendel é volante de origem, mas quebra o galho na lateral e Bruno Oliveira é jovem e está lesionado há séculos; portanto é preciso contratar.

ZAGUEIROS
Sendo direto: Lúcio é titular absoluto, Marcelo Oliveira é volante (acreditem), Wellington teve uma boa fase, mas caiu demais, Tiago Alves não tem nível para o Palmeiras, enquanto Victorino e Thiago Martins estão lesionados desde sempre. É preciso contratar!

VOLANTES
Renato e Wesley vêm jogando com maior frequência. Marcelo Oliveira rende mais nessa posição do que na defesa e Eguren, embora esteja na seleção uruguaia, nunca demonstrou merecer a titularidade da equipe. Bruninho é uma incógnita e, pelo amor de San Genaro, se livrem do Josimar. Sério. Ainda hoje.

MEIAS
Valdivia é o único que, de fato, pode usar a 10. Mendieta nunca rendeu o esperado, Felipe Menezes é uma piada Bruno César pode ser ótima solução se entrar em forma, Marquinhos Gabriel é habilidoso (mas sempre jogou de ponta) e Bernardo parece boa opção para o segundo tempo.

ATACANTES
Leiam com atenção: exceto por Henrique, não temos atacantes. Mesmo. Leandro vem sendo um fracasso em 2014, Diogo melhorou demais (embora ainda se destaque mais pela vontade do que pelos gols), enquanto Mazinho e Patrick Vieira jogam na mesma faixa do campo e oscilam demais. Atenção: Miguel e Rodolfo não são opções.

Enfim, hermanos, as dicas são essa. Não sou dono da verdade, mas posso garantir que assisto a muito mais jogos do que 90% da nostra diretoria. Confiem no que está aqui e peçam que Paulo Nobre abra a carteira de leve nos próximos dias.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Veio a derrota, Palestrinos.

Não quer tenha sido inesperada, longe disso. Quem acompanha o Verdão sabe que as quatro vitórias seguidas são tão possíveis quanto quatro derrotas de uma só vez. E mora aí o maior desafio da nova comissão técnica: transformar um time limitado e esforçado em um time limitado e competitivo.

Hoje é impossível apostar em um resultado antes do Palmeiras entrar em campo. De vitórias seguras a derrotas retumbantes, tudo é possível.

A primeira coisa que Alberto fez ao assumir a equipe interinamente foi definir um esquema tático e os 11 titulares da equipe. E todos viram que foi a coisa certa a se fazer. É mais fácil e prático analisar a evolução da equipe quando se sabe quem joga aonde e quais são as opções para cada posição. O problema é que times medíocres tendem a sofrer quando precisam de alternativas.

Quando Wendel vai mal, entra quem? Se Lúcio cansa, quem entra? Felipe Menezes e Mendieta são mesmo arquétipos do que queremos com a nostra camisa 10? E quando Henrique estiver fora, quem vai fazer os gols?

As dúvidas são muitas e as respostas ainda são desconhecidas. É preciso ao menos mais três contratações, além de dar uma boa olhada para a base e ver se realmente podemos utilizá-la agora (afinal, se nada for aproveitável, não adiante forçar). Missão complicada para Gareca, Alberto e toda a comissão técnica resolverem.

Temos 45 dias pela frente até o Brasileirão engrenar de vez. Vamos apostar no trabalho que queremos ver.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Outra vitória, Palestrinos!

A quarta seguida, quem diria, aliviando o clima pesado de desconfiança que já ameaçavam a paz da equipe e nos colocando no G-4. Sorte a nostra, sorte a de Nobre e mais ainda sorte de Ricardo Gareca, nostro novo treinador, que deve assumir o time em boa situação pouco antes da parada para a Copa do Mundo.

No entanto, como bom palmeirense que deseja o total sucesso do treinador argentino no Verdão, me sinto no direito de dar algumas dicas para ele. Afinal, ajuda nunca é demais.

  • No Palmeiras, a boa fase vai embora embora em 90 minutos: Pouco importa o quão bem o time esteja. Se perder clássico, levar goleada ou for eliminado até de torneio de truco, o bicho pega. É bom manter o time ligado.
  • Estamos somando pontos para não tomar sustos: Sim, o nível do Campeonato Brasileiro está beirando o ridículo. Mas pensar em título com este elenco é sonhar demais. Nostra primeira metade de turno traz uma tabela mais fácil e, por isso mesmo, vale ganhar tudo o que pudermos para não tomar sustos depois.
  • Precisamos de reforços, e rápido: Marcelo Oliveira não é zagueiro, Wendel nunca foi confiável, Mendieta não aguenta ser o armados da equipe e Henrique – que chegaria para o banco de Kardec – não tem reserva.
  • Tenha um time que corra e terá a torcida: Sei que isso parece comum a todas as torcidas, mas não é. Quem já esteve no Palestra ou no Paca lotado sabe que a massa é capaz de virar um jogo depois de um carrinho bem dado.
  • Dê chances a base, mas aposte também nos olheiros: Historicamente, a base do Palmeiras nunca foi o maior recurso. Mesmo os jovens que brilharam com o manto verde vieram de equipes do menores e/ou do interior do estado. Abra os olhos para torneios juniores.
  • Gringos são bem vindos: Poucas torcidas recebem tão bem estrangeiros quanto a nossa. Portanto, vá atrás de bons negócios e os traga para brilhar aqui.
  • Goleiro a gente faz em casa: Bruno deu ruim, Deola deu azar, mas Fábio provou que continuamos bem neste quesito. Confie em Orbedan, Leão, Velloso e São Marcos.

Enfim, poderia dizer até mais, mas este é o básico. Boa sorte ao nostro novo comandante e que, ao seu lado, possamos gritar “campeón” muitas e muitas vezes.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Eu entendo as críticas a Paulo Nobre, Palestrinos.

Inclusive eu mesmo o critiquei aqui quando perdeu Alan Kardec por uma miséria. Mas quando a demora para a escolha do novo treinador estava prestes a me desanimar de vez, surge Mustafá Contursi e nos lembra de que poderíamos estar MUITO pior em outras mãos.

Afinal, a frase proferida pelo Sapo Gordo ontem foi de uma ignorância sem tamanho. Do alto de sua empáfia e de seus 200kg, nostro ex-maldito-presidente fez a seguinte afirmação: “Gestor profissional é para grandes empresas, não para clubes em dificuldade”. (Ou, em outras palavras, “Eu preferia no meu tempo, quando mandava, desmandava e roubava sozinho”.)

É óbvio que um clube de futebol minimamente organizado precisa de gestores. E quanto mais profissionais, melhor. A grande armadilha nesta crítica feita diretamente a Brunoro é que Mustafá não percebeu que, ao dizer isso, defende o amadorismo. Retorna aos tempos em que velhos italianos comandavam o Palmeiras sem ser importunados por ninguém, nem ao menos uma pequena e sufocada oposição (sem nem falar que boa parte do “clubes em dificuldade” foi causada por ele próprio.)

Eu e toda a torcida do Verdão esperamos, de coração, que esse tempo tenha acabado para sempre. Seja nas mão de Paulo Nobre ou de qualquer outro presidente minimamente bem intencionado.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Uma vitória é sempre uma vitória, Palestrinos.

E contra isso não há objeções, ainda mais quando se triunfa fora de casa. Mas quem acompanhou os quase 100 minutos de Palmeiras e Vitória, ontem, em Pituaçu, foi torturado por um dos piores jogos de futebol da história.

Os dois times protagonizaram um festival de passes errados, cruzamentos bizarros e perda de posse de bola como há muito tempo não se via. Nem vou falar o que aconteceu do lado de lá, mas, do nostro, parabenizo Lúcio e Wesley por errar 100% das tentativas de passes que fizeram, além da genial atuação de Marcelo Oliveira – que driblou atacantes dentro da área por três vezes.

Salvou-se, enfim, a atuação mais do que segura de Fábio, os lampejos de Marquinhos Gabriel e a vontade e entrega de Henrique (que dessa vez não marcou, mas correu o tempo inteiro).

A verdade é que em um campeonato tão nivelado por baixo quanto este, fica difícil fazer qualquer previsão. Nostro grupo é limitado, sim, e vai alternar muito os resultados. Mas se o Goiás está em quarto, por que não esperarmos nós uma posição melhor na parte de cima da tabela?

De qualquer forma, se você conseguiu assistir este jogo inteiro, você é apaixonado mesmo pelo Palestra.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Antes de mais nada, Palestrinos, eu conheço o currículo de (W)Vanderlei(y) Luxemburgo.

Tenho ciência que ele é o treinador com maior aproveitamento da história do Verdão (67%) e de todos os títulos que ele ganhou conosco. Só que o tempo passou. E ele perdeu a mão. Hoje, trazer Luxa é trazer problemas.

1. Ele é arrogante.

2. Vanderlei nos abandonou logo no começo do Brasileirão/02, em um processo que culminou com nostro primeiro rebaixamento nacional.

3. Ele fala “pojéto”.

4. A saída dele em 2009 se deu por criticar abertamente a diretoria. E não foi a primeira vez (nem será a última).

5. Ele fala espanhol pior do que o Joel Santana fala inglês.

6. Apesar de ter dirigido Palmeiras, Santos, Atlético Mineiro, Flamengo, Grêmio e Fluminense nos últimos 10 anos – e com bons elencos –, seu último título nacional foi com o Cruzeiro, em 2003 Santos, em 2004. De lá pra cá, só estaduais.

7. Ele é viciado em pôquer.

8. Luxa pegou dinheiro emprestado de Edmundo e pagou com cheques sem fundo. Não precisa nem comentar o caráter do cara.

9. Ele sempre contrata Maldonado, Fabiano e Leandro Bochecha.

10. Se analisarmos os últimos grandes títulos do treinador, ele sempre teve grandes elencos para trabalhar. Isso, claramente, não é nostro caso no momento.

11. Ele vai colocar uma multa de rescisão milionária para poder pular fora do barco quando o caldo entornar.

Imagino ele lendo este post agora e, tenso, empurrando os óculos para o alto do nariz, enquanto gesticula obrigando o seu mordomo a fazer um overlap pelo sofá. Boa, pofexô.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Bom jogo no sábado, Palestrinos.

Embora estivéssemos em menos de 7 mil na cancha municipal, quem passou frio e tomou garoa ao menos saiu de campo sorrindo. Mais pelo primeiro tempo – quando todo o time correu e se entregou -, menos pelo segundo – quando o único lance empolgante foi um belíssimo passe de Valdivia (vídeo abaixo) -, mas, no geral, valeu pelos 3 pontos.

O que não podemos, agora, é achar que com a saída de Kleina e uma vitória no Brasileirão, a crise passou. O banco continua nos decepcionando, tem jogo decisivo na quarta e, para complicar ainda mais, nostro camisa 10 já está com a seleção chilena.

Embora nostro treinador interino não tenha feito grandes invenções (o que foi ótimo), fica cada vez mais claro que o elenco precisa de reforços urgentes. Afinal, não é possível ver Josimar, Felipe Menezes e Serginho no banco e achar que a coisa está boa.

Seja lá qual for o novo técnico, precisamos urgente de mais um zagueiro (só temos Lúcio, Wellington,  Tiago Alves e Thiago Martins) e um centroavante (Rodolfo e Miguel não dá). A lateral-direita também está órfã, embora Bruninho esteja voltando de contusão para tentar ajudar Wendel.

Enfim, a vitória do final de semana valeu pela moral. Mas não vamos nos iludir, ainda falta muito.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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