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Archive for 14 de agosto de 2014

palestra

Sociedade Esportiva Palmeiras. 100 anos de luta, trabalho, bom futebol e algumas centenas de conquistas.

O time da Arrancada Heroica, das duas Academias, do Bi-Paulista e Bi-Brasileiro, dos 102 gols. Campeão da cidade, do estado, do país, da América, do Mundo.

Clube que nasceu italiano, virou brasileiro e se tornou tão internacional que 15 milhões de torcedores se espalharam pelo planeta. Gente que leva e eleva o verde e o branco a patamares nunca antes imaginados.

O problema destes fanáticos é que o “Campeão do Século XX”, hoje, está a séculos de conseguir ser campeão novamente. Seja do que for e onde for.

Nós não nos apequenamos. Mas nos apequenaram.

São Paulos, Luizes, Robertos, Mustafás, Afonsos, Hugos, Gilbertos e Josés. São um bando de Zé Manés. Uma corja formada por quem quer estar no comando, mas não sabe comandar nem o próprio carro de luxo.

São administrações terríveis, falta de planejamento, intrigas políticas e pessoais que jamais poderiam estar acima de uma instituição tão grande. E aí, toda a sociedade esportiva chora pelo Palmeiras.

Nossa defesa tem sido facilmente vazada. Nossa linha anda magra e nossos atacantes, de fato, só têm raça. E a torcida, mesmo que mal tratada, ainda canta e vibra. Com a diferença que hoje, o fazemos em busca de mudanças.

Durante os 90 minutos somos coração. Mas antes e depois deles, somos voz ativa. Não subestimem milhões de apaixonados que, embora sejam levados pelo coração, pensam demais no futuro do amor de suas vidas.

Queremos, sim, nos livrar das dívidas. Mas também queremos um time competitivo. Queremos craques. Queremos de volta um futebol minimamente vistoso. Queremos ter um ano de esperança por taças, não por milagres anti-rebaixamento. Pense bem: nosso último lampejo de bom futebol foi em 2009. Cinco anos seguidos de futebol pobre. É pouco para nós, é nada para a nossa história vitoriosa.

Sabemos, sim, que está difícil superar as dificuldades econômicas. Mas será possível que não conseguimos receita no ano do nosso centenário? Será possível ver craques como Del Piero na Austrália ou belos centroavantes como Milito no Racing, pensando que nós não pagaríamos melhor e ofereceríamos mais condições? Falta trabalho, falta preparo.

E aqui não é falar de A ou B: é falar de todos. De um alfabeto inteiro de analfabetos administrativos. Gente que diz ter o Palmeiras no peito, mas que não deixa nem um pouco de verde para o cérebro. É tanto ego e tanto bolso que nem cego deixaria de ver o tamanho desse calabouço.

Somos gigantes – e gigantes, meus amigos, não morrem. Estamos apenas em coma induzido por doutores sem diploma. Chegou a hora de acordar de vez. Chegou a hora de, uma vez por todas, voltar a ser Sociedade Esportiva Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Pela milésima vez voltamos ao assunto Ronaldinho, Palestrinos.

Ou seja, voltamos ao zero. Porque eu tenho certeza absoluta de que esse papo não vai a lugar algum. Bem como não foi Riquelme no início do ano e como tem acontecido sempre que ligam o nome de qualquer grande jogador ao Palmeiras nos últimos 10 anos.

Que fique claro que eu não falo de qualquer jogador e que eu entendo que não se pode trazer atletas a qualquer custo. Falo de jogadores com nome e com bola que, acima de tudo, poderiam “se pagar” com um trabalho bem feito de engenharia financeira. E Ronaldinho Gaúcho pode, sim, ser um caso destes.

Falando em motivos por alto, o meia tem grandes patrocinadores individuais (o que garante que ele tem também um valor de mercado razoável), um batalhão de fãs espalhados pelo mundo (pensem em amistosos internacionais, visibilidade para o clube, bilheteria) e nunca jogou em São Paulo (seria novidade). Em outras palavras: se o nostro marketing realmente fizesse seu trabalho, já teríamos feito uma proposta real pelo atleta.

Funciona assim com ele, mas também funcionaria com outros grandes jogadores. E aqui nem falo de Riquelme que, para mim, já é um aposentado em atividade (vi sua estreia pelo Argentinos Jrs e, apesar do gol em falha do goleiro, ele cansou em 15 minutos). Mas pensem como não seria bacana e importante ter por aqui um Del Piero (hoje na Austrália), Diego Milito (no Racing argentino) ou mesmo Puyol, Cannavaro e Inzaghi (que se aposentaram recentemente, mas ainda teriam fôlego e futebol pro nível do futebol brasileiro)?

Não é impossível. Não foi quando nostro maior rival provou para Ronaldo que ele ganharia em jogar por aqui, não foi quando Seedorf apostou no Botafogo e nem tem nos atuais casos de Robinho e Kaká. Se eles podem, também podemos nós.

Mas para isso é preciso trabalho. Sério e bem feito. O que parece que, infelizmente, não temos já faz alguns anos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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