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Archive for 26 de setembro de 2014

Muito tem se falado sobre a qualidade do atual elenco, Palestrinos.

A minha opinião, no entanto, é clara e taxativa: este é o pior time do Palmeiras que eu já vi jogar. Nunca, em 29 anos de idade e 25 de estádio, assisti um time tão perdido e desarticulado usar a nostra camisa. Mesmo em comparação aos times rebaixados em 2002 e 2012, este consegue ser pior.

Em 2002, lembre-se, tínhamos Marcos, Arce, Zinho, Nenê e outros atletas que ainda hoje seriam titulares deste time. Já o elenco de 2012 não era sensacional, mas contava com Henrique, Assunção em grande fase, aparições de Valdivia e um Barcos que fazia gols em todos os jogos. Assim sendo, me parece óbvio que a versão 2014 é uma cópia piorada dos demais.

Mas se existe algo que está melhor nesta temporada do que esteve em passadas é a nostra torcida. Mesmo com o time na situação que está, a massa comprou a briga e tem ido aos confrontos consciente de que a única forma deste time deslanchar é no grito. E, de fato, nós estamos levando o time na garganta.

Contra SP e Inter, por exemplo, tivemos estádio cheio. E mesmo quando jogamos durante a semana, em horários esdrúxulos (Coritiba, Criciúma, Flamengo, Vitória e mesmo no amistoso internacional diante da Fiorentina), tivemos mais de 15 mil pagantes em todos eles.

Este ano eu tenho ido a todos os jogos do Palmeiras em casa, então posso fazer a comparação. Mesmo em anos em que não caímos, a presença da torcida foi menor (em 2002, bem me lembro, o Palestra estava lotado em quase todas as partidas; já em 2012, no entanto, a torcida desistiu bem mais cedo). Mas o ponto principal é que todos que têm ido ao estádio municipal o estão fazendo por comprar a ideia de que assim tiraremos o time desta fase – e vamos tirar!

Por isso, repito: se você está desanimado e já jogou a tolha, fique em casa. Mas se, assim como eu, acredita que vamos dar a volta por cima, esteja lá contra a Chapecoense, na próxima quinta-feira.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Vitória, Palestrinos! A primeira em meses por mais de um gol de diferença, sem sufoco e com aquele sentimento de que, sim, este time ainda tem jeito.

A última partida deste tipo que eu me recordo foi contra o Goiás, no 1o turno, antes ainda da pausa para a Copa do Mundo. De lá pra cá, mesmo quando vencemos foi um parto. Ontem, no entanto, o Palmeiras resolveu ser Palmeiras e venceu com autoridade.

Sustos houveram, claro, e sempre vão haver com este elenco. Mas os gols de Lúcio e Henrique só coroaram a boa partida que fez nostra equipe. Destaque para as exibições de Renato, Victor Luís, Cristaldo e Valdívia, que realmente fizeram a diferença nos momentos decisivos.

Desta feita, espero a partir de agora, que Dorival tenha entendido que a estratégia está bem clara: devemos jogar como grande em casa e jogar com mais inteligência fora. Ontem entramos com um time leve e fomos muito bem; mas fora de casa não dá pra ser kamikaze – precisamos de mais inteligência.

Todas as nostras últimas derrotas fora de casa foram marcadas por partidas mal jogadas. Time muito aberto, sem proteção e consciência do que fazer dentro de campo. No domingo, diante do rápido time do Figueirense, é preciso estar mais ligado. Melhor entrar fechado e jogar por um contra ataque do que tentar ir pra cima e deixar Lúcio/Nathan/Victorino no mano a mano com jogadores velozes.

Não é jogar “como time pequeno”. É ser inteligente.

Na ponta do lápis, se vencermos todos os jogos em casa estamos livres do rebaixamento. Isso é perfeitamente possível se pensarmos que a massa tem levado ao menos 15 mil pagantes em todos os jogos e ainda mais factível ao olhar a tabela e ver que temos clássicos no Pacaembu.

Vamos escapar.
Só precisamos ter a cabeça no lugar.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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