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Archive for 19 de janeiro de 2015

O papo está tão repetitivo que ficou chato, Palestrinos. Afinal, desde que o planejamento para 2015 começou e nós voltamos com força total ao mercado da bola, só se fala em uma coisa: chapéus.

O assunto começou ainda no ano passado, com a saída de Kardec para o SPFC (que de chapéu não teve nada, já que foi nostra diretoria quem o perdeu por conta própria) e seguiu-se nos casos de Dudu e Thiago Mendes (também envolvendo o time do Morumbi), além de Jackson (SFC), Leandro Pereira (SCCP) e agora, pasmem, até com patrocinador de camisa.

Pela paciência de San Gennaro, que coisa mais chata! Vá lá que o futebol vive de rivalidade, mas isso já atingiu um patamar insustentável. É totalmente normal que o foco fica voltado aos bastidores, enquanto os campeonatos não voltam, mas chegamos ao ponto de ter ficado ridículo.

Primeiro porque não contratamos nenhum craque de bola a ponto de poder jogar nada na cara de ninguém. Para se ter uma noção, no caso mais célebre de todos até aqui, trouxemos Dudu – um jogador com grande potencial e por enquanto é só isso mesmo. Entendo a zoação nos rivais, mas é algo pequeno demais pra um time do tamanho do Palmeiras. Segue o jogo, cazzo.

Segundo porque o que vale mesmo é o que vai acontecer dentro de campo. Lembra quando contratamos o Paulo Baier antes do SPFC? Não deu em nada. O que importa pra valer – dentro e fora de campo – são os resultados. Se Dudu decidir jogos importantes (e a torcida é para que isso aconteça, seja pelos pés dele ou de qualquer outro dos reforços), ótimo; mas até isso acontecer, guardemos a animação pra soltar na hora certa.

O elenco de 2015 promete dar grandes alegrias a toda a nostra massa.
Mas chapéu bom de verdade é este aí debaixo.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Foi apenas um amistoso, Palestrinos.

O elenco não estava todo disponível, muitos dos reforços ainda estão em adaptação, mas fica impossível segurar a ansiedade em dar pitacos sobre o Palmeiras 2015. Portanto, vamos ao que melhor aconteceu ba vitória por 3 a 1 sobre o Shandong Luneng.

Quem mais se sobressaiu, sem dúvida alguma, foi Allione. Bastante a vontade em campo, o argentino buscou jogo, driblou, finalizou e foi o motorzinho do time durante o período em que esteve dentro de campo. Aliás, os argentinos, em geral, estiveram bem: além dele, Tobio foi bastante combativo e Cristaldo aproveitou o tempo em campo para marcar o dele.

Outros que marcaram – e em suas estreias – foram Lucas e Leandro Pereira (que fez boa dupla com, quem diria, Maikon Leite). O lateral-direito, aliás, não é nenhuma maravilha, mas já demonstrou ser muito melhor que Wendel, Weldinho e outras dragas que passaram pela posição nos últimos anos (além de passar experiência a João Pedro). Zé Roberto mostrou a vitalidade de sempre, mas ainda é de se pensar se aguenta jogar 90 minutos na lateral – ainda que conte com a proteção de de Amaral e Douglas, que não foram nada exigidos pelos chineses.

Os demais atletas – incluídos aí estreantes como Victor Hugo e André Girotto e outros que já estavam no grupo, como Mendieta e Tiago Real – não chamaram a atenção nem para o bem, nem para o mal.

Enfim, o início foi animador. E a tendência, com Nathan, Dudu, Valdivia e outros em campo, é melhorar. Se Oswaldo seguir a linha de um time com posse de bola, que dosa bem a velocidade, este ano pode ser mesmo uma retomada.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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