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Archive for 27 de maio de 2015

Desde que chegou à Academia, Alexandre Mattos foi recrutado apenas para falar de coisas boas, Palestrinos. Foram pencas de entrevistas sobre contratações, sócio torcedor, os louros colhidos no Cruzeiro, filosofia de trabalho e etc. Agora, no entanto, chegou a hora da verdade.

Com os resultados pífios que o Palmeiras vem colhendo desde a final do Paulistão, o diretor de futebol precisa assumir a frente da situação. Estamos naquele momento delicado em que a cobrança em cima dos jogadores exige mais do que a voz do treinador (que pode perder o elenco se houver exageros), mas ainda menos do que um papo com o presidente (que deve administrar o todo). É neste exato momento que deve brilhar Alexandre Mattos.

Reconhecido como bom interlocutor junto aos atletas, Mattos está encontrando o seu primeiro momento de turbulência no Verdão. Por um lado, precisa justificar a permanência de Oswaldo de Oliveira junto a parte dos conselheiros e da torcida; por outro, no entanto, não pode passar por condescendente perante o grupo. E é justamente por estar acima de OO e de todo o elenco, que ele precisa bater no peito.

Na minha humilde opinião, chegou a hora dele mostrar sua independência e falar sobre resultados. Futebol é totalmente sobre isso e tanto treinador quanto jogadores precisam estar a par das aspirações do Palmeiras. Se acharem que estão desempenhando um bom papel, que falem com Mattos e decidam seu futuro. O nostro deve ser sempre vitória e, se possível, títulos.

Siamo Palestra!

ROJAS. 

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Marcos; Alexandre, César e Galeano; Arce, Fernando, Magrão, Alex e Adauto; Itamar e Christian. Foi com esta equipe, dirigida por Vanderlei Luxemburgo, que fomos vergonhosamente eliminados da Copa do Brasil de 2002, Palestrinos.

É claro que aquele foi um ano maldito, que os tempos eram outros, que Luxa iria nos abandonar poucas semanas depois e que o próprio adversário provavelmente vivia um outro momento. Mas é preciso manter os olhos abertos. O elenco que temos hoje e o elenco que tínhamos treze anos atrás não são assim tão diferentes.

Se formos analisar friamente, aliás, tínhamos jogadores acima da média (Marcos, Arce e Alex), alguns razoáveis (Galeano, Fernando, Magrão, Christian) e outros bem abaixo do discutível (Alexandre, César, Adauto, Itamar). Hoje temos menos atletas no grupo dos horríveis, mas também não temos nenhum com um nível incrível; nostro time todo está na base do razoável. E quando se está na média, meus amigos, qualquer coisa pode desestabilizar uma equipe.

Para espantar a asa negra da desconfiança e o fantasma do ASA de Arapiraca do nostro campo de visão, no entanto, não tem fórmula maluca: é preciso jogar. Com raça, vontade, entrega e o mínimo de organização. As apresentações diante de Sampaio, Joinville e Goiás mostraram uma equipe totalmente perdida em campo (aquele esquema do tiki-taka inofensivo que escrevi no outro post).

Espero de coração verde que Fernando Prass, Zé Roberto, Robinho e companhia consigam explorar a fragilidade flagrante do outro lado. Caso contrário o nervosismo vai bater – e, se bater, corremos o risco de ver outro vexame.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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