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Archive for 3 de agosto de 2015

Infelizmente o jogo do último domingo foi além da derrota, Palestrinos: nostro departamento médico informou na tarde desta segunda-feira que Gabriel rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo.

A notícia é, de fato, bem pior que os três pontos perdidos dentro de campo. Com a iminente cirurgia e o processo de recuperação, o volante só estará disponível novamente em 2016. E quem deve sofrer com isso é o nostro já combalido e espaçado meio-campo – o que nos faz pensar se Marcelo Oliveira deve alterar ou não o esquema tático.

O caminho mais óbvio é que nostro comandante opte por manter o 4-2-3-1 clássico. Neste caso, o treinador só tem duas opções: Andrei Girotto e Amaral – com ligeira vantagem para o primeiro, que tem entrado com frequência. O problema dessa alternativa é que, independente de quem for escolhido, as características não combinam com as de Gabriel. Andrei sai muito mais para o jogo (praticamente como um segundo volante) e Amaral é marcador nato, mas muito pesado (o que quebraria toda a dinâmica da equipe).

Quando olhamos as outras opções existentes, no entanto, parece que manter o sistema faz mais sentido mesmo. A primeira delas seria entrar com três zagueiros, deixando Arouca como volante único e dando mais liberdade para os laterais chegarem à frente para compor o meio; já a segunda seria recuar Robinho ou Cleiton Xavier, garantindo maior qualidade de passe, mas dependendo bastante da ajuda defensiva de Dudu e Rafael Marques.

A verdade é que, por mais numeroso que seja nostro plantel, não existe uma cobertura perfeita para a ausência do camisa 18 para o restante da temporada. Vamos precisar treinar e nos adaptar para acertar este setor que, hoje, já é o que mais preocupa. Acreditemos em Marcelo Oliveira!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É claro que se acostuma com as vitórias, Palestrinos. Mas não é porque perdemos uma partida em casa que o mundo acabou.

O fato é que foi um domingo onde nada funcionou para o Palmeiras. Pouca inspiração, zero criatividade e muitos erros de passe deram a tônica da derrota diante do arrumado time do Atlético/PR. A impressão era a de que os jogadores não gostaram de acordar mais cedo e simplesmente resolveram dormir por 90 minutos.

Não que tenhamos sido pressionados pelo adversário, mas a derrota acabou chegando por pura incompetência do nostro time. O meio-campo foi engolido pela velocidade e poder de marcação do Furacão e nostros atacantes simplesmente não participaram da partida. Já quase no fim, um erro de Lucas acabou coroando a derrota – a segunda em dez partida sob o comando de Marcelo Oliveira.

E é justamente por este retrospecto recente que não devemos nos desesperar.

Óbvio que, em boa fase e com o estádio lotado, nenhum de nós esperava por um revés. Mas ele chegou e o fato é que essas coisas acontecem em um campeonato por pontos corridos. O negócio é trabalhar bem durante a semana, procurar uma alternativa para variar o trabalho pelas laterais e chegar domingo, no Mineirão, decididos a vencer (o time deles está em má fase e jogará pressionado, por quê não?).

Os aplausos de parte da torcida ao final do jogo revelaram certa tranquilidade por parte da massa. Mas, como a corneta costuma soar mais alto e o amendoim voar um pouco mais longe na internet, já surgiram alguns cavaleiros do apocalipse pra falar besteira. A hora, no entanto, está longe de ser de desespero. Vai, Palmeiras!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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