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Archive for fevereiro \21\UTC 2016

07jan2015---palmeiras-apresenta-seu-novo-diretor-de-futebol-alexandre-mattos-1420645521301_1920x1080

Que Alexandre Mattos negocia e contrata com eficiência todos nós sabemos, Palestrinos. Em menos de duas temporadas ele já trouxe quase 40 novos nomes para a equipe e ajudou na reconstrução do time que quase caiu em 2014.

A grande questão é que assinar contratos é apenas um dos trabalhos de um diretor de futebol. Agora chegou a hora dele exercer algo que também ter que ser exigido por quem assina seu contracheque: cobrar os atletas.

Afinal de contas, se é verdade que Marcelo Oliveira segue sem dar padrão de jogo ao time, é igualmente vero que grande parte do elenco parece omissa e descompromissada. Logo eles, que dizem ter um ótimo ambiente e elogiam a diretoria por pagar em dia, têm parecido cada dia mais preguiçosos.

De forma alguma estou eximindo nostro treinador de culpa; acredito que ele ainda não achou a formação ideal e o prazo dele para fazer isso está cada dia mais curto. Mas, mesmo sem um padrão tático, não dá para esperar nem que nostro time C tenha dificuldades para enfrentar Linense, São Bento e coisas que os valham. Os jogadores precisam ser cobrados – e alguns deles em especial.

Robinho, sempre lento, é claramente um deles. Lucas, Egídio e Arouca também. Mesmo quem estava atuando bem (casos de Vitor Hugo e Matheus Sales, por exemplo) caíram demais em 2016. Não é só falta de vontade e de raça, em alguns casos falta confiança ou concentração. Tem vezes que um título, ao invés de motivas, traz a soberba. Dá para ver no rosto de jogadores como Fernando Prass e Dudu o desânimo com alguns de seus colegas.

É por isso que Alexandre Mattos tem que entrar em ação. Os atletas têm boa relação com ele e uma conversa em particular pode despertar algo que anda adormecido: o brio. Todos jogador de futebol é vaidoso e é preciso mostrar a eles que, se a Sociedade Esportiva Palmeiras não brilha, eles também ficam opacos perante a mídia. Em outras palavras, Mattos precisa cobrá-los sem que eles espanem.

Como ele fará isso eu não sei – mesmo porque não sou quem é pago para isso. Só espero que ele o faça rápido.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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GabrielJ

Devagar com as cornetas e o amendoim, Palestrinos…

É óbvio que dava para ganhar no Uruguai e está bastante claro que o início do ano segue mal para o Palmeiras, mas não existem motivos para desespero. Ontem, diante do River Plate (URU), fomos mais surpreendidos pelo desconhecido do que pelo fraco adversário.

Enfrentamos um time do qual sabíamos pouco, jogamos com um esquema nunca antes utilizado de início e, para completar, abusamos mais uma vez dos erros individuais.

Jogando no minguado estádio de Maldonado, nostra equipe foi superior durante quase toda a partida. Só não vencemos, mais uma vez, pelos próprios erros. Marcação falha, falta de pontaria e – talvez o ponto mais crítico para o momento atual -, a total e nula criatividade demonstrada dentro de campo.

Mesmo com a tecnologia e olheiros, ainda é comum ser surpreendido em jogos diante de equipes como a de ontem. Embora limitador, eles foram valentes e velozes, aproveitando as falhas do Palmeiras sair com o empate.

Agora, falando em esquema tático, é natural que Marcelo Oliveira ainda esteja fazendo testes. Muitos jogadores chegaram, outros se lesionaram e o treinador segue em busca da formação ideal. Três volantes claramente não foi uma boa tentativa, mas testar Jean e Erick entre os titulares, por exemplo, faz muito sentido.

Já o que mais me preocupa é a falta de um articulador. Robinho começou o ano bastante lento, Régis até agora não fez por merecer chances, Moisés se lesionou e Cleiton Xavier dispensa comentários. Ontem, mais uma vez, Dudu foi quem teve que fazer este serviço. E embora tenha dado bela assistência no primeiro gol, ele não é o camisa 10; Dudu é um faz tudo que tem como melhor qualidade a posse de bola.

Repito: ainda não há motivos para pedir a demissão de Marcelo. Não temos nem cinco jogos no ano e a equipe ainda está sendo montada. Mais do que desespero, é preciso paciência e força para que este grupo engrene. Até porque, sejamos sinceros, se Marcelo sair chega quem? Cuca, Celso Roth, Oswaldo de volta? Calma com a andança.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Terça-feira é dia de Copa Libertadores, Palestrinos. E a nostra estreia será em solo uruguaio, diante do desconhecido Club Atlético River Plate.

Com 83 anos de história e 4 títulos nacionais, a retrospectiva internacional do nostro rival é bastante recente. Participou de seu primeiro torneio continental em 2008, quando esteve na Copa Sul Americana, e em 2009 conseguiu sua melhor campanha – atingindo o 4o lugar no mesmo torneio.

O time que bateu o Universidad Católica e passou pela pré-Libertadores semana passada é bastante jovem. Com média de idade de 25 anos, a equipe conta com um elenco praticamente 100% uruguaio (são apenas 3 brasileiros desconhecidos e 1 colombiano) e aposta na experiência de do zagueiro Cristian González (39 anos) para não sucumbir na primeira fase.

O principal destaque da equipe é o rápido ataque formado por Michael Santos e Cesar Taján e a defesa tem sido seu calcanhar de Aquiles. No último domingo, o River tomou 3 a 0 do Nacional em casa (vídeo abaixo) e apresenta uma campanha com 7 vitória, 3 empates e mais 7 derrotas na temporada 2015/16 do Uruguaião.

Pelo que deu para analisar até aqui, não existem motivos para temê-los. No entanto, se analisarmos este começo de ano pra lá de preguiçoso do Palmeiras, sempre há motivos para se preocupar… Vamos vencer!!!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Boa vitória em Ribeirão Preto ontem a noite, Palestrinos! Não foi uma primazia de partida, mas, em se tratando da primeira partida oficial do ano, os 2 a 0 acabaram de bom tamanho.

Enquanto assistia ao jogo diante do fechado Botafogo, no entanto, pensei que ainda estamos jogando da mesma maneira que em 2015. Não que isso seja ruim, até porque tivemos bons momentos, mas continuamos reféns de um esquema que privilegia um centroavante clássico. Tendo em vista que este cara não é Alecsandro e que até pode ser Barrios, mas até agora não é, cheguei a conclusão que precisamos ser o time da velocidade.

E, na verdade, tem mais: como Marcelo Oliveira tem considerado centralizar Dudu e abrir Robinho pela ponta, não faz sentido nenhum trabalhar com o camisa 27 aberto. O Palmeiras deveria assumir que é o time da rapidez e apostar nisso. Falando em outras palavras, a minha proposta é troca o 4-2-3-1 pelo 4-3-1-2.

Já que a oferta de volantes está grande, poderíamos proteger a defesa com caras que marcam e saem jogando, fazendo com que a bola encontre sempre um atleta de velocidade na frente. Dudu centralizado, Jesus pela esquerda e Erik pela direita seriam perfeitos para isso! Além do mais, poderíamos ter Zé Roberto e Lucas com mais frequência no ataque, sem se preocupar tanto com a recomposição.

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Eu sei que muita gente vai torcer o nariz, lembrar a final de Copa do Brasil feita por Robinho e até elevar o lançamento feito no jogo de ontem. E também reconheço que Barrios pode surpreender após uma boa pré-temporada. No entanto, pra mim, essa é hoje a melhor alternativa. Teríamos um meia no banco para cadenciar o jogo em caso de vitória, além de contar com um camisa 9 digno de receber chuveirinhos desesperados.

Enfim, é uma proposta.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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