Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Análise’ Category

Semana de clássico decisivo, Palestrinos.

Afinal, domingo será definido quem é o melhor time do Paulistão até aqui. E muito embora isso pouco represente para a fase final do campeonato – já que ganha-se apenas no mando de campo -, o duelo irá definir qual a equipe mais equilibrada do ano.

Até aqui, o Palmeiras tem a segunda melhor defesa (11 gols sofridos, só perde para o Ituano com 10) e o segundo melhor ataque (26 gols, ao lado de Rio Claro e SPFW). Já o Santos tem o melhor ataque disparado (35 tentos) e apenas o quarto menos vazado. Curioso é que, em plena semana do jogo diante do Peixe, o Palmeiras esteja seu momento mais ofensivo na temporada.

Se começamos o ano com um meio-campo que primava pela velocidade na proteção a zaga (Marcelo Oliveira pelo meio, Wesley pela direita e Mazinho pela esquerda com Valdivia, Leandro e Kardec a frente), sábado passado chegamos a ter apenas Eguren na contenção em parte do segundo tempo. Mesmo diante do Vilhena, chegamos a ver um Palmeiras totalmente ofensivo – algo que tem sido comum de se ver no Santos de Oswaldo de Oliveira. Não raro, nostro adversário de domingo entra em campo com 5 ou 6 homens de frente.

Afora pelo fato de Oswaldo contar com a juventude e saúde de molecada, é interessante observar que, para ele, a melhor defesa é mesmo o ataque. E se por vezes dá errado, como empate de 3 a 3 com o Rio Claro, também é verdade que muito mais vezes tem dado certo – são três vitórias por mais de cinco gols no campeonato. Kleina sabe que não pode abrir tanto o time – e a Ponte mostrou bem isso -, mas em situações extremas tem utilizado a ofensividade.

Eu apoio. E espero que, a partir de agora, achemos o equilibrio necessário para atacar mais sem defender de menos.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »

Chegou a derrota, Palestrinos.

Depois de 9 rodadas, perdemos a invencibilidade no campeonato e o no ano. Na verdade, sabíamos que isso aconteceria uma hora ou outra – e perder pro Botafogo, em Ribeirão, cheio de desfalques não chega a ser o apocalipse. O problema é ter descoberto da pior maneira que, hoje, não podemos contar com o banco de reservas.

Pode-se discutir o que Kleina quis fazer com a escalação (na minha opinião, bastante equivocada, com jogadores fora de suas posições), mas não dá pra discutir a disparidade de qualidade entre titulares e reservas. Tiago Alves é um zagueiro fraco demais, Willian Matheus foi ridículo, Eguren segue pesado e sem ritmo de jogo, Bruno César foi um fracasso, Miguel nada fez… e por aí vai. Mesmo quem vinha entrando bem no segundo tempo – Mendieta e Marquinhos Gabriel, por exemplo – foi mal.

Ainda falta um lateral direito e ainda precisamos ver se podemos de fato contar com o elenco que temos. O ataque nitidamente está sem reservas, já que Vinícius e Rodolfo nunca foram usados, e mesmo o jovem Miguel sentiu o peso. Quanto ao meio, sobram opções, mas precisamos conferir se elas realmente podem ajudar.

Volto a repetir: não é o fim dos tempos. Perdemos para um time bem organizado e, mesmo até o momento do segundo gol deles, o jogo estava relativamente equilibrado. Os testes têm que ser feitos, e é melhor que sejam feitos agora, antes da fase final e dos jogos eliminatórios. No entanto, hoje podemos contar só com os 11 que temos – e a temporada vai exigir mais.

Siamo Palestra!

ROJAS.

Read Full Post »