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Archive for the ‘Campeonato Brasileiro’ Category

CAMPEONATO BRASILEIRO DE 1994

Nos últimos dias, muita gente andou publicando uma matéria sobre como era o mundo quando vencemos o último Brasileirão. Mas, sincera e honestamente, nem precisava dessa balbúrdia toda: a gente se lembra muito bem.

Porque o mundo daquele 18 de dezembro de 1994 era incrível! Naquele domingo a tarde, nos sagramos bicampeões brasileiros em cima do nosso maior rival, em um Pacaembu lotado. Bastou um gol esquisito do Rivaldo e um empate simples, já que havíamos metido 3 a 1 no primeiro jogo e estávamos bem confortáveis.

Na verdade verdadeira, ali nós éramos bicampeões brasileiros, bicampeões paulista e campeões do Rio-São Paulo. E pra título de curiosidade, dos cinco títulos na sequência, três tiveram o mesmo vice-campeão…

Se querem saber como o mundo se comportou dali em diante, ele só melhorou. Ficou mágico com o time dos 102 gols em 1996, ganhou ares de suor e lágrimas com a Copa do Brasil e a Copa Mercosul de 1998, ficou insuportavelmente verde com a Libertadores 99 e, mesmo quando não levantamos o caneco, fizemos a festa eliminando o mesmo de sempre em 2000 – ano em que, já ia me esquecendo, levantamos o Rio-São Paulo novamente.

A coisa só degringolou em 2002. Ali, de fato, o verde ficou opaco e tristeza amadureceu. Foram anos pesados para qualquer palmeirense de corpo e alma que, a cada nova pancada, sentia na pele e chorava de espírito (de porco). Exceto pelo Paulista/08 e a Copa do Brasil/12, tudo o que vimos foi uma enxurrada de fracassos passando por baixo dos Jardins Suspensos da Água Branca.

Até que, em dezembro do ano passado, as coisas mudaram. Não pelo título da Copa do Brasil, que três anos atrás havia nos iludido, mas porque tudo mudou. Estádio novo, jogadores novos, espírito e orgulho renovados.

Quando Fernando Prass encheu o pé naquela penalidade, encheu também o peito de 16 milhões de palestrinos de esperança (que, vocês bem sabem, é verde). O que aconteceu ontem foi só a concretização de algo que já sabíamos: que, em 2016, o Brasil voltou a ser verde e branco. Haja cheiro verde pra temperar essa festa que vai durar muito tempo ainda!

E para quem queria saber como era o mundo em 1994, basta olhar em volta e ver como ele está agora. 22 anos se passaram, mas o maior campeão continua o mesmo – bem como nosso maior freguês. Vai, Palmeiras!

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A noite de sábado foi mesmo especial, Palestrinos. Pois não bastasse a virada incrível diante do Grêmio em um Pacaembu lotado como há muito não se via, aproveitamos para nos “vingar” de alguns ex-companheiros.

Começando pelo argentino Barcos, que teve atuação apagada, mas decisiva para o jogo. Afinal, foi ele quem converteu o pênalti pessimamente marcado pelo árbitro no início do segundo tempo e que, minutos depois, foi expulso por uma falta que também não fez – devolvendo o Palmeiras para o jogo. Ao sair de campo, ainda virou para a torcida do Grêmio e fez o sinal do Pirata; de fato, ele acabou sabotando o próprio time.

O destaque, no entanto, ficou com Felipão. Que vem fazendo um trabalho digno no time gaúcho, mas que já deu mostras de sobre de que seu tempo passou. Após a partida, até começou na dele ao contornar o problema de arbitragem. Mas quando questionaram a encheção de saco proveniente da nostra massa, Scolari perdeu a linha.

Com empáfia digna de quem está sempre na ofensiva (embora seus times estejam na defensiva), disse que não liga para a torcida e que foi ele quem deu o último título para nós. De quebra, ainda disse que vamos ter que correr demais para ganhar outro a curto prazo.

Pois bem, Felipão, o problema é que fácil demais falar uma mentira usando verdades. De fato, você venceu a Copa do Brasil de maneira louvável em 2012. Bem como venceu o mesmo torneio em 98, a Libertadores e a Mercosul. Só esqueceu de dizer que também teve incontáveis fracassos, né? Nos rebaixou para a Série B, foi eliminado de uma Copa Sulamericana para o Goiás em casa, perdeu clássicos e mais clássicos…

Nós somos muito gratos por tudo o que você fez por nós, Felipão. Mas, admita, seu tempo passou. Não só pelo rebaixamento em 2012, mas também pela surra que tomamos na Copa do Mundo e pelo eu temperamento cada dia pior. Vamos lembrar de você com carinho sempre, mas entenda de uma vez por todos: foi você quem teve o prazer de trabalhar na Sociedade Esportiva Palmeiras, nunca o contrário.

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Dentro de campo, mais uma vez mostramos um bom volume de jogo. Fomos superiores em ambos os tempos e, não fossem alguns vacilos de Lúcio e Juninho, o Grêmio só teria chegado mesmo no lance bizarro do pênalti. Destaque para João Pedro, Victor Luís, Valdívia e Prass, sempre ele, cada dia mais seguro.

Domingo tem Santos no Pacaembu. Estaremos lá!

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Siamo Palestra!

ROJAS.

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