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ortigol_0505

Você pode argumentar que o Palmeiras meteu duas bolas na trave, que finalizou 13 vezes (contra somente 3) e que teve pênalti não marcado a seu favor. Mas o 1 a 0, palestrinos, ficou de bom tamanho.

Isso porque vamos jogar no Recife semana que vem podendo empatar. E, caso façamos um golzinho (e vamos fazer!), podemos perder por um de diferença. No mais, vejamos…

SURPRESA TÁTICA
Luxa entrou em campo com um ousado 4-1-2-3, onde somente Pierre ficava fixo junto a zaga e Cleiton Xavier fazia vezes de segundo volante. A “surpresa”, no entanto, não surtiu efeito já que a dupla Marquinhos-Willans foi mal.

DEFESA ATENTA
Apesar de terem sido amarelados ainda na 1ª etapa, Maurício Ramos e Danilo foram muito bem. Danilo um pouco lento em alguns lances, mas Maurício impecável (por baixo e por cima). Nas laterais, Wendel marcou bem demais e faltou coragem pra Armero. No gol, sem comentários: Marcos é sempre São Marcos.

MEIO MELHOR NO 2º TEMPO
Quado Luxemburgo consertou o que havia tentado fazer no primeiro tempo, a equipe melhorou. Com Mozart ao lado de Pierre, Diego Souza foi pro ataque de vez e Cleiton também ganhou liberdade: melhor assim, professor.

A ZICA DO K9 e A ESTRELA DE ORTIGOL
Keirrison, mais uma vez, deu azar. Correu, pressionou a saída de bola, teve duas boas chances, mas a bola não está mesmo entrando. Já Ortigoza, com seu estilo bumba-meu-boi entrou muito bem mais uma vez e ainda fez o gol do jogo.

TRAVE MALDITA
Puxando pela memória, eu já lembrei de umas 6 bolas na trave que mataram a gente até aqui na Libertadores. Teve contra a LDU, contra o Colo Colo aqui, duas no Chile, além das duas de ontem. Será que a trave cresce contra o Verdão?

O JOGO DE VOLTA
Terça que vem, lá na Ilha, o jogo é de contra-ataque. Devem voltar os 3 zagueiros com Marcão pela esquerda, e é bem provável que Diego faça o 2º atacante junto com Keirrison (com Mozart ao lado de Pierre e Armero bastante livre).

Ou seja: é tudo nosso!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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É difícil escrever com tanta euforia, amicos.

É difícil pensar em tática, em quem acertou, quem errou, se o juiz roubou… é difícil porque quem é palestrino escreve – como diz nosso canto dois posts abaixo – com a alma e o coração. Mas vamos tentar…

O jogo, em si, foi todo nosso. Desde a saída de Macnelly Torres os “chinelos” perderam o meio-campo. Incrível como são dependentes do colombiano! E a partir daí, só com bolas no Barrios, ficou fácil marcar.

Grande partida, aliás, da nossa zaga – em especial do Maurício Ramos. E aplausos gigantescos ao menino Souza (ou Ferrugem, ou Souza da Guia, ou Ruivo Hering), que jogou demais.

Com a marcação impecável, atacamos. E só não matamos o jogo porque tem zica em cima do K9… Dio mio! Só pode ser zica. Duas na trave… não é possível.

Na segunda etapa fomos totalmente raçudos. Sem Marcão, expulso infeliz e corretamente, e com as lesões de Pierre e Diego Souza, quem estava em campo foi literalmente um bando de leões (ou porcos com gripe, que seja).

O gol só coroou o melhor time em campo. Só trouxe a vitória pra quem mereceu. E o Cleiton Xavier, que não jogou bem ontem e não arriscava faz tempo, fez um tento mais que merecido. O mais importante da vida dele, com certeza.

Destaque também para o Luxa, que mexeu perfeitamente na equipe. Jogou pra frente, não teve medo e ainda deixou o Capixaba no banco.

Já o juizão careca foi bem caseiro… BEM caseiro.

Mas isso é Libertadores. Isso é Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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