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Posts Tagged ‘1 a 1’

Eis a triste realidade, Palestrinos.

Um grupo de jogadores limitados, alguns poucos esforçados e nenhum talentoso. Em quase 100 minutos jogados diante do Bahia, ontem, não se viu uma só jogada inventiva dos 14 atletas utilizados. E aí justifica-se, sim, o receio de brigar contra o rebaixamento mais uma vez.

Pouco ou nada adianta dizer que ainda é cedo, que falta muito campeonato e que existem times piores. Já ouvimos isso outras vezes e em duas delas, ao menos, sabemos no que deu o desfecho. É bom lembrar, aliás, que nostro time está pior do que o do ano passado… logo, falar em Série B não é desespero, é realidade.

Passamos um jogo inteiro dependendo de lampejos de Victor Luís, um lateral-esquerdo de 21 anos que até dois meses atrás nem no banco ficava. E olha que o garoto ainda correspondeu da maneira que pode ao colocar a bola na cabeça de Henrique no lance do gol e sendo o melhor em campo. Mas é pouco, muito pouco pra um time que precisava desesperadamente dos três pontos.

Felipe Menezes, Mendieta, Josimar, Leandro, Mouche, Wesley… é impressionante a falta de criatividade do nostro meio-campo e setor ofensivo. Alguns destes, aliás, ainda incorrem no agravante do esforço zero (já passou da hora de Leandro tomar um esporro sério sobre displicência e excesso de firula). Escrevi aqui sobre a hercúlea tarefa de se esperar algo de onde sabe-se que não virá, mas é exatamente este o time que temos e é nele que temos que confiar até dezembro.

E que não fiquem achando que a possível volta de Valdívia salvará a pátria, porque não vai. Seu inegável talento infelizmente perderá sempre para a sua também inegável falta de comprometimento e seriedade. Um cara que simplesmente some do mapa não merece a menor atenção de qualquer clube que seja, ainda mais o nostro.

O que se viu ontem no Pacaembu foi um mar de torcedores náufragos em busca de uma pequena ilha chamada talento.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Mais uma semana em que começamos invictos, Palestrinos.

Não mais 100%, graças ao empate de ontem, mas seguimos sem derrotas. E, ao contrário da forma bizarra com que o resultado de ontem vem sendo tratado pela imprensa, nostra campanha ainda está muito acima do esperado para um início de ano. O 1 a 1 do Pacaembu, às vésperas de um clássico, teve na verdade o poder de nos ensinar suas coisas muito importantes.

A primeira, óbvia, é a de que ainda temos muito a melhorar. Embora tenhamos de longe a melhor campanha do Paulistão, alguns pontos ainda merecem bastante atenção de Gilson Kleina e da diretoria. Ontem, por exemplo, Wendel foi mal – o que agrava ainda mais a busca por um lateral-direito que chegue para jogar de titular, bem como um reserva de qualidade para a vaga de Alan Kardec – o menino Rodolfo nunca jogou e Diogo não é centroavante. A insistência com Mazinho também está começando a ficar chata: o meia foi bem na estreia e depois não jogou mais nada – dar uma chance para Marquinhos Gabriel ou Mendieta começarem jogando não seria ruim.

O segundo aprendizado de ontem veio do próprio adversário: tocar a bola. Embora o Audax leve isso ao extremo, correndo riscos desnecessários, o fato de fazer a transição da defesa para o ataque sem dar chutões é louvável. O Palmeiras segue fazendo muito isso tanto com Wellington quanto com Lúcio, o que nos tem causado problemas. Quando Wesley não está bem (e ontem, definitivamente, ele não estava) e Valdívia cansa, ficamos reféns da velha rifada de bola. Não seria má ideia rodar mais com os jogadores de trás, tocando a bola com rapidez.

Mas, fora isso, é preciso reconhecer que estamos bem em 2014. Hoje já temos um esquema de jogo bem definido, algumas opções de qualidade no banco (logo teremos ainda Bruno César) e podemos recorrer até a nostra falha bola parada do ano passado.

Trocando em miúdos, o empate de ontem não foi o fim do mundo.Pelo contrário: mostrou que, com pequenos ajustes, podemos chegar voando no clássico de domingo e sair de campo com uma vitória que reforçaria não apenas nostros pontos na tabela, quanto o nostro psicológico. Aí, quem sabe, a imprensa reconhece que um aproveitamento de 95% merece os parabéns.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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nacional_2805

Final de jogo no Parque: 1×1. Todos os jogadores do Nacional correm pra sua torcida e começam a comemorar. Eles não foram agradecer, foram fazer festa.

Pois guardem bem esta imagem, palestrinos: ainda não acabou.

O JOGO
Truncado, corrido, caído, embolado. O jogo foi assim no Palestra. E por isso quase não tivemos chances de gol. No 1º tempo, só um chute de Souza e outro de Keirrison pra nós; e dois lances de bola alta pra eles.

Luxa mexeu bem no time. Colocou mais gente na frente. Eles não atacavam. Obinas e Marquinhos correram, tentaram, mas não sutiru aqueeeele efeito. Isso até os 10′ do segundo tempo, quando Diego Souza meteu o gol e a pressão.

Só que aí…

LUXA ERROU
Só que aí Luxa tirou K9 e colocou Jumar. Precisando fazer mais gols, ele tira o centro avante e coloca um volante. Pra quê, Luxa?! Diego rende mais como meia, sempre. Que colocasse o Ortigoza!

CASTIGO
E o castigo veio de canela. Bola forte cruzada e Morales desviou com a canela pro gol. Ironia: o cruzamento partiu bem dali, da direita, onde deveria estar Jumar. Final de jogo, 1 a 1.

TEM VOLTA
Mas não acabou. Longe disso! Já disse São Marcos, o time deles nem assusta tanto assim. Vencer Sport e Colo Colo eram missões mais duras. Um golzinho muda tudo.

Você duvida? Nunca duvide do Palmeiras.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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