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Posts Tagged ‘1998’

Sejamos francos, Palestrinos: nostra fase vai de mal a pior.

O time não apresenta melhora, as variações táticas tampouco e a impaciência aumenta a cada jogo. No entanto, digo de peito aberto que eu escolhi esperar. E quando digo esperar, me refiro a esperar pelo melhor, óbvio.

Primeiro porque não há tempo para mudar mais nada. Gostemos ou não o elenco está fechado, Marcelo Oliveira seguirá como treinador e, com os recentes tropeços no Brasileirão, a Copa do Brasil virou nostra única aposta para o ano.

Segundo porque é verdade que nostro time oscila demais, mas, em um duelo de 180 minutos, um só tempo muito bem jogado pode fazer toda a diferença. Nós já vimos este mesmo elenco ter momentos especiais diante de Cruzeiro, Inter e Corinthians esta temporada e podemos acreditar em ao menos 45 minutos muito bem jogados na decisão.

Terceiro porque, jogador a jogador, não consigo ver favoritismo de nenhum dos dois lados. Embora o momento do Santos seja muito melhor, nós temos um grupo que pode trazer o título pra casa. Eu quero acreditar em Prass, Vitor Hugo, Arouca, Zé, Jesus, Barrios. Faço questão de acreditar que, no mínimo, eles vão se doar dentro de campo.

E por último, mas não menos importante, porque é nestes momentos que a camisa pesa. E como pesa! Independente do que temos apresentado dentro de campo, somos e sempre vamos ser o Palmeiras. Sem exageros ou pieguice. Não precisa ser o Zé Roberto nem bater no peito do amigo ao lado para saber que o Palestra é grande… Basta lembrar o gol espírita do Óseas em 98, os dois tentos do Euller contra o Flamento em 99 e até o improvável gol do esquecível Betinho em 2012.

É normal estar ansioso e preocupado.
Anormal é desacreditar que podemos chegar lá.

Siamo Palestra!

ROJAS.

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Lembram da Copa Mercosul? Pois bem, foi na abertura deste campeonato que eu assisti ao jogo mais frio da minha vida.

O ano era 1998, estavámos no final do mês de julho e o Palmeiras, atual campeão da Copa do Brasil com nosso eterno treinador Felipão, havia sido convidado para jogar o novo torneio. Receberíamos os argentinos do Independiente e estava frio, muito frio.

Mas mesmo com aquele frio e alguma chuva, obriguei meu pai a me levar até a Bambineira (anda tinham aquela maledeta mania de abrir campeonatos naquela possilga). E nem é preciso dizer que aquilo estava vazio. Tinha pouco mais de 1000 pagantes!

Para vocês terem noção, o porteiro nos deixou parar dentro do setor de imprensa e o bilheteiro vendeu meia entrada pra todo mundo que estava na fila. O panettone tricolor tava tão frio, que se fosse jogo do São Paulo todas as frutinhas estariam congeladas.

Sorte que aquele time, reserva ou não, tinha sangue e, mesmo depois de sair perdendo, virou o jogo por 2 a 1 – gols de Magrão e Almir. E, pra melhorar, ganhamos aquele torneio em cima do Cruzeiro de Fábio Jr. e companhia, montando a base para a Libertadores de 99.

Velloso; Arce, Júnior Baiano, Cléber e Júnior; Roque Jr. (de volante!); Rogério, Zinho e Alex; Paulo Nunes e Óseas. Dá-lhe Porco!

Siamo Palestra!

ROJAS.

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